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Giuseppe Sarto Advocacia Prestamos serviços jurídicos especializados e administração de imóveis com presteza e transparência. Atendimento online para todo o Brasil.

A Giuseppe Sarto Advocacia oferece soluções completas em Direito e Negócios Imobiliários, com presteza, transparência e agilidade em Fortaleza, Eusébio e Aquiraz. Foco primordial em Direito Imobiliário, nossa atuação abrange:
Advocacia: Compra, venda, regularização de imóveis, usucapião, ações de cobrança e despejo, assessoria jurídica para condomínios e imobiliárias. Corretagem e Gestão de Imóveis: Anúncio e locação de propriedades (incluindo por temporada, Airbnb e Booking), elaboração de contratos de aluguel e gestão de cobranças. Nossa missão é garantir a segurança e satisfação dos clientes em todas as suas necessidades imobiliárias e jurídicas, com expertise também em Direito Civil e Consumidor.

Pagar o IPTU Garante Que Você Nunca Perderá Seu Imóvel? A Justiça Diz Que Não!Existe uma lenda urbana no mercado imobili...
02/10/2026

Pagar o IPTU Garante Que Você Nunca Perderá Seu Imóvel? A Justiça Diz Que Não!

Existe uma lenda urbana no mercado imobiliário de que o proprietário que continua pagando o carnê do IPTU está 100% blindado contra a Usucapião, mesmo que abandone o imóvel nas mãos de terceiros. Uma recente decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ/MG) acaba de desmentir isso.

O caso envolveu uma mulher de 65 anos que ficou morando no imóvel após a separação, em 2008. O antigo companheiro foi embora, mas o dono do imóvel no papel continuou pagando o IPTU. Apenas em 2022 o proprietário tentou cobrar aluguel e pedir a desocupação.

O resultado? A mulher ganhou a propriedade definitiva do imóvel por Usucapião Especial Urbana.

Os desembargadores deixaram claro que:

O prazo para a usucapião urbana é de apenas 5 anos. Como ela morava lá sozinha desde 2008, o direito dela já estava garantido em 2013. A notif**ação de 2022 chegou tarde demais.

Pagar imposto não é morar. A mulher provou que cuidava da casa, mantinha o lar e era reconhecida pelos vizinhos como a verdadeira dona.

A Justiça aplicou o Protocolo de Perspectiva de Gênero do CNJ, reconhecendo que para uma mulher em vulnerabilidade, o cuidado com a casa vale muito mais do que a capacidade financeira de pagar um boleto bancário.

A lei não socorre quem dorme. Proprietários precisam exercer a posse ativa, e ocupantes que preenchem os requisitos devem buscar a regularização o quanto antes.

A Justiça Pode Mandar Vender um Imóvel de Luxo para Pagar Dívidas e Devolver o Troco ao Devedor?Muitos credores tentam c...
28/08/2026

A Justiça Pode Mandar Vender um Imóvel de Luxo para Pagar Dívidas e Devolver o Troco ao Devedor?

Muitos credores tentam convencer a Justiça de que a proteção legal do "Bem de Família" não deveria valer para imóveis de alto padrão. O argumento costuma ser: vende-se a mansão, paga-se a dívida, e com o que sobrar, o devedor compra um apartamento mais simples.

Mas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acaba de barrar definitivamente essa prática.

A 3ª Turma do STJ decidiu, por unanimidade, que a Lei do Bem de Família (Lei 8.009/90) não faz distinção de preço, tamanho, localização ou nível de luxo do imóvel residencial. A proteção ao teto da família é um direito fundamental.

O ministro relator foi duro e direto: não cabe ao juiz, sob o pretexto de "fazer justiça no caso concreto", criar uma regra que não existe na lei, usurpando a função do Poder Legislativo. Permitir isso criaria uma imensa insegurança jurídica.

Portanto, se a residência é o único imóvel da família, ela segue impenhorável para dívidas gerais, seja ela avaliada em trezentos mil ou trinta milhões de reais.

