17/02/2026
Vivemos tempos em que certas ideias são apresentadas como progresso, mas nem tudo que é chamado de “evolução” representa avanço para todos. Quando vemos instituições culturais usando seus palcos para promover determinadas narrativas, é legítimo questionar. Nem toda pauta precisa ser celebrada como consenso.
Eu acredito na liberdade de pensar diferente. Acredito que a família, os valores e a educação dos filhos devem ser guiados por princípios sólidos, não pela pressão do que está em alta ou do que a maioria aplaude no momento.
Ser conservador, para mim, não é ser intolerante. É ter coragem de dizer que discordo. É defender o direito de preservar aquilo que considero essencial, mesmo quando a sociedade tenta rotular ou silenciar quem pensa diferente.
Respeito não é concordar com tudo. Respeito é permitir que existam posições distintas — inclusive a minha.