Gabriela Fernandes Advogados

Gabriela Fernandes Advogados Escritório especializado em buscar pelo seus direitos!�

26/08/2026

Me conta o que você prefere!

25/08/2026

QUANTO DE VOCÊ EXISTE ALÉM DOS PAPÉIS QUE VOCÊ EXERCE?

Às vezes a gente passa tanto tempo sendo tudo para todo mundo que esquece de perguntar: quem sou eu quando não preciso cuidar, resolver ou ser forte?

Se eu tivesse que dividir minha vida hoje, talvez fosse assim:

⚖️ 30% Advogada — a mulher que estuda, argumenta, resolve problemas e carrega a responsabilidade de cuidar juridicamente de histórias que chegam até ela.

👩‍👧‍👦 30% Mãe — provavelmente a parte que mais conhece meu amor, minhas preocupações e também minhas maiores forças.

💼 15% Mulher que trabalha e sonha — que ainda tem planos, metas e muita coisa que quer construir.

❤️ 15% Mulher que ama — que também sente, se entrega, cria expectativas e aprende que vulnerabilidade não é o contrário de força.

🌙 10% Só Gabriela — sem profissão, sem maternidade, sem precisar resolver nada para ninguém. Apenas eu.

E talvez seja justamente nesses 10% que eu esteja aprendendo a prestar mais atenção.

Porque antes de ser advogada, mãe ou qualquer outra coisa, existe uma mulher que também precisa ser cuidada, respeitada e ouvida por ela mesma.

Agora quero fazer essa pergunta para você:

Se você tivesse que dividir sua vida em porcentagens hoje, como ficaria?

Me conta nos comentários. Quero conhecer a mulher que existe por trás de cada perfil que me acompanha. 🤍

Recomeços MulheresQueInspiram DireitoDeFamíliaO importante sempre será recomeçar!

21/08/2026

Seja fiel a você, aos seus sonhos.
Busque sua melhor versão!

Fui mãe aos 17 anos. Depois, aos 22. E, novamente, aos 36.Em cada fase da maternidade, uma nova mulher nasceu em mim. Um...
19/08/2026

Fui mãe aos 17 anos. Depois, aos 22. E, novamente, aos 36.

Em cada fase da maternidade, uma nova mulher nasceu em mim. Uma mulher que precisou amadurecer, enfrentar medos, reconstruir caminhos e aprender que permanecer nem sempre é sinônimo de força.

Por mais difícil que seja sair de uma relação tóxica, violenta ou abusiva, eu sempre escolherei sair. Sempre escolherei preservar a minha dignidade, proteger os meus filhos e recuperar a minha paz.

Porque casamento nenhum merece ser mantido apenas para sustentar uma aparência de felicidade. Porque relacionamento nenhum pode custar a nossa identidade, a nossa saúde emocional, a nossa liberdade ou a referência de mulher que oferecemos aos nossos filhos.

Eu sei que sair não é simples. Existem o medo, a dependência emocional, as ameaças, a culpa, a insegurança financeira e o julgamento de quem não conhece a nossa realidade. Mas também sei que existe vida depois da ruptura. Existe recomeço. Existe liberdade. E existe paz.

Foi também por tudo o que vivi que escolhi ajudar outras mulheres a se desvencilharem de relações que as diminuem, aprisionam e destroem pouco a pouco.

Como mulher, mãe e advogada de famílias, quero ser apoio para que outras mulheres reconheçam a própria força, conheçam seus direitos e compreendam que não precisam permanecer onde são feridas para provar que tentaram o suficiente.

Eu fui mãe aos 17, aos 22 e aos 36 anos. E, em todas as versões de mim, há uma certeza:

Eu sempre escolherei a minha paz.

Gabriela Fernandes
Advogada de Famílias

19/08/2026

E aí, já saiu da zona de conforto?!
Seja ousada e saia do medo!

13/08/2026

A maior liberdade de uma mulher é ter direito de escolhas e o dinheiro traz isso!

12/08/2026

Defender o fim da Lei de Alienação Parental não é defender que pais ou mães possam impedir injustificadamente a convivência familiar. Condutas de manipulação, desqualificação e obstrução de vínculos continuam podendo ser investigadas com base no Código Civil, no ECA e nas normas de proteção à infância.
O problema surge quando a acusação de alienação é utilizada automaticamente para desacreditar denúncias de violência ou para obrigar uma criança a permanecer em uma situação de risco antes de uma investigação adequada.
Se um responsável estiver alienando a criança e, ao mesmo tempo, expondo-a a riscos, é necessário construir uma prova objetiva: cronologia dos fatos, comunicações completas, relatórios escolares e médicos, testemunhas, registros institucionais e avaliação técnica.
Proteção não se prova com discursos. Prova-se com fatos documentados, coerência e atuação responsável sem induzir ou expor ainda mais a criança.

