Lia Lopes Advocacia

Lia Lopes Advocacia Advocacia Tributária, com expertise em Gestão Tributária Empresarial.

Faturamento chama atenção, mas não conta a história inteira. É a combinação entre margem, caixa e capacidade de decisão ...
21/08/2026

Faturamento chama atenção, mas não conta a história inteira. É a combinação entre margem, caixa e capacidade de decisão que mostra o quanto um negócio está, de fato, preparado para crescer.

Porque nem sempre vender mais significa estar mais forte. Muitas vezes, a pergunta mais importante não é quanto a empresa fatura, mas o quanto ela entende sobre o que sustenta esse resultado.

19/08/2026

Muitas vezes, adiar uma decisão é confundido com prudência.

A gente espera o cenário melhorar, a certeza chegar, o medo passar ou o momento ideal aparecer.

Mas o tempo não mantém as situações no mesmo lugar.

Enquanto você espera, as circunstâncias mudam, as oportunidades passam, as relações se transformam e alguns caminhos começam a se fechar.

Porque aquilo que você não decide também influencia.

Nem toda espera é sabedoria.
Às vezes, é apenas o medo escolhendo por você.

A urgência reduz escolhas.
A estratégia preserva opções.

🚨 O passivo tributário não pesa só no valor da dívida.Quando ele começa a pressionar o caixa, também limita decisões, ad...
18/08/2026

🚨 O passivo tributário não pesa só no valor da dívida.

Quando ele começa a pressionar o caixa, também limita decisões, adia investimentos e reduz a capacidade de crescimento da empresa.

Por isso, antes de buscar um novo parcelamento, é preciso entender se a negociação realmente resolve o passivo ou apenas empurra para frente.

Gestão da Dívida Fiscal é preservar a operação e recuperar capacidade de decisão.

Envie PASSIVO no direct para entender quais pontos precisam ser analisados no seu negócio.


17/08/2026

Imagine que a venda já foi fechada, o produto está pronto para sair ou o serviço já foi prestado, mas a nota fiscal é emitida com informações inconsistentes.

O problema deixa de ser só tributário e começa a atingir o faturamento, o relacionamento com o cliente e o fluxo de caixa.

Tenho visto muitos empresários anotarem uma única data divulgada sobre a Reforma Tributária e assumirem que ela vale para todas as empresas.

Mas não funciona exatamente assim.

Os prazos podem mudar conforme o regime tributário, a operação e os documentos fiscais que a empresa emite. Por isso, essa preparação também precisa envolver a gestão, o financeiro, o faturamento, o comercial e a tecnologia.

A empresa precisa confirmar três pontos:

- Quais documentos fiscais sustentam cada tipo de operação e receita;
- Qual cronograma vale para cada documento e quem será responsável pelas adaptações;
- Se o sistema de faturamento, as regras tributárias e os cadastros de produtos, serviços e clientes já foram testados.

Porque mesmo com o sistema atualizado, uma parametrização inadequada pode gerar informações inconsistentes, calcular IBS e CBS de forma incorreta e levar a erros tributários para dentro da operação.
E quando isso acontece no faturamento, o efeito pode aparecer em forma de retrabalho, divergência com clientes, cobrança incorreta, perda de margem e necessidade de correções depois que a operação já aconteceu.

É por isso que eu sempre reforço: se preparar para a Reforma Tributária também é uma questão de governança. É definir responsáveis, testar processos e acompanhar os prazos antes que uma inconsistência fiscal gere impacto financeiro para o negócio.

Compartilhe este alerta com seus sócios e com os gestores responsáveis pelo faturamento, financeiro e tecnologia da empresa.

No tributário, não existe mágica. 🪄Existe método para entender o passivo, estratégia para proteger o caixa e decisões su...
14/08/2026

No tributário, não existe mágica. 🪄

Existe método para entender o passivo, estratégia para proteger o caixa e decisões sustentáveis para o negócio. ✨

O que às vezes parece simples por fora, quase sempre é resultado de análise, governança e execução nos bastidores.

13/08/2026

Uma decisão pode ser comercialmente promissora e, ainda assim, produzir efeitos tributários capazes de comprometer a margem, o caixa e o resultado da empresa no médio prazo.

Por isso, empresas com visão de negócio não analisam o tributário apenas depois que a operação aconteceu.

Elas incluem essa variável antes de contratos, investimentos, reorganizações societárias e novas decisões comerciais.

O caso recente envolvendo Receita Federal e Petrobras mostra justamente o valor de uma postura preventiva: analisar antecipadamente os efeitos tributários de uma operação pode reduzir incertezas e tornar a tomada de decisão mais segura.

Nem toda empresa tem acesso aos mesmos instrumentos utilizados nesse caso.
Mas toda empresa pode desenvolver governança tributária para identificar riscos antes que eles se transformem em impacto financeiro.

