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Ao transferir imóveis para uma empresa ou holding, a cobrança de ITBI deve ser analisada com atenção.Em regra, a Constit...
20/05/2026

Ao transferir imóveis para uma empresa ou holding, a cobrança de ITBI deve ser analisada com atenção.

Em regra, a Constituição prevê imunidade do ITBI quando bens imóveis são incorporados ao patrimônio de uma pessoa jurídica para realização de capital.

A exceção ocorre quando a atividade preponderante da empresa é imobiliária, como compra e venda, locação ou arrendamento de imóveis.

Em decisão recente, o TJSP reforçou que a prefeitura não pode afastar essa imunidade apenas porque a empresa permaneceu inativa ou sem receita operacional no período analisado.

Para exigir o imposto, é necessário comprovar a atividade imobiliária preponderante. A cobrança não pode se basear em mera presunção.

Na prática, essa decisão é relevante para empresas, holdings patrimoniais, grupos familiares e operações de reorganização societária.

Antes de integralizar imóveis, constituir uma holding ou reorganizar o patrimônio empresarial, é essencial avaliar os impactos tributários da operação.

💡 Planejamento tributário e societário bem feito evita riscos, reduz custos indevidos e protege decisões empresariais relevantes.

PlanejamentoSocietário EmpresasFamiliares FRGAdvogadas

Empresas optantes pelo Simples Nacional precisam ficar atentas a um prazo importante.A Resolução CGSN nº 186/2026 defini...
12/05/2026

Empresas optantes pelo Simples Nacional precisam ficar atentas a um prazo importante.

A Resolução CGSN nº 186/2026 definiu que a opção pelo Simples Nacional para o ano-calendário de 2027 deverá ser realizada entre 1º e 30 de setembro de 2026.

Além disso, com a transição da Reforma Tributária, as empresas também deverão avaliar se irão recolher IBS e CBS dentro do Simples Nacional ou pelo regime regular, modelo que vem sendo chamado de “Simples Híbrido”.

Essa escolha pode impactar diretamente a rotina tributária e comercial da empresa.

Entre os pontos de atenção estão:

• aproveitamento de créditos tributários pelos clientes;
• competitividade na contratação por empresas maiores;
• efeitos no fluxo de caixa;
• transparência no recolhimento dos tributos;
• riscos de uma escolha feita sem planejamento.

Na prática, o Simples Nacional passa a exigir uma análise ainda mais estratégica.

Antes de optar, é importante avaliar o perfil da empresa, seus clientes, fornecedores, margens, operação e impactos tributários da nova sistemática.

⚠️ O prazo vai até 30/09/2026.

A decisão, porém, deve começar a ser analisada desde já.

PlanejamentoTributário DireitoEmpresarial Empresas

Antes de qualquer grande passo, existe uma presença que ensina.Mãe é cuidado que acolhe, força que orienta e amor que pe...
10/05/2026

Antes de qualquer grande passo, existe uma presença que ensina.

Mãe é cuidado que acolhe, força que orienta e amor que permanece mesmo nos detalhes mais simples da rotina.

É quem transforma renúncias em gestos silenciosos, presença em segurança e afeto em caminho.

Neste Dia das Mães, nossa homenagem a todas as mães que inspiram, protegem, conduzem e fazem a vida acontecer com amor.

Feliz Dia das Mães. 🌹

Sua empresa acompanha de perto o que pode mudar na cobrança do Sistema S?O STJ está analisando uma discussão tributária ...
09/05/2026

Sua empresa acompanha de perto o que pode mudar na cobrança do Sistema S?

O STJ está analisando uma discussão tributária com potencial impacto bilionário para o setor produtivo: a possibilidade de limitar a base de cálculo das contribuições destinadas ao Sistema S e outras entidades.

Na prática, essa decisão pode influenciar diretamente empresas que possuem folha de pagamento mais robusta, abrindo discussões sobre redução de encargos e eventual recuperação de valores pagos nos últimos anos.

⚠️ Mas atenção: não se trata apenas de “esperar o julgamento”.

Empresas que atuam com planejamento tributário preventivo conseguem avaliar cenários, identificar oportunidades e tomar decisões com mais segurança antes que mudanças relevantes impactem o caixa do negócio.

Em um ambiente empresarial cada vez mais complexo, acompanhar decisões como essa não é detalhe jurídico.

É estratégia.

Sua empresa já avalia os impactos tributários da folha de pagamento?

