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Inomapi Inovação e PI A INOMAPI Inovação ha 23 no mercado! Trabalhamos com:
🎓 Propriedade Intelectual
🚀 Editais de Fomento
🏛 Compras Públicas de Inovação
🌍 Atendemos BR, EUA e Europa

Inovação não nasce isolada. Ela floresce quando empresas, universidades, startups, governo e investidores atuam de forma...
25/08/2026

Inovação não nasce isolada. Ela floresce quando empresas, universidades, startups, governo e investidores atuam de forma integrada, compartilhando conhecimento, infraestrutura e visão estratégica.

No desenvolvimento de Pesquisa & Desenvolvimento, conexões não são apenas troca de contatos , são pontes de valor. Elas conectam desafios reais a soluções técnicas, agilidade a capital estratégico, ciência a mercado.

Quando essa articulação é estruturada, os resultados são claros:
✔️ Redução de riscos tecnológicos
✔️ Competências complementares atuando em conjunto
✔️ Compartilhamento de laboratórios e recursos
✔️ Maior competitividade em editais e financiamentos
✔️ Aceleração do time-to-market

Quem constrói sozinho pode até avançar.
Mas quem constrói em rede transforma setores inteiros.

Porque inovação não é só sobre tecnologia é sobre articulação estratégica.
Conectar é estratégico. Colaborar é inteligente. Estruturar é decisivo.

🚀 Inovar é integrar. Desenvolver é colaborar. Crescer é ecossistema.

www.inomapi.com

Como funciona o registro de marca no INPI? O caminho entre o protocolo e o certificado de registro é uma jornada técnica...
24/08/2026

Como funciona o registro de marca no INPI?

O caminho entre o protocolo e o certificado de registro é uma jornada técnica que exige precisão.

Entender as etapas é fundamental para quem busca segurança jurídica e não quer ser pego de surpresa.

Confira o roadmap do seu ativo:

Protocolo: É o ponto de partida.
Aqui, definimos a estratégia de classes e apresentamos o pedido formal ao INPI.

Publicação: Sua marca é tornada pública na RPI (Revista da Propriedade Industrial) para que terceiros tomem conhecimento.

Oposição: Abre-se um prazo de 60 dias para que empresas que se sintam prejudicadas contestem seu pedido.
É a fase de maior vigilância.

Exame: Os técnicos do INPI analisam a viabilidade legal da marca, considerando a legislação e as pesquisas de anterioridade.

Concessão: Após o deferimento e o pagamento das taxas federais, o certificado é emitido.
Sua marca agora é um ativo protegido por 10 anos (renováveis).

O registro não é um evento isolado, é um processo de acompanhamento.

Na INOMAPI, nossa metodologia garante que cada uma dessas fases seja monitorada com rigor técnico, antecipando defesas e garantindo que você não perca prazos fatais.

Sua marca já passou por todas essas etapas ou você ainda está no início da jornada?

Se você quer garantir que seu processo chegue à concessão com a máxima segurança jurídica, conte com nossa arquitetura de ativos.

Clique no link da bio e agende uma mentoria de diagnóstico para validarmos seu registro.

Existe um erro que pode comprometer uma Compra Pública de Inovação antes mesmo da publicação do edital: começar pelo ins...
19/08/2026

Existe um erro que pode comprometer uma Compra Pública de Inovação antes mesmo da publicação do edital: começar pelo instrumento e não pelo problema.

Tenho defendido que uma Compra Pública de Inovação começa muito antes da contratação.
Começa quando a organização consegue compreender com clareza o problema que precisa enfrentar.
E isso exige trabalho.

É preciso ouvir as áreas envolvidas, organizar informações, compreender as necessidades, mobilizar as equipes e transformar uma dificuldade percebida em um desafio que possa ser trabalhado de forma estruturada.

Quando essa preparação é deixada para depois, o risco é tentar buscar uma solução inovadora para um problema que ainda não foi suficientemente compreendido.

Por isso, antes de perguntar:
“Como vamos contratar uma solução inovadora?”

talvez seja necessário perguntar:
“Temos clareza suficiente sobre o problema que queremos resolver?”

