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Ainda bem que sextou! 😅Bom fim de semana a nós!
25/09/2026

Ainda bem que sextou! 😅
Bom fim de semana a nós!

Do story para o feed, porque a publicação acabou rendendo algumas dúvidas...Spoiler: não precisou de milagre. Precisou d...
24/09/2026

Do story para o feed, porque a publicação acabou rendendo algumas dúvidas...

Spoiler: não precisou de milagre. Precisou de execução bem feita.

Um mito que precisa morrer: você NÃO precisa deixar acumular 3 pensões atrasadas pra "poder fazer alguma coisa". Dá pra entrar com a execução assim que a primeira parcela vence e não é paga. Esperar só serve para beneficiar uma pessoa: o genitor que não está pagando.

A regra das 3 parcelas é sobre o rito da prisão civil.

Pela Súmula 309 do STJ, podem fundamentar a prisão as três prestações anteriores ao ajuizamento da execução e as que vencerem durante o processo.

Ou seja: não é “esperar 3 meses para agir”. É agir quando a obrigação não é cumprida e, conforme o caso, utilizar o meio de cobrança adequado, inclusive o rito da prisão civil (que é bem eficaz, aliás).

Enquanto o genitor simplesmente não paga, alguém está fazendo a conta.
Alguém está cortando despesas.
Alguém está cobrindo o que faltou.
Alguém está cuidando da criança, pagando escola, remédio, alimentação, roupa, transporte...
E, além de tudo isso, ainda precisa correr atrás do dinheiro que já deveria ter sido pago.
A sobrecarga não é só financeira, é também a sobrecarga de administrar sozinha aquilo que deveria ser responsabilidade dos dois.
Por isso, você não precisa esperar a dívida virar uma bola de neve para procurar orientação.

O setor de milagres por aqui continua funcionando, mas ele é técnico, não é sorte.

📩 Se existe pensão alimentícia em atraso, me procure para avaliar as medidas cabíveis no seu caso.

Advogo pelos direitos das mulheres porque compreendo que a lei também é um campo de disputa, e é nele que escolhi lutar....
16/09/2026

Advogo pelos direitos das mulheres porque compreendo que a lei também é um campo de disputa, e é nele que escolhi lutar.

O olhar de socióloga não me deixa esquecer que toda lei nasce de uma estrutura, e nenhuma estrutura é neutra, muito menos em uma sociedade construída sobre bases patriarcais.

A lei não cai do céu. Ela carrega as marcas de quem historicamente ocupou os espaços de poder (traduzindo: homens!). Por isso, aplicá-la bem exige perguntar não apenas “o que ela diz?”, mas também “a favor de quem ela foi pensada?”.

E a militância? Bom, ela é o fio que costura tudo isso, porque teoria sem posição política é só discurso bonito, e discurso bonito não muda a vida de nenhuma mulher.

Meu posicionamento político não é uma opção à parte. É fruto de muito estudo e vivências, afinal, tudo é político quando se é mulher.

Podemos ver a política nas relações e nas escolhas que atravessam a nossa vida cotidiana: na divisão desigual do trabalho doméstico, na violência patrimonial, na disputa pela guarda dos filhos, no acesso à Justiça e nas condições que permitem, ou impedem, que mulheres decidam sobre suas próprias vidas, escolham seus caminhos e ocupem espaços de poder.

Na sociedade, aquilo que diz respeito às mulheres é sempre atravessado por relações de poder, direitos e desigualdades. É por isso que meu trabalho como advogada não está separado da forma como compreendo a sociedade.

Direito, Sociologia e política não são três assuntos diferentes por aqui. São partes da mesma forma de enxergar o mundo.

“Ele só é ciumento.”“É o jeito dele.”“Todo casal briga.”Nem sempre.Algumas situações são tratadas como simples “problema...
08/09/2026

“Ele só é ciumento.”
“É o jeito dele.”
“Todo casal briga.”

Nem sempre.

Algumas situações são tratadas como simples “problemas de casal”, mas podem ser formas de violência.

Ele controla o seu dinheiro? Impede você de trabalhar? Controla suas amizades, suas roupas ou os lugares que frequenta? Usa os filhos para pressionar você? Ameaça tirar a guarda? Destrói seus objetos ou documentos?

Isso não é cuidado. É controle.

A violência também pode aparecer por meio de ameaças, isolamento, dependência e intimidação. Nem sempre começa com uma agressão física.

E precisamos falar sobre outro problema: quando a violência é tratada pelo próprio sistema de Justiça como um conflito de casal.

Quando uma mulher relata ameaças, controle ou violência patrimonial e recebe como orientação que o casal deve “conversar” ou “chegar a um acordo”, existe um problema. O sistema de Justiça precisa estar preparado para reconhecer essa diferença e compreender as relações de poder que podem existir por trás de determinados conflitos.

Você não precisa esperar a situação chegar ao extremo para buscar orientação.