TributárioEmpresarial

🚨 NOVA PROVA DIGITAL NO DIREITO TRIBUTÁRIO: STJ valida telas e extratos eletrônicos da Fazenda PúblicaO Superior Tribuna...
29/04/2026

🚨 NOVA PROVA DIGITAL NO DIREITO TRIBUTÁRIO: STJ valida telas e extratos eletrônicos da Fazenda Pública

O Superior Tribunal de Justiça decidiu que telas e extratos de sistemas eletrônicos da administração fazendária podem ser usados como prova válida em processos judiciais, inclusive para comprovar parcelamento de débito tributário e interromper a prescrição da cobrança.

📌 Na prática, o que isso significa?
A Fazenda Pública poderá utilizar registros internos digitais como elemento probatório, com presunção relativa de veracidade. Ou seja: o documento vale como prova inicial, cabendo ao contribuinte impugnar sua autenticidade ou conteúdo, se houver inconsistências.

⚖️ Por que essa decisão importa para empresas?

✔️ Execuções fiscais podem ganhar novo fôlego com provas digitais antes desconsideradas.
✔️ Sistemas eletrônicos passam a ter peso relevante em discussões tributárias.
✔️ Empresas precisam revisar histórico de parcelamentos, reconhecimentos de dívida e registros administrativos.
✔️ A defesa tributária exige atuação técnica e rápida diante de cobranças reativadas.

📍 Alerta empresarial:
Muitas empresas acreditam que determinado débito está prescrito, mas decisões como essa mostram que documentos digitais podem alterar completamente o cenário jurídico.

Na área tributária, detalhes documentais fazem diferença entre encerrar uma cobrança ou reabrir um passivo relevante.

🤝 A FRG Advogadas atua de forma estratégica na análise de execuções fiscais, prescrição tributária e defesas empresariais, sempre com foco em segurança jurídica e proteção patrimonial.

FRGAdvogadas SegurançaJurídica Empresarial

Se você arrenda ou cede terra, existe um ponto que muitos contratos ignoram, e que pode mudar completamente o cenário.Um...
16/04/2026

Se você arrenda ou cede terra, existe um ponto que muitos contratos ignoram, e que pode mudar completamente o cenário.

Uma decisão recente do STJ trouxe um entendimento importante:
a perda da propriedade do imóvel pode extinguir automaticamente o contrato de arrendamento.

Na prática, isso significa que, mesmo com prazo definido, cláusulas bem estruturadas e acordo firmado entre as partes, o contrato pode deixar de existir se o proprietário perder o imóvel.

📌 Ou seja:
o contrato depende da existência da propriedade.

Esse é um ponto crítico para o agronegócio, porque envolve riscos que muitas vezes não estão visíveis no momento da negociação.

Para quem arrenda:
existe o risco de perder a área mesmo estando em dia com o contrato.

Para quem cede a terra:
a situação do imóvel pode impactar diretamente a validade do acordo.

👉 O que essa decisão reforça é simples:
não basta ter um contrato, é preciso entender a estrutura jurídica por trás dele.

No agro, segurança jurídica não está só no papel.
Está na forma como o negócio é estruturado.

É exatamente aqui que a atuação preventiva faz diferença.

LEI 15.377/2026 de abril de 2026 ALTERA A CLT E CRIA NOVAS OBRIGAÇÕES PARA EMPRESASA nova legislação trouxe uma mudança ...
10/04/2026

LEI 15.377/2026 de abril de 2026 ALTERA A CLT E CRIA NOVAS OBRIGAÇÕES PARA EMPRESAS

A nova legislação trouxe uma mudança importante: a empresa deixa de ser apenas passiva e passa a ter um dever ativo na promoção da saúde dos trabalhadores.

Na inclusão do art. 169-A na CLT a empresa tem a obrigação de informar os colaboradores sobre vacinação,
conscientizar sobre HPV e câncer (mama, colo do útero e próstata), orientar sobre prevenção e diagnóstico.

Na alteração do art. 473 da Clt, o empregado pode se ausentar para exames preventivos sem prejuízo do salário, e a empresa deve informar esse direito.

Importante: Não basta permitir, é necessário informar, orientar e comprovar que fez isso.

Isso impacta diretamente:
• RH
• Compliance
• Gestão de riscos

Empresas que não se adequarem podem enfrentar riscos jurídicos relevantes.

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Atuação preventiva é proteção estratégica.

Durante muito tempo, a relação entre empresas e o Fisco foi pautada por fiscalização e reação.Agora, esse cenário começa...
02/04/2026

Durante muito tempo, a relação entre empresas e o Fisco foi pautada por fiscalização e reação.

Agora, esse cenário começa a mudar.

