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Plano de saúde foi obrigado a fornecer medicamento para um beneficiário com esquizofrenia paranoide.A decisão foi profer...
27/08/2026

Plano de saúde foi obrigado a fornecer medicamento para um beneficiário com esquizofrenia paranoide.

A decisão foi proferida por uma Vara Cível de São Paulo (SP), que determinou o fornecimento do medicamento ao paciente.

No caso, o médico responsável pelo tratamento havia prescrito o medicamento.

Porém, o plano de saúde se recusou a custear, argumentando que o remédio é considerado experimental e não está incluído no rol da ANS.

Diante da negativa da operadora, o paciente ingressou com uma ação judicial buscando a cobertura do tratamento.

Ao analisar o caso, a magistrada destacou que uma súmula TJ/SP considera abusiva a recusa de cobertura de tratamento com prescrição médica expressa.

De acordo com ela, mesmo que o tratamento seja experimental ou não esteja listado nos procedimentos da ANS, o plano deve cobrir.

A juíza enfatizou que não havia justificativa para a negativa da operadora, uma vez que existia uma clara indicação médica para o uso do medicamento no tratamento do paciente.

Portanto, foi deferido o pedido.

Também foi determinado que o plano de saúde autorize e custeie o medicamento no prazo de 48 horas, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, limitada a R$ 10 mil.

Já passou por algo parecido?

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Você sabia que é possível decidir, com antecedência, como deseja ser tratado em situações de saúde irreversível?Isso é o...
26/08/2026

Você sabia que é possível decidir, com antecedência, como deseja ser tratado em situações de saúde irreversível?

Isso é o que chamamos de testamento vital!

Esse documento é feito quando o indivíduo, plenamente capaz, registra suas preferências sobre tratamentos médicos em caso de uma doença grave ou irreversível.

O objetivo é garantir que sua vontade seja respeitada, mesmo se ele não puder expressá-la no futuro.

Apesar de ainda não haver uma lei específica referente a essa prática, o Conselho Federal de Medicina reconhece esse direito e há projetos de lei em andamento no Congresso Nacional que buscam regulamentar o testamento vital de forma mais clara.

Isso ocorre porque esse formato é amplamente aceito, tendo base em princípios constitucionais como a dignidade da pessoa humana e a autonomia privada.

Isso significa que, embora o país não tenha uma legislação detalhada sobre o assunto, o documento já tem valor legal e pode ser utilizado para orientar médicos e familiares sobre suas escolhas em casos de incapacidade.

Lembrando que não há um formato obrigatório para esse registro.

No entanto, recomenda-se que ele seja feito por escritura pública ou instrumento particular com a assinatura de duas testemunhas.

Ademais, é importante deixá-lo com alguém de confiança ou registrá-lo em cartório, para que seja facilmente acessado, se necessário.

Se você tem interesse em fazer um testamento vital ou está em dúvida sobre como isso funciona, procure um advogado especializado em direito sucessório.

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Se você tem mais de 70 anos e pretende se casar, há uma mudança importante: o STF derrubou a obrigatoriedade do regime d...
25/08/2026

Se você tem mais de 70 anos e pretende se casar, há uma mudança importante: o STF derrubou a obrigatoriedade do regime de separação de bens para esses casos.

No julgamento do ARE nº 1.309.642/SP, o Supremo decidiu que impor esse regime apenas com base na idade viola princípios constitucionais, como a dignidade da pessoa humana e a igualdade.

O que isso significa na prática?

Agora, os maiores de 70 anos podem escolher livremente o regime de bens que melhor atenda às suas vontades e necessidades, desde que essa escolha seja formalizada por escritura pública.

Essa decisão tem efeito apenas para novos casamentos, ou seja, não altera situações já consolidadas.

Quer entender melhor essa mudança? Consulte um advogado especializado e saiba qual regime de bens é o mais adequado para o seu caso.

Deixar de mencionar os bens a serem inventariados pode ser resultado de ocultação, sonegação ou desvio, em caso de conhe...
25/08/2026

Deixar de mencionar os bens a serem inventariados pode ser resultado de ocultação, sonegação ou desvio, em caso de conhecimento da parte, sendo ato punível por lei.

Entenda mais sobre este assunto!

A ocultação do bem pode ser feita pelo herdeiro, inventariante ou testamenteiro, resultando na perda de direitos sobre ele.

Portanto, diante do conhecimento de quem o fez, perante a lei, a omissão pode ser vista como má-fé, se houver a intenção de fraudar a partilha.

Isto porque, no momento da abertura do inventário, os herdeiros têm o dever de apresentar todos o patrimônio e as dívidas do falecido para que a partilha ocorra.

Atenção: bens em nome do falecido, mas desconhecidos pelos sucessores após a abertura do inventário, não caracterizam má-fé e, portanto, não se confundem com omissão.

Você precisa abrir um inventário?

Então contrate um advogado especialista para analisar o caso e lhe ajudar no que for necessário!