Proteger o patrimônio exige conhecimento técnico. Não deixe suas defesas para a última hora em processos de execução.

Atenção Devedores: Um Erro do Banco na Intimação Pode Salvar o Seu Imóvel!Quando um financiamento imobiliário atrasa e o...
17/08/2026

Atenção Devedores: Um Erro do Banco na Intimação Pode Salvar o Seu Imóvel!

Quando um financiamento imobiliário atrasa e o imóvel é dado em alienação fiduciária, o banco precisa seguir um procedimento rigoroso em cartório para tomar o bem. E é justamente aí que as instituições financeiras mais cometem erros fatais.

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) acaba de anular um procedimento da Caixa Econômica Federal que tomou o imóvel de uma família. O motivo? O banco intimou apenas o marido sobre o atraso, deixando de notif**ar pessoalmente a esposa, que também constava no contrato como garantidora.

A Justiça deu uma verdadeira aula, aplicando o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ. A relatora destacou que admitir que a intimação do marido basta para a esposa seria o mesmo que anular a individualidade jurídica da mulher. Ela perdeu a chance de renegociar a dívida ou proteger o patrimônio porque simplesmente não foi avisada pela via legal.

O tribunal também considerou a proteção constitucional por haver uma pessoa com deficiência residindo no local. O resultado foi a anulação do procedimento e a manutenção do imóvel com a família.

Se o seu imóvel foi ou está sendo levado a leilão, não perca a esperança. A análise minuciosa do processo de intimação pelo cartório frequentemente revela nulidades que podem reverter a situação.

Atenção ao Construir em Terreno Alugado: O STJ e a Polêmica das "Benfeitorias vs. Acessões"Um dos maiores riscos na loca...
12/08/2026

Atenção ao Construir em Terreno Alugado: O STJ e a Polêmica das "Benfeitorias vs. Acessões"

Um dos maiores riscos na locação comercial é alugar um terreno vazio, investir pesado na construção do negócio (galpão, loja, quadras) e descobrir no final do contrato que você não tem direito a receber nenhum centavo de volta.

Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) jogou um balde de água fria em uma tese muito usada por inquilinos.

Muitos contratos trazem a cláusula padrão de "renúncia à indenização por benfeitorias". Advogados de inquilinos argumentavam que construir um prédio do zero não é uma "benfeitoria" (reforma), mas sim uma "acessão" (criação nova), e que a lei manda interpretar renúncias de forma restrita. Logo, eles pediam a indenização pela obra.

O STJ decidiu que a vontade das partes vale mais que o dicionário jurídico. Se o inquilino alugou um terreno vazio com uma cláusula de renúncia, era óbvio que o objetivo era construir e que ele estava abrindo mão de cobrar o dono do terreno depois.

A lição que f**a: o Judiciário tem prestigiado a boa-fé e o que foi efetivamente combinado entre as partes, deixando de lado o excesso de formalismo. Assinar contratos genéricos pegos na internet para operações comerciais complexas é um atalho para o prejuízo.

TER 10 IMÓVEIS SIGNIFICA QUE VOCÊ NÃO TEM DIREITO À JUSTIÇA GRATUITA?Este é um daqueles casos que dividem opiniões no me...
28/07/2026

TER 10 IMÓVEIS SIGNIFICA QUE VOCÊ NÃO TEM DIREITO À JUSTIÇA GRATUITA?

Este é um daqueles casos que dividem opiniões no meio jurídico e geram debates acalorados sobre os limites da gratuidade da justiça.

Uma mulher foi condenada a pagar cerca de R$ 680 mil em honorários de sucumbência em um processo de R$ 4 milhões. Como ela era beneficiária da justiça gratuita, a cobrança ficou suspensa pelo prazo de cinco anos, conforme o Código de Processo Civil.

Os advogados credores descobriram que ela possuía dez imóveis (alguns voltados para lazer) e foram à Justiça exigir a revogação do benefício e a penhora de bens para receber seus honorários alimentares.

