08/08/2026
O INSS mudou as regras do jogo para quem pede o benefício por incapacidade (o antigo auxílio-doença) usando o sistema de envio de atestados pela internet. A partir de agora, o sistema ficou muito mais rígido, e qualquer erro bobo na papelada vai fazer o seu pedido ser negado na hora.
Antigamente, se você enviasse um atestado médico rasurado, sem a assinatura do médico, sem o código da doença (CID) ou com a data antiga, o INSS não negava de cara; o sistema entendia que o documento estava incompleto e agendava uma perícia presencial para você levar os papéis certos e falar com o médico do posto.
Essa chance de "corrigir o erro" na perícia presencial acabou. Com a nova regra, se o seu atestado médico não estiver perfeito logo no primeiro envio, o computador do INSS vai rejeitar e indeferir o seu pedido imediatamente.
Você não será mais chamado para uma perícia no posto. Se o seu pedido for negado por falta de algum detalhe no documento, você perderá todo o tempo de espera e terá que entrar com um recurso ou começar um processo totalmente do zero, correndo o risco de atrasar o pagamento que você tanto precisa.
Por isso, antes de enviar qualquer papel para o INSS, é obrigatório conferir se o atestado tem:
➡️A assinatura, carimbo e o número do conselho (CRM) do médico.
➡️O código da doença (CID) bem legível.
➡️Uma data de emissão bem recente.
➡️O tempo estimado que você precisa ficar afastado.
Qualquer detalhe esquecido pode custar o seu benefício.