Muitas pessoas pensam que em renegociação de dívidas com os bancos, o desconto é garantido.Contudo, isso não é uma regra...
23/08/2026

Muitas pessoas pensam que em renegociação de dívidas com os bancos, o desconto é garantido.

Contudo, isso não é uma regra!

A renegociação de dívidas é uma ótima saída para quem enfrenta dificuldades financeiras.

Na renegociação, os juros podem ser reduzidos, os prazos aumentados e até mesmo descontos são concedidos para facilitar a quitação do débito.

Mas não há nenhuma lei ou regra para obrigar os bancos a aceitar qualquer proposta do devedor.

Além disso, normalmente, antes de negociar uma dívida, os bancos analisam o risco.

Com o resultado dessa análise e das políticas internas da instituição financeira, as condições serão definidas.

Caso o banco recuse a renegociação da dívida, busque alternativas viáveis que possam ajudá-lo.

Um exemplo é o Procon, que oferece uma forma dos devedores terem a oportunidade de tentar uma negociação por meio da conciliação, na qual o banco deverá apresentar o porquê da recusa da negociação.

Caso ainda assim a instituição financeira não aceite, outra alternativa é contar com o apoio de um advogado especialista para avaliar a possibilidade de resolução do problema em via judicial.

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Comprou um produto e percebeu que veio com defeito?Fique atento ao prazo para reclamar e garantir seus direitos!Os produ...
15/08/2026

Comprou um produto e percebeu que veio com defeito?

Fique atento ao prazo para reclamar e garantir seus direitos!

Os produtos não duráveis são aqueles de consumo imediato ou com curta duração, como alimentos, cosméticos, bebidas e medicamentos.

Assim, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o prazo para reclamar de vícios aparentes ou de fácil constatação é de 30 dias a partir da data da compra.

Se o defeito for oculto (não perceptível de imediato), o prazo de 30 dias começa a contar a partir do momento em que o problema foi identificado.

Como reclamar?

1 – Fale com o fornecedor ou fabricante e exija a troca, reparo ou reembolso;

2 – Se não houver solução, registre uma reclamação no Procon da sua cidade;

3 – Caso necessário, acione a Justiça, já que o consumidor tem direito à reparação.

Se o defeito for confirmado, o fornecedor tem até 30 dias para resolver.

Se não solucionar, o consumidor pode escolher entre a troca do produto por outro novo, o reembolso integral do valor pago ou um desconto proporcional ao problema.

Compartilhe essa informação e ajude mais pessoas a conhecerem seus direitos!

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que um homem tem direito a receber pensão pela morte da esposa, mesmo sem t...
14/08/2026

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que um homem tem direito a receber pensão pela morte da esposa, mesmo sem ter nenhuma deficiência.

A esposa era ligada à Previ, o fundo de aposentadoria dos funcionários do Banco do Brasil.

As regras da Previ permitiam que mulheres recebessem pensão se o marido morresse, mesmo que estivessem saudáveis.

Os homens, por sua vez, só podiam receber se fossem considerados inválidos.

A Justiça entendeu que isso é uma diferença injusta entre os sexos e que vai contra a Constituição, que garante igualdade para todos.

O caso começou no Espírito Santo, onde o viúvo entrou na Justiça e teve vitória. A Previ recorreu, mas o STJ confirmou que ele tem direito ao benefício.

Segundo o ministro responsável, não é certo tratar de forma desigual pessoas que estão na mesma situação, apenas por serem homens ou mulheres.

Com essa decisão, o tribunal reforça que regras criadas depois da Constituição de 1988 precisam respeitar os direitos iguais entre homens e mulheres, sem discriminação.

Você perdeu um companheiro ou companheira e teve a pensão negada por regras injustas?

Procure um advogado de confiança para saber se o seu caso pode ser revisto. Seus direitos precisam ser respeitados!

– REsp 1.639.711.

Antes da conclusão do inventário e da partilha, os bens deixados pela pessoa falecida pertencem ao espólio.Por isso, um ...
13/08/2026

Antes da conclusão do inventário e da partilha, os bens deixados pela pessoa falecida pertencem ao espólio.
Por isso, um herdeiro normalmente não pode vender sozinho um imóvel, veículo ou outro bem específico como se já fosse seu único proprietário.
Dependendo da situação, a venda pode acontecer durante o inventário, desde que sejam respeitados os direitos dos demais herdeiros e, quando necessário, obtida autorização judicial.

Também pode ocorrer a cessão de direitos hereditários. Nesse caso, o herdeiro transfere sua participação na herança, e não diretamente a propriedade exclusiva de um bem determinado.
Essa negociação exige formalidades e pode envolver o direito de preferência dos demais herdeiros.
Uma venda feita de forma irregular pode gerar conflitos e ser questionada judicialmente.

Busque auxílio jurídico especializado antes de assinar contratos ou receber valores.

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