O juiz, no entanto, deu ganho de causa à devedora. O argumento central: não basta apontar a existência de imóveis. Era preciso comprovar que houve um acréscimo patrimonial efetivo ou mudança na capacidade financeira após a concessão do benefício. Como os bens já faziam parte do patrimônio anterior e o benefício nunca havia sido revogado formalmente, a execução foi extinta e os próprios advogados acabaram condenados em honorários de 10% por moverem a cobrança indevida.

A decisão gerou fortes críticas dos profissionais da advocacia, que questionam como alguém com patrimônio imobiliário robusto pode ser considerado juridicamente vulnerável. Por outro lado, do ponto de vista processual, a decisão lembra que revogar direitos concedidos exige prova concreta de alteração fática, e não apenas suposições sobre o valor dos bens.

Qual é a sua opinião sobre esse cenário? A lei protege demais o devedor ou o credor deve provar a alteração econômica?

Atenção Locadores e Inquilinos: O Mito da "Reforma Autorizada" na Locação ComercialMuitos inquilinos comerciais fazem ob...
09/07/2026

Atenção Locadores e Inquilinos: O Mito da "Reforma Autorizada" na Locação Comercial

Muitos inquilinos comerciais fazem obras pesadas (pisos, divisórias, gesso) para adequar o imóvel ao seu negócio. Acreditam que, como o dono "autorizou" e a obra vai f**ar no imóvel, não terão dor de cabeça na hora de entregar as chaves. Mas a Justiça tem um recado muito claro sobre isso.

Uma clínica médica no Paraná foi condenada a indenizar a proprietária por todos os custos de restauração do imóvel após a desocupação. A clínica tentou usar duas desculpas clássicas:

A dona do imóvel sabia e autorizou a reforma.

Não havia um Laudo de Vistoria de Entrada assinado pelas partes.

A Justiça derrubou os dois argumentos. A juíza explicou que permitir a reforma para que o negócio funcione não signif**a que o proprietário abriu mão de receber o imóvel como entregou. Além disso, mesmo sem o laudo formal, a própria inquilina confessou no processo que recebeu o imóvel de um jeito e o alterou.

O combinado não sai caro. Na devolução de imóvel comercial, a regra é a recomposição ao estado original, salvo se houver um acordo expresso no contrato isentando o locatário dessa obrigação.

Ex-Cônjuge Abandonou o Lar? Atenção ao Tamanho do Imóvel na Hora de Pedir a Usucapião Familiar!A "Usucapião Familiar" é ...
02/07/2026

Ex-Cônjuge Abandonou o Lar? Atenção ao Tamanho do Imóvel na Hora de Pedir a Usucapião Familiar!

A "Usucapião Familiar" é um direito garantido por lei para a pessoa que continua morando no imóvel do casal após o ex-cônjuge ou ex-companheiro abandonar o lar. Se os requisitos forem preenchidos, quem ficou na casa pode adquirir a propriedade total do bem.

No entanto, o STJ acabou de julgar um caso que serve de alerta importante sobre um dos principais requisitos: o tamanho do imóvel.

A lei exige que o imóvel urbano tenha no máximo 250 m². No caso julgado, o terreno tinha 360 m², e a moradora pediu a usucapião argumentando que queria apenas "uma parte de 250 m²".

A Justiça disse NÃO. O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o limite de 250 m² se aplica à totalidade do terreno e da construção. Não é possível recortar uma fração do bem apenas para burlar o limite legal estabelecido no Código Civil.

Seu imóvel é maior que 250 m²? Saiba que, embora a Usucapião Familiar não seja aplicável, existem outras modalidades de usucapião (como a Extraordinária) e regras de partilha que podem proteger o seu direito à moradia. O planejamento jurídico faz toda a diferença.