A Receita Federal tem ampliado programas de conformidade que diferenciam contribuintes de acordo com seu nível de regularidade, transparência e organização fiscal.

Na prática, isso significa que empresas que mantêm uma postura estruturada podem ter:

✔️ Menor exposição a fiscalizações invasivas
✔️ Tratamento mais previsível
✔️ Redução de riscos operacionais
✔️ Mais segurança na tomada de decisões

A conformidade deixa de ser apenas uma obrigação legal
e passa a ser um ativo estratégico.

Empresas que tratam o tributário apenas como custo tendem a reagir.
Empresas que estruturam o tributário como estratégia passam a antecipar cenários e ganhar vantagem competitiva.

📌 Em um ambiente regulatório cada vez mais complexo,
não se trata apenas de estar em dia, mas de estar bem posicionado diante do Fisco.

É exatamente nesse ponto que a atuação preventiva faz diferença.


Distribuir lucros de forma desproporcional é permitido pela legislação.Mas isso não significa que está livre de question...
25/03/2026

Distribuir lucros de forma desproporcional é permitido pela legislação.
Mas isso não significa que está livre de questionamentos fiscais.

Uma recente decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo reforçou um ponto crítico:
quando não há justificativa negocial concreta, a operação pode ser requalificada como doação, com incidência de ITCMD.

No caso analisado, os sócios de uma holding familiar realizaram distribuições em valores diferentes da participação societária, sem demonstrar fundamento econômico consistente.
O Tribunal entendeu que houve transferência patrimonial por liberalidade, caracterizando o fato gerador do imposto.

📌 O ponto central não é a forma da operação, mas sim a substância econômica por trás dela.

Para empresas e estruturas familiares, isso acende um alerta importante:

✔️ A distribuição desproporcional exige fundamentação
✔️ A justificativa deve ser real, documentada e consistente
✔️ O planejamento societário precisa estar alinhado ao tributário

No ambiente empresarial, decisões societárias mal estruturadas podem gerar impactos fiscais relevantes.

👉 Mais do que permitir, é preciso justificar, documentar e estruturar corretamente.

Empresas que enfrentam execuções fiscais frequentemente precisam oferecer garantias para suspender a exigibilidade do dé...
17/03/2026

Empresas que enfrentam execuções fiscais frequentemente precisam oferecer garantias para suspender a exigibilidade do débito.

Entre as opções mais utilizadas estão a fiança bancária e o seguro-garantia, justamente por permitirem a continuidade das operações sem comprometer diretamente o caixa.

No entanto, ainda é comum que o Fisco tente recusar essas garantias e exija o depósito integral em dinheiro.

A jurisprudência vem consolidando o entendimento de que essa recusa não pode ser feita de forma arbitrária, especialmente quando as garantias apresentadas são idôneas e suficientes.

Na prática, isso representa um ponto essencial para as empresas:

✔️ Proteção do fluxo de caixa
✔️ Continuidade operacional
✔️ Gestão estratégica do passivo tributário

Em matéria tributária, a forma como a empresa se posiciona diante da execução faz toda a diferença no impacto financeiro do processo.

📌 Mais do que reagir, é preciso estruturar a defesa com estratégia.

A atualização da NR-1 trouxe uma mudança relevante que muitas empresas ainda estão assimilando.A norma reforçou o Progra...
11/03/2026

A atualização da NR-1 trouxe uma mudança relevante que muitas empresas ainda estão assimilando.

A norma reforçou o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) como instrumento central da gestão de segurança e saúde no trabalho.

Na prática, isso significa que o gerenciamento de riscos ocupacionais precisa estar formalmente estruturado, documentado e constantemente monitorado dentro da empresa.

O PGR passa a exigir, entre outros pontos:

•⁠ ⁠identificação e inventário dos riscos ocupacionais
•⁠ ⁠definição de medidas preventivas
•⁠ ⁠plano de ação estruturado
•⁠ ⁠acompanhamento e atualização contínua das medidas adotadas

Essa estrutura ganha importância não apenas para a organização interna da empresa, mas também em processos de fiscalização e na análise de responsabilidade em disputas trabalhistas.

Em outras palavras, a gestão de riscos no ambiente de trabalho deixa de ser apenas uma obrigação operacional e passa a integrar a governança e a estratégia de prevenção jurídica das empresas.

Organizações que tratam esse tema de forma estruturada tendem a fortalecer sua segurança jurídica e reduzir potenciais passivos trabalhistas.

Endereço

R. Nabi Haber, 370/São José
Franca, SP
14401-286

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