Albuquerque & Costa Advogadas Associadas

Albuquerque & Costa Advogadas Associadas Escritório de Advocacia para Mulheres e por Mulheres.

Muitas mulheres evitam falar sobre regime de bens por medo de parecerem materialistas, interesseiras ou desconfiadas.Mas...
13/03/2026

Muitas mulheres evitam falar sobre regime de bens por medo de parecerem materialistas, interesseiras ou desconfiadas.

Mas casamento e união estável produzem efeitos patrimoniais. Ignorar isso não torna a relação mais romântica — apenas deixa decisões importantes sem proteção.

Essa conversa é importante porque, em muitos casos, as mulheres acabam saindo dos relacionamentos em posição de maior vulnerabilidade econômica. Muitas dedicam mais tempo à construção da família e da vida em comum, o que impacta diretamente na sua autonomia financeira.

Quando a mulher já possui renda, patrimônio próprio ou faz parte de uma família com patrimônio a ser transmitido, falar sobre regime de bens é uma forma de proteger o que foi construído ao longo de uma vida e preservar o patrimônio familiar.

Falar sobre regime de bens não é falta de amor.
É consciência, responsabilidade e proteção.

Relacionamentos saudáveis comportam conversas difíceis.
E quando há informação, há também liberdade para decidir com segurança.

No próximo post, vamos mostrar as frases que fazem muitas mulheres evitarem falar sobre regime de bens.

Toda mulher merece viver sem medo. E todo filho merece crescer vendo sua mãe segura e em paz.No Dia Internacional da Mul...
08/03/2026

Toda mulher merece viver sem medo. E todo filho merece crescer vendo sua mãe segura e em paz.

No Dia Internacional da Mulher, lembramos que proteger, orientar e garantir direitos também é uma forma de cuidado.

Muitas vezes, por trás de decisões difíceis, existe uma mulher buscando recomeçar com dignidade, e filhos que precisam de estabilidade, segurança e proteção.

Que cada mulher saiba que não precisa enfrentar isso sozinha. Informação e apoio também são caminhos para a liberdade.

Feliz Dia Internacional da Mulher.

Vamos de parte 2?A ficção não inventa essas histórias. Ela apenas dá nome, rosto e voz a realidades que milhares de mulh...
05/03/2026

Vamos de parte 2?

A ficção não inventa essas histórias. Ela apenas dá nome, rosto e voz a realidades que milhares de mulheres vivem todos os dias.

Violência que nem sempre deixa marcas visíveis. Controle que se disfarça de cuidado. Silêncios impostos por medo, culpa ou descrédito.

Esses filmes e séries escancaram o que muitas vezes é normalizado: a dificuldade de ser ouvida, o peso de provar o óbvio, e a luta constante por proteção, dignidade e justiça.

Assistir também é um ato de conscientização. E toda conscientização é o primeiro passo para a transformação!

E você, já assistiu a algum desses?

03/03/2026

A cena de Jenny, em All Her Fault, escancara uma realidade que muitas mães vivem, a sobrecarga invisível.

A culpa automática. A responsabilidade que recai primeiro sobre ela. A sensação constante de que, se algo falha, é porque ela falhou.

No suspense da ficção, isso aparece em forma de tensão. Na vida real, aparece em forma de exaustão emocional, mental e física.

E é aqui que o Direito precisa entrar como rede de apoio, não de julgamento.

Quando falamos de guarda, rotina dos filhos, divisão de responsabilidades e organização da vida pós-separação, não estamos falando apenas de regras.

Estamos falando de proteger mulheres de uma sobrecarga que não pode — e não deve — ser naturalizada.

A maternidade não pode ser sinônimo de solidão jurídica.

Existe lei.
Existe estrutura.
Existe corresponsabilidade.

E é sobre isso que orientamos todos os dias: construir acordos e decisões que distribuam responsabilidades de forma mais justa e possível dentro da realidade de cada família.

Se você sente que está sustentando tudo sozinha, talvez não seja apenas cansaço, pode ser ausência de amparo legal adequado.

22/02/2026

Guarda unilateral não é a regra no Brasil. A legislação prioriza a guarda compartilhada sempre que possível.

Mas existem situações em que o Judiciário, por entender que o compartilhamento, na prática, não protege o melhor interesse da criança, estabelece a guarda unilateral.

Quando um dos genitores se ausenta das decisões importantes, não participa da rotina escolar, não acompanha a saúde ou ignora responsabilidades básicas, é sinal de que a guarda compartilhada existe apenas no papel.

A falta de vínculo e de cuidado efetivo precisa ser visibilizada para fazer diferença nas decisões judiciais. Presença não pode ser apenas discurso, mas sim realidade e com constância.

Situações de risco também devem ser analisadas com rigor. Ambientes tóxicos, negligência, atrasos recorrentes e comportamentos que colocam a criança em risco são sinais de alerta para a Justiça.

E mais, quando o filho é usado como instrumento de controle, chantagem ou ameaça, não há exercício saudável da parentalidade, e sim violência psicológica e familiar.

Por isso mudanças comportamentais na criança, como ansiedade, regressões, medo ou recusa de convivência devem ser consideradas, documentadas e levadas ao conhecimento da Justiça.

Nas ações familiares, as decisões judiciais não se baseiam apenas nas versões estampadas nas petições, mas nos fatos e nas provas. Por isso tudo deve ser registrado e documentado.

Cada caso é único, mas o critério é sempre o mesmo: priorizar e proteger
o melhor interesse da criança.

Se você vivencia isso e não sabe por onde começar, busque uma orientação jurídica especializada. Este é um passo importante e faz diferença no processo.