Atenção Investidores e Gestores Corporativos: Nova Regra do STJ para Contratos "Built to Suit"Quando uma empresa aluga u...
16/06/2026

Atenção Investidores e Gestores Corporativos: Nova Regra do STJ para Contratos "Built to Suit"

Quando uma empresa aluga um galpão logístico ou uma sede corporativa construída sob medida (o famoso contrato Built to Suit), estamos falando de negócios que envolvem dezenas de milhões de reais e prazos longos. Mas o que acontece se houver uma quebra de contrato e o caso for parar na Justiça?

Até agora, havia o medo de que o "valor da causa" no processo fosse o valor total do contrato. Isso signif**ava que, se você perdesse a ação, poderia ter que pagar até 20% desse valor astronômico só de honorários para os advogados da outra parte.

Uma decisão importantíssima do STJ acaba de afastar esse perigo.

A 3ª Turma definiu que a regra a ser aplicada é a da Lei do Inquilinato. Portanto, o valor da causa nessas ações de rescisão será o equivalente a apenas 12 meses de aluguel. No caso analisado pelo Tribunal, o valor do processo caiu de R$ 68 milhões para cerca de R$ 6,8 milhões.

Essa decisão impede o enriquecimento sem causa nos tribunais e dá previsibilidade econômica para as empresas discutirem seus direitos sem o risco de falência apenas pelo custo do processo. O planejamento jurídico e contratual continua sendo a melhor proteção para operações imobiliárias complexas.

ALERTA PARA SÍNDICOS E MORADORES: Aprovar Obra em Assembleia Não Tira a Responsabilidade do Condomínio em Casos de Acide...
24/05/2026

ALERTA PARA SÍNDICOS E MORADORES: Aprovar Obra em Assembleia Não Tira a Responsabilidade do Condomínio em Casos de Acidente!

Um caso recente julgado no Distrito Federal traz uma lição cara sobre gestão de obras em condomínios residenciais. Um morador caiu dentro de uma piscina que estava vazia para reformas e o condomínio foi condenado a pagar indenização por danos morais e materiais.

A defesa do condomínio tentou argumentar que a culpa era do morador (que não olhou se tinha água) e que todos os condôminos haviam sido avisados da obra por comunicados e na assembleia.

A Justiça não aceitou a desculpa e deixou uma regra muito clara:

Avisar no grupo do WhatsApp ou na ata da assembleia não é suficiente.

O condomínio tem o dever legal de colocar barreiras físicas, fitas de isolamento e placas de sinalização bem visíveis no local do perigo.

O ônus de provar que o local estava seguro é do próprio condomínio.

Obras em áreas comuns exigem gestão de risco rigorosa. A falha na segurança gera o dever de indenizar, impactando o caixa de todos os moradores.

A Prefeitura Pode Cobrar IPTU de Uma Área Produtiva Rural Só Porque a Cidade Cresceu?Uma decisão recente anulou uma dívi...
08/05/2026

A Prefeitura Pode Cobrar IPTU de Uma Área Produtiva Rural Só Porque a Cidade Cresceu?

Uma decisão recente anulou uma dívida fiscal de mais de R$ 5,8 milhões cobrada por um município contra duas incorporadoras. O motivo do cancelamento é uma regra de ouro do Direito Imobiliário e Tributário: a destinação econômica do terreno prevalece sobre o que diz o mapa da prefeitura.

Embora o terreno estivesse inserido em uma área de expansão urbana, os proprietários provaram que utilizavam o local ativamente para a criação de rebanho.

O entendimento consolidado pela Justiça e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) é claro:
Se a área é utilizada para exploração agrícola, pecuária, extrativa vegetal ou agroindustrial, o imposto correto é o ITR, amparado pelo Decreto-Lei 57/1966.

Outro detalhe absurdo barrado pela juíza: a prefeitura cobrava IPTU sobre 425 lotes de um projeto de condomínio que havia sido cancelado no cartório anos antes e nunca teve uma rua sequer construída.

Para quem possui glebas nessa situação de transição entre o campo e a cidade, a dica é documentar tudo. Notas fiscais de produção, ficha sanitária de rebanho e declarações do ITR são o escudo perfeito contra cobranças indevidas de IPTU.

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