27/06/2026
Nem toda imagem de criança nas redes exige o mesmo cuidado jurídico. Tudo depende do contexto: uso comercial, campanha, impulsionamento, frequência, protagonismo infantil ou exploração econômica da imagem.
E, quando esse cenário existe, o contrato precisa prever mais do que autorização dos pais. Quem pede o alvará? Quem paga? O que acontece se o juiz indeferir? Existe plano alternativo?
No digital, a proteção começa com uma análise bem feita do caso e um contrato que antecipe riscos.
Quer entender como isso se aplica ao seu caso? Comente ALVARÁ ou chame no direct.