Inovação pública não começa no edital.
Começa na preparação para tomar melhores decisões antes dele.

Jussiane Siqueira

Você conseguiria reconhecer hoje um ativo cujo verdadeiro valor só aparecerá daqui a alguns anos?Essa pergunta ficou com...
19/08/2026

Você conseguiria reconhecer hoje um ativo cujo verdadeiro valor só aparecerá daqui a alguns anos?
Essa pergunta ficou comigo depois de escrever sobre Hedy Lamarr na newsletter desta semana.
É fácil reconhecer um ativo quando ele já se tornou importante para o negócio.
Quando a marca ganhou mercado.
Quando o software se tornou essencial para a operação.
Quando uma tecnologia despertou interesse.
Quando uma criação começou a gerar oportunidades.
O desafio é perceber esse potencial antes.

Na prática, muitas empresas ainda olham para a Propriedade Intelectual quando surge uma necessidade imediata de proteção ou algum risco.

Mas existe uma perspectiva anterior a essa.
O que estamos criando?
Quais ativos já existem aqui?
Quais riscos precisam ser avaliados?
O que faz sentido proteger e de que forma?

Isso não significa tentar adivinhar qual ativo será extremamente valioso no futuro.

Significa evitar que o futuro seja a primeira vez em que a empresa perceba o que já possuía no presente.
Na newsletter de ontem, usei a história de Hedy Lamarr para refletir justamente sobre o intervalo entre criar algo e reconhecer todo o seu potencial.

Agora deixo a pergunta para você:
Existe algum ativo sendo construído hoje na sua empresa que talvez ainda não esteja sendo enxergado como estratégico?

Jussiane Siqueira

Nem sempre criação e reconhecimento de valor acontecem ao mesmo tempo.A história de Hedy Lamarr é um exemplo interessant...
17/08/2026

Nem sempre criação e reconhecimento de valor acontecem ao mesmo tempo.
A história de Hedy Lamarr é um exemplo interessante.

Em 1942, ela e George Antheil receberam uma patente nos Estados Unidos para uma invenção relacionada a um sistema de comunicação por salto de frequência.
Décadas depois, o trabalho dos dois passou a ser reconhecido como um desenvolvimento importante na história das comunicações sem fio.

Mas essa história me leva a uma pergunta que considero muito atual:
será que uma empresa consegue reconhecer seus ativos antes que o valor deles se torne óbvio?
Na prática, Propriedade Intelectual ainda aparece muitas vezes de forma reativa: quando surge um conflito, quando uma marca enfrenta um problema ou quando determinado ativo já se tornou relevante para o negócio.

A perspectiva estratégica começa antes.
Identificar o que está sendo criado, avaliar riscos e possibilidades e definir formas adequadas de proteção também faz parte da construção de valor.

Isso não significa que toda criação precise ser patenteada nem que toda patente se tornará valiosa.
Significa não esperar o futuro chegar para começar a olhar estrategicamente para os ativos que a organização já está construindo.

O que sua empresa está criando hoje que talvez ainda não esteja sendo tratado como um ativo?
Salve este conteúdo para voltar a essa pergunta.

Jussiane Siqueira | INOMAPI

E se a próxima oportunidade da sua empresa já estiver dentro dela?Quando pensamos em inovação, é comum olhar primeiro pa...
14/08/2026

E se a próxima oportunidade da sua empresa já estiver dentro dela?

Quando pensamos em inovação, é comum olhar primeiro para fora:

novas tecnologias, startups, tendências, ferramentas…

Mas o case da 3M provoca uma reflexão diferente:

o conhecimento que sua empresa já possui pode resolver problemas que seus clientes ainda enfrentam.

E é aí que três áreas começam a se conectar:

🔴 Inovação Aberta
aproxima conhecimento interno de parceiros e clientes.

🔴 Propriedade Intelectual
ajuda a proteger e organizar aquilo que foi desenvolvido.

🔴 Inteligência Comercial
ajuda a identificar onde esse conhecimento encontra uma oportunidade real de mercado.

