29/04/2026
A Justiça determinou o trancamento definitivo do inquérito policial contra a advogada Áricka Rosália Alves Cunha, reconhecendo a ausência de justa causa, a atipicidade da conduta e ilegalidades no procedimento.
A decisão também anula os atos praticados pela autoridade policial e determina a apuração de possível abuso de autoridade pela Corregedoria da Polícia Civil e pelo Ministério Público.
O caso reforça as prerrogativas da advocacia, especialmente quanto à inviolabilidade do exercício profissional e ao direito à crítica, além de evidenciar que o desrespeito a essas garantias pode invalidar atos processuais.
A decisão ainda determina a restituição da fiança e a devolução dos bens apreendidos.