Se alguma dessas situações faz parte da sua realidade, procure orientação jurídica com uma advogada especializada.

Este conteúdo é informativo e não substitui a análise do caso concreto.

📲 Agende sua orientação:
(61) 99936-4777

Você já decidiu que quer se divorciar.Mas será que sabe o que fazer antes de dar esse passo?Tomar a decisão de se divorc...
03/09/2026

Você já decidiu que quer se divorciar.
Mas será que sabe o que fazer antes de dar esse passo?

Tomar a decisão de se divorciar é apenas o primeiro passo. Antes de comunicar, sair de casa ou assinar qualquer documento, é importante entender o que precisa ser organizado para proteger seus direitos.

🔸Como ficará a partilha dos bens?
🔸O que acontece com a casa?
🔸Existem dívidas?
🔸Como ficará a guarda e a pensão dos filhos?
🔸Quais documentos você precisa reunir?
🔸Como proteger o patrimônio a ser partilhado?
🔸É melhor entrar com o divórcio litigioso ou negociar primeiro?

É comum eu receber no escritório mulheres que já saíram de casa, já entregaram documentos, já fizeram acordos “de boca” ou até abriram mão de coisas que tinham direito, e só depois descobriram que poderiam ter feito diferente.

Por isso, se você decidiu se divorciar, se prepare antes de agir. Se preparar antes pode fazer toda a diferença no resultado do seu divórcio.

Eu posso te orientar sobre cada etapa e te ajudar a tomar decisões com mais segurança.

Se você está pensando em se divorciar, entre em contato e agende um horário para conversarmos: (61) 99936-4777.

O divórcio extrajudicial, aquele feito em cartório, pode ser uma alternativa mais rápida, menos desgastante e, em muitos...
25/08/2026

O divórcio extrajudicial, aquele feito em cartório, pode ser uma alternativa mais rápida, menos desgastante e, em muitos casos, mais econômica.
Mas atenção: não significa simplesmente “ir ao cartório e assinar”.

É preciso analisar:

* partilha dos bens;
* eventual pensão entre os cônjuges;
* dívidas;
* regime de bens;
* questões envolvendo filhos, quando houver.

E é justamente aí que a advocacia especializada faz diferença.

Antes de assinar qualquer coisa, é importante entender o que você está partilhando, o que está renunciando e quais consequências aquela escolha pode produzir no futuro.

Terminar um casamento de forma amigável não significa abrir mão dos seus direitos para evitar conflito. Significa encontrar uma forma segura de encerrar esse ciclo.

Exceto em casos que envolvam violências de gênero (pois estes demandam muitas vezes intervenção do Judiciário), o divórcio extrajudicial é a alternativa mais viável. Mas atenção: tenha sempre sua própria advogada!

Meu trabalho não é apenas ajudar você a se divorciar. É ajudar você a sair do casamento sabendo exatamente quais são os seus direitos.

Me chama no whatsapp, que te ajudo: (61) 99936-4777.

Por que estou falando isso?Ontem foi publicada uma decisão em que o STJ negou o reconhecimento de união estável entre um...
21/08/2026

Por que estou falando isso?

Ontem foi publicada uma decisão em que o STJ negou o reconhecimento de união estável entre um homem e uma mulher que tinham um filho e estavam noivos.
A Corte entendeu que, naquele caso concreto, a relação era de namoro qualificado, porque não ficou demonstrada a intenção presente de constituir família. O julgamento foi por 3 votos a 2 e, com o não reconhecimento da união estável, a mulher ficou impedida de participar da herança como companheira.

E é aqui que eu quero chamar a atenção para uma coisa:

Você pode ter filho, morar junto, estar noiva e construir uma vida com alguém e ainda assim existir uma discussão jurídica sobre se aquela relação era, de fato, uma união estável.

Isso porque a união estável não é definida simplesmente pelo tempo de relacionamento, pela existência de filhos ou por morar sob o mesmo teto. É preciso analisar o conjunto da relação e, especialmente, se houve intenção de constituir família.

Por isso, se você já mora junto com seu companheiro, eu recomendo que converse com uma advogada e avalie a possibilidade de formalizar a união estável por escritura pública em cartório.

E cuidado com o chamado contrato de namoro. Especialmente para as mulheres, é fundamental entender quais consequências patrimoniais aquele documento pode produzir, e se ele realmente corresponde à realidade vivida pelo casal.

Precisamos também parar de tratar o casamento apenas como um ideal romântico. Casamento é também é um negócio jurídico que produz importantes efeitos patrimoniais.

Antes de tomar essas decisões, procure orientação jurídica para se informar sobre regimes de bens, como eles funcionam e qual pode fazer sentido para a sua realidade.

Descobrir seus direitos quando o relacionamento termina, ou quando o outro falece pode ser muito mais doloroso. Medidas tomadas antes podem evitar não apenas prejuízos patrimoniais, mas também situações de violência patrimonial em uma futura separação ou disputa de partilha.