Tributário não deve entrar na conversa apenas quando existe uma fiscalização, ele precisa participar da decisão enquanto ainda existe espaço para escolher.

Compartilhe com seus sócios e gestores. Decisões estratégicas precisam ser avaliadas por todos os ângulos.

11/08/2026

A Reforma Tributária impõe uma mudança estrutural que pode afetar diretamente a rentabilidade das empresas, mesmo quando o volume de faturamento permanece estável.

Isso acontece porque a formação de preços passará a depender de variáveis tributárias, financeiras e comerciais que exigem uma revisão imediata da governança fiscal e da estratégia de margem.

Entre os principais fatores que impactarão o resultado líquido das empresas, destacam-se:

• a incidência e o cálculo do IBS e da CBS estruturados “por fora”;
• a gestão e o efetivo aproveitamento dos créditos tributários em cada elo da cadeia operacional;
• o enquadramento tributário de clientes e fornecedores;
• a aplicação de regimes específicos, reduções de alíquotas e tratamentos diferenciados;
• a existência de insumos e custos operacionais que não gerem direito a crédito;
• e as cláusulas contratuais que definem quem efetivamente absorverá o ônus tributário.

Por isso, simplesmente reproduzir a tabela de preços atual, sem simular essas variáveis, pode comprometer o valor líquido que permanece no caixa da empresa após a incidência dos novos tributos.

O ano de 2026 deve ser tratado como um período estratégico para modelagem de cenários, recálculo de margens, revisão da precificação e renegociação preventiva de contratos.

Antes de iniciar qualquer nova tratativa comercial, a gestão precisa mensurar:

• qual é a margem mínima que o negócio precisa preservar;
• qual é o volume real de créditos aproveitáveis dentro da nova lógica de não cumulatividade;
• como a carga tributária será distribuída ao longo da cadeia de valor;
• e qual é a elasticidade do mercado diante dos ajustes necessários nos preços finais.

A pergunta estratégica é: quanto da receita continuará, efetivamente, se transformando em margem e caixa para a empresa?

É por isso que precificação, contratos, créditos tributários e fluxo de caixa precisam passar a fazer parte da mesma bússola tributária.

Salve esta publicação para orientar o planejamento estratégico da sua empresa durante a Reforma e compartilhe com seus sócios, diretores financeiros e gestores.

A rejeição automática dos documentos fiscais sem o preenchimento dos campos de IBS e CBS foi adiada. A obrigatoriedade d...
10/08/2026

A rejeição automática dos documentos fiscais sem o preenchimento dos campos de IBS e CBS foi adiada. A obrigatoriedade de informar os novos tributos, porém, continua vigente.

Para o empresário, esse adiamento representa uma nova oportunidade para revisar a operação antes que as regras de validação sejam aplicadas.

E há muito trabalho pela frente.

Uma pesquisa da IOB, realizada com 967 empresas, mostrou que apenas 5,18% já haviam atualizado os cadastros de produtos para atender às novas exigências tributárias. Outros 25,18% conheciam o tema, mas ainda não tinham iniciado a preparação.

A adequação passa pela revisão dos produtos, das classificações fiscais, das parametrizações tributárias e dos sistemas utilizados para emitir os documentos. Também exige alinhamento entre as áreas fiscal, contábil, tecnológica e operacional.
Erros nessas informações podem gerar divergências, retrabalho e dificuldades na emissão das notas quando as validações forem exigidas.

Sua empresa já sabe quais cadastros e processos precisam ser corrigidos?

Salve este conteúdo para orientar essa revisão e compartilhe com os gestores responsáveis pelas áreas fiscal e contábil.

Nem toda empresa exposta à mesma mudança chega ao outro lado da mesma forma.Em "Antifrágil: Coisas que se Beneficiam com...
07/08/2026

Nem toda empresa exposta à mesma mudança chega ao outro lado da mesma forma.

Em "Antifrágil: Coisas que se Beneficiam com o Caos", Nassim Nicholas Taleb apresenta a antifragilidade como a capacidade de não apenas resistir à instabilidade, mas evoluir a partir dela.

É sob essa perspectiva que eu olho para a Reforma Tributária: não apenas como uma agenda de adequação, mas como um momento para o empresário identificar fragilidades, rever decisões e fortalecer a estratégia do negócio.

As regras mudarão para todos. A diferença estará na forma como cada empresa usará esse período de transição.

Sua empresa está se preparando apenas para cumprir as novas regras ou para competir melhor no novo cenário?

Compartilhe esta reflexão com seus sócios e gestores.

Endereço

Avenida Desembargador Moreira 760, Sala 2005, Meireles
Fortaleza, CE
60170-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Lia Lopes Advocacia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar