09/08/2026
💙 Ser pai é permanecer.
O fim de um relacionamento pode encerrar a conjugalidade, mas jamais deve significar o fim da paternidade.
Há pais que, mesmo depois do divórcio, continuam escolhendo estar presentes. Que acompanham, educam, acolhem, protegem, escutam e participam. Pais que compreendem que ninguém se divorcia dos filhos.
Porque paternidade não se resume ao vínculo biológico, ao sobrenome ou ao cumprimento de uma obrigação. Ela se constrói na presença, no cuidado cotidiano, na responsabilidade e, sobretudo, no afeto. 👨👧👦
Neste Dia dos Pais, a Comissão de Direito das Famílias da OAB Goiás celebra aqueles que exercem uma paternidade presente, responsável e afetiva — inclusive quando a família se reorganiza e passa a existir sob uma nova configuração.
Que toda criança possa ter a liberdade de amar e conviver com seu pai. E que todo pai compreenda que permanecer na vida de um filho é também participar da construção de suas memórias, de sua segurança e de sua história.
A relação conjugal pode chegar ao fim.
O amor, o cuidado e a responsabilidade parental, não. 💙
Feliz Dia dos Pais! 👨👧👦✨