Entrei na trend, só que ao contrário!Agora falando sério...Ontem o STF tomou uma decisão importante: a Lei Maria da Penh...
20/08/2026

Entrei na trend, só que ao contrário!

Agora falando sério...

Ontem o STF tomou uma decisão importante: a Lei Maria da Penha agora se aplica a todos os casos de violência de gênero contra a mulher, independente se a violência aconteceu em um contexto doméstico. Agora, por exemplo, se a violência partir de um vizinho, em razão do gênero da mulher, a Lei é aplicada.
É um avanço, com certeza, pois muitas mulheres ficavam sem as proteções da lei, como a extensão das medidas protetivas de urgência a esses casos.

Mas será que isso é suficiente?
Como advogada militante na defesa da mulher, eu percebo que apenas a criação de lei e a extensão de suas interpretações não garantem efetivamente a proteção, enquanto o Judiciário e outros sistemas de proteção não estiverem realmente preparados. Quem atua na área está cansada de se deparar com decisões que contrariam as leis e com o fato de haver muita resistência em se observar o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero na análise de cada caso.

As mulheres precisam de proteção real. Precisamos que o Estado prepare os aplicadores da lei, precisamos de políticas públicas que conscientizem a sociedade sobre a violência de gênero. Não adianta só punir, é preciso também nos questionar como sociedade e pensar em políticas públicas preventivas.

Minha militância é, principalmente, na minha atuação como advogada. Então, não, eu não consigo achar chic quando precisamos comemorar o reconhecimento de um direito básico das mulheres. Direito não deveria ser privilégio, muito menos conquista extraordinária: deveria ser garantia. E proteção contra a violência de gênero não deveria depender de uma lei para lembrar ao Estado que mulheres têm direito a viver com dignidade, segurança e liberdade. Você concorda?

“Ela nunca trabalhou. Não tem direito a nada.” Será mesmo?O trabalho de cuidado também tem valor. Cuidar da casa, dos fi...
18/08/2026

“Ela nunca trabalhou. Não tem direito a nada.” Será mesmo?

O trabalho de cuidado também tem valor. Cuidar da casa, dos filhos e da família é uma atividade que sustenta a rotina familiar e, muitas vezes, permite que o outro cônjuge tenha mais tempo para trabalhar, construir carreira e patrimônio.

O STJ já reconheceu a relevância patrimonial do trabalho doméstico e de cuidado, afastando a ideia de que a ausência de remuneração significa ausência de contribuição para a formação do patrimônio familiar. Portanto, o trabalho doméstico das mulheres e a economia do cuidado devem sim ser considerados no cálculo da pensão e no divórcio.

Isso não significa, porém, que toda mulher terá automaticamente direito à metade de todos os bens. A possibilidade e a extensão da partilha dependem do regime de bens adotado pelo casal, da forma e do momento em que os bens foram adquiridos e das circunstâncias de cada caso.

Por isso, antes de concluir que “não tem direito a nada” ou aceitar qualquer acordo, procure orientação de uma advogada. O trabalho de cuidado pode não ser remunerado, mas isso não significa que ele não tenha valor jurídico e patrimonial.

Precisa de orientação jurídica?
Agende uma consulta: (61) 99936-4777.

Há algum tempo algo nos incomoda: que a campanha Agosto Lilás é importante, a gente sabe. Mas há algo que precisa ser di...
14/08/2026

Há algum tempo algo nos incomoda: que a campanha Agosto Lilás é importante, a gente sabe. Mas há algo que precisa ser dito: de que adianta conscientizar uma mulher uma vez por ano se, quando ela precisa de proteção, a rede não funciona como deveria?

De que adianta dizer “denuncie” se a delegacia especializada não funciona 24 horas? Se a Procuradoria da Mulher não tem advogada para atendimento jurídico? Se não há Defensoria Pública na cidade? Se a casa de acolhimento está desativada? Se não há atendimento psicológico público especializado e suficiente, porque faltam profissionais?

Violência contra a mulher não é apenas agressão física e feminicídio. A falta de acesso à Justiça, de acolhimento, de atendimento psicológico, de serviços públicos e de políticas que garantam autonomia também coloca mulheres em situação de vulnerabilidade.

Uma blitz de conscientização em agosto não substitui uma rede de proteção funcionando durante os outros onze meses. Sem estrutura, orçamento, profissionais e políticas permanentes, vira fotografia, discurso e sensação de dever cumprido.

Combater a violência exige muito mais do que uma campanha anual. Exige proteção quando a mulher realmente precisar.

Caso contrário, sobra a foto. E falta a proteção.

E, mulher, é ano de eleição: não basta ser mulher para defender mulheres. Conheça propostas, cobre compromisso e vote em quem apresente projetos de verdade para nós.

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Formosa, GO

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