A revogação da lei está em discussão, mas a Lei nº 12.318/2010 permanece vigente⁠.

11/08/2026

PELO FIM DA LEI DE ALIENAÇÃO PARENTAL

Uma lei criada sob o argumento de proteger crianças não pode continuar sendo usada para silenciar denúncias, intimidar mães e transformar atos de proteção em acusações de vingança ou manipulação.
Crianças não devem ser utilizadas em disputas entre adultos, mas também não podem ser obrigadas a conviver a qualquer custo quando existem sinais de medo, sofrimento ou risco. Antes de acusar quem denuncia, é indispensável investigar os fatos com seriedade, escuta especializada e profissionais capacitados.
Precisamos de mecanismos mais seguros, científicos e responsáveis, que preservem os vínculos familiares sem colocar a convivência acima da integridade física e emocional da criança.
Proteger não é alienar.
Denunciar não é manipular.
Ter cautela não é praticar vingança.
Que a Lei de Alienação Parental seja revogada e substituída por instrumentos que realmente respeitem a voz, a segurança e o melhor interesse de cada criança.

Enquanto alguns caminham livres de grandes responsabilidades, muitas mulheres sobem seus próprios degraus carregando mui...
13/03/2026

Enquanto alguns caminham livres de grandes responsabilidades, muitas mulheres sobem seus próprios degraus carregando muito mais peso: filhos, trabalho, casa, cobranças sociais e, muitas vezes, abandono emocional e financeiro. A luta feminina raramente é apenas profissional; ela é também materna, emocional, social e jurídica.
No Direito de Família, essa desigualdade aparece diariamente. São inúmeras mulheres que assumem sozinhas a criação dos filhos, enfrentam processos de pensão alimentícia, batalham pela guarda, lutam contra a violência doméstica ou tentam reconstruir a própria vida após relações marcadas por abuso, abandono ou desigualdade.
Por trás de muitos processos judiciais existem histórias de mulheres que precisaram se reinventar para proteger seus filhos e garantir dignidade à família. Mulheres que, mesmo cansadas, seguem firmes porque sabem que sua luta não é apenas por elas, mas também pelas próximas gerações.
O Direito de Família, nesse cenário, torna-se uma ferramenta de justiça e proteção. Ele não é apenas um conjunto de normas jurídicas é também um instrumento para equilibrar relações, garantir direitos e assegurar que nenhuma mulher precise carregar sozinha o peso que deveria ser compartilhado.
Por isso, quando falamos de igualdade, precisamos lembrar que ela não nasce apenas de discursos, mas de reconhecimento, proteção jurídica e justiça real para quem luta todos os dias.

Porque muitas mulheres não apenas sobem escadas na vida.
Elas sobem carregando o mundo nos braços Esse conteúdo mexeu com você?! Ficou com dúvidas? Me conte nos comentários.

Esse card traz uma reflexão muito profunda sobre comportamento humano e sobre a maturidade emocional nas relações.Existe...
10/03/2026

Esse card traz uma reflexão muito profunda sobre comportamento humano e sobre a maturidade emocional nas relações.

Existem pessoas que não discutem para buscar a verdade, para resolver um conflito ou para construir algo melhor. Elas discutem apenas para defender uma narrativa que criaram, muitas vezes baseada em distorções, omissões ou mentiras. Para essas pessoas, a verdade não importa o que importa é manter a imagem que construíram de si mesmas ou sustentar a sensação de superioridade.
Quando alguém precisa mentir para manter sua identidade, significa que essa identidade é frágil. E quando alguém precisa diminuir o outro para se sentir melhor, isso revela muito mais sobre suas próprias inseguranças do que sobre quem está sendo atacado.
Por isso, discutir com esse tipo de pessoa raramente leva a algum lugar. Não há diálogo possível quando uma das partes não está comprometida com a verdade, mas apenas com a manutenção de uma versão conveniente da realidade.
A maturidade está em entender que nem toda batalha merece ser travada. Às vezes, o maior sinal de força não é vencer uma discussão, mas simplesmente não entrar nela.
Quem conhece sua própria verdade não precisa provar nada o tempo todo.
E quem vive de mentira, cedo ou tarde, acaba sendo confrontado pela própria realidade.
Silêncio, dignidade e consciência limpa sempre falarão mais alto. ✨

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