10/09/2026
O Supremo Tribunal Federal atravessa uma crise institucional sem precedentes em setembro de 2026. O presidente da Corte, ministro Edson Fachin, adotou medidas drásticas para tentar conter o desgaste interno, avocaço o Inquérito das Fake News (retirando a condução de Alexandre de Moraes e passando-a para a Presidência), suspendendo decisões cruzadas dos ministros André Mendonça e Flávio Dino sobre o controle da Polícia Federal, e promovendo o cancelamento extraordinário de sessões plenárias.
Manifesto pela Independência e Moralidade Institucional
A República Federativa do Brasil assiste, atônita e profundamente preocupada, a um dos momentos mais graves e degradantes de sua história institucional. A Suprema Corte, que deveria ser a guardiã intransigente da Constituição e o porto seguro da ordem jurídica, tem sido palco de conflitos internos, decisões cruzadas e episódios que desafiam o bom senso e o equilíbrio entre os Poderes da República.
É imperativo clamar a Deus que ilumine o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, concedendo-lhe sabedoria, coragem e firmeza inabalável diante dessas verdadeiras aberrações que fragilizam o Estado Democrático de Direito. A gravidade do cenário exige pulso firme para resgatar a credibilidade de um tribunal que já foi motivo de orgulho nacional.
Não se pode tolerar a continuidade de posturas de ministros cujas atuações geram profunda instabilidade institucional e jurídica no país, a exemplo de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Flávio Dino. Causa espécie e indignação ver manifestações e fundamentações — como as atribuídas a Flávio Dino — que tentam colocar órgãos estatais essenciais, a exemplo da Polícia Federal, à disposição de conveniências do Poder Executivo e do presidente Luís Inácio Lula da Silva, ferindo de morte os princípios republicanos e a separação de Poderes.
Quando ex-ministros da Suprema Corte e autoridades tradicionais precisam se manifestar publicamente ou enviar cartas de alerta sobre a desmoralização e o rumo trágico que o Judiciário vem tomando, f**a evidente que o colapso institucional bate à porta. A advocacia e os operadores do Direito comprometidos com a verdade não podem silenciar