No Carnaval, muita coisa é fantasia.Mas limite não é.Todos os anos, durante esse período, os números de importunação sex...
11/02/2026

No Carnaval, muita coisa é fantasia.
Mas limite não é.

Todos os anos, durante esse período, os números de importunação sexual, agressões e outras formas de violência contra a mulher aumentam de forma preocupante.

E, na maioria das vezes, começa de forma sutil.
Na insistência depois do “não”.
Na aproximação quando há afastamento.
No toque que não foi permitido.

A violência raramente começa no extremo.
Ela nasce quando o limite é ignorado - e quando o desconforto feminino é tratado como exagero, brincadeira ou parte da festa.

É importante lembrar:

Importunação sexual é crime.
Constrangimento e insistência são violência.

Carnaval é tempo de alegria e de liberdade - mas sempre com respeito e reciprocidade.

Se preciso, denuncie.
Se presenciar, não se omita. Ajude.
E, acima de tudo, lembre e repita:

Não é não.

09/02/2026

Resolver rápido não é o mesmo que resolver bem.

Muitas mães aceitam acordos rápidos porque estão cansadas.
Cansadas do conflito.
Cansadas da instabilidade.
Cansadas de sustentar tudo sozinhas.

E o acordo parece ser a saída mais racional, rápida e, por consequência, menos traumática.

O problema não é fazer acordo. O problema é fazer acordo sem planejamento jurídico.

Na prática, é depois da assinatura que surgem os arrependimentos.
É na volta à “nova rotina” que a mulher se depara com a convivência paterna que não acontece, com a pensão que não cobre os gastos reais dos filhos, com a sobrecarga da guarda compartilhada apenas no papel e com as promessas de ajustes que “ficaram para depois” e nunca foram resolvidos.

No Direito das Famílias, a pressa pode encerrar um processo. Mas só o planejamento jurídico estratégico é capaz de proteger de forma efetiva o seu futuro e de seus filhos.

Você não precisa decidir tudo agora.
Converse com uma advogada antes de concordar com os termos e de assinar qualquer acordo.
Uma orientação jurídica certa pode mudar o rumo da sua história.

05/02/2026

Quando somos mais jovens, muitos comportamentos violentos ainda passam como “explosão de raiva” ou “momento de descontrole”. Mas quando um homem descarrega a raiva em objetos, isso não é normal.
É um sinal de alerta.

A violência não começa no tapa. Ela começa no descontrole, na intimidação e no medo que se instala aos poucos.

Falar sobre isso é uma forma de romper ciclos!

A ficção não inventa essas histórias. Ela apenas dá nome, rosto e voz a realidades que milhares de mulheres vivem todos ...
02/02/2026

A ficção não inventa essas histórias. Ela apenas dá nome, rosto e voz a realidades que milhares de mulheres vivem todos os dias.

Violência que nem sempre deixa marcas visíveis. Controle que se disfarça de cuidado. Silêncios impostos por medo, culpa ou descrédito.

Esses filmes e séries escancaram o que muitas vezes é normalizado: a dificuldade de ser ouvida, o peso de provar o óbvio, e a luta constante por proteção, dignidade e justiça.

Assistir também é um ato de conscientização. E toda conscientização é o primeiro passo para a transformação!

E você, já assistiu a algum desses?

27/01/2026

Nem toda violência aparece em forma de grito, ameaça ou agressão. Algumas vêm travestidas de bom senso.

“Pensa nos nossos filhos.”
“Não transforme isso numa guerra.”
“Depois a gente ajusta.”

Essas frases soam maduras e conciliadoras.

Mas quando repetidas sob pressão, medo ou exaustão emocional, moldam decisões que, na verdade, são concessões feitas sob pressão, sem plena liberdade de escolha.

Diariamente, vemos mulheres com medo e sobrecarregadas,
tentando preservar a pouca paz que ainda existe e concordando com termos e condições que jamais aceitariam em equilíbrio.

Decisões tomadas sob medo, culpa ou desgaste emocional
não refletem uma vontade plena, autônoma e consciente.

E o Direito reconhece isso.

Você não precisa resolver tudo agora.
Nem “aguentar só mais um pouco”.

Mas, antes de decidir, converse com uma advogada.
Uma orientação correta não encerra conflitos à força. Ela protege o seu recomeço.

23/01/2026

A .adv participou do programa O Povo News (2ª edição), com o jornalista Marcos Tardin, para esclarecer um tema que ganhou grande repercussão nacional: o crime de importunação sexual, a partir do caso envolvendo o participante Pedro, do BBB.

No vídeo, ela explica de forma clara o que a lei considera como importunação sexual: a prática de ato de natureza sexual sem o consentimento da vítima, com o objetivo de satisfazer a própria lascívia.

Informação jurídica, quando bem explicada, protege, orienta e fortalece a sociedade.

Para assistir à matéria completa:
https://www.youtube.com/watch?v=6bynTGZfct0

Programa O Povo News – 2ª edição, com Marcos Tardin.

19/01/2026

Muitas mulheres entram em acordos buscando apenas uma coisa: paz. Mas quando essa “paz” vem à custa de abrir mão de direitos, assumir responsabilidades que não são só suas e silenciar para evitar conflito, o que existe não é equilíbrio - é sobrecarga.

Acordo não é concessão unilateral. Não é carregar sozinha o peso emocional, financeiro e prático de uma separação só para que tudo “acabe logo”.

No Direito de Família, acordo justo é o que encerra o processo sem transferir todo o peso para a mulher.

Antes de assinar qualquer decisão, informe-se e tenha orientação jurídica. Resolver rápido não pode custar a sua proteção.

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Avenida Dom Luis, N. 906
Fortaleza, CE
60160230

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