A mudança está na pergunta.

Em vez de:

“O que temos para vender?”

que tal perguntar:

“Que problema do nosso cliente sabemos resolver muito bem?”

Porque uma solução construída para um cliente pode revelar uma necessidade de muitos outros.

E uma necessidade compartilhada pode abrir um novo mercado.

Conhecimento sozinho tem potencial.
Conhecimento + estratégia pode gerar oportunidade.

Agora quero saber:

👇 Qual conhecimento existe hoje dentro da sua empresa que poderia resolver um problema do mercado?

Salve este post para levar essa pergunta para a próxima reunião estratégica.

Talvez a sua empresa não precise de mais ideias.Talvez precise conseguir fazer as boas ideias saírem da reunião e virare...
13/08/2026

Talvez a sua empresa não precise de mais ideias.

Talvez precise conseguir fazer as boas ideias saírem da reunião e virarem realidade.

Eu vejo isso acontecer com frequência.

Existem pessoas competentes.
Existem ideias.
Existe vontade de inovar.

Às vezes, existe até orçamento.

Mas falta algo no meio do caminho:

método.

Quem assume o próximo passo?

Qual problema queremos realmente resolver?

Como essa ideia será testada?

Quem precisa participar?

Como saberemos se funcionou?

Sem essas respostas, a inovação corre um risco enorme de depender daquela pessoa que insiste, mobiliza, cobra, conecta todo mundo e faz acontecer.

E isso me leva a uma pergunta que considero ainda mais importante:

Se essa pessoa saísse amanhã, a inovação continuaria?

Se a resposta for “não”, talvez ainda não exista uma capacidade de inovação.

Existe uma pessoa inovadora.

E são coisas muito diferentes.

Inovação amadurece quando deixa de depender apenas do entusiasmo e passa a fazer parte da forma como a organização trabalha.

Ideias iniciam movimentos.
Método ajuda a transformá-las em resultados.

Na sua empresa ou organização, a inovação já tem método — ou ainda depende de algumas pessoas fazerem acontecer?

👇 Quero muito conhecer outras experiências.

📩 Na edição desta quinta da newsletter Inovação e seus benefícios, aprofundo essa reflexão.

O problema público vem antes da solução. Sempre.Um erro que ainda vejo com frequência em projetos de inovação pública é ...
12/08/2026

O problema público vem antes da solução. Sempre.

Um erro que ainda vejo com frequência em projetos de inovação pública é começar assim:

“Precisamos de um aplicativo.”

“Precisamos automatizar.”

“Precisamos de Inteligência Artificial.”

Mas antes de escolher a tecnologia, existe uma pergunta muito mais importante:

Qual problema público realmente precisamos resolver?

Quando começamos pela solução, corremos o risco de tentar encaixar o problema em algo que já imaginamos.

Quando começamos pelo problema, abrimos espaço para novas possibilidades.

Para ouvir quem vive aquela realidade.

Para entender causas.

Para identificar gargalos.

Para perceber o que já foi tentado — e por que não funcionou.

E para definir qual resultado realmente precisa ser alcançado.

É aí que a inovação começa.

Porque uma boa Compra Pública de Inovação não nasce da vontade de contratar uma tecnologia nova.

Nasce de um problema bem estruturado.

Antes de perguntar:

“O que vamos contratar?”

talvez a pergunta mais estratégica seja:

“O que precisamos resolver?”

E, muitas vezes, essa mudança de pergunta muda todo o caminho.

Na sua experiência, o setor público ainda começa mais pelo problema ou pela solução?

Jussiane Siqueira
Fundadora da INOMAPI

10/08/2026

Sua empresa cresce. A marca ganha visibilidade. Os clientes começam a reconhecer o nome.

Mas a proteção acompanhou esse crescimento?

Muitas empresas investem em marketing, identidade visual, divulgação e relacionamento com o mercado antes de avaliar se a marca pode ser registrada e protegida de forma estratégica.

Sem o registro, o negócio pode ficar mais exposto a situações como:

❌ conflitos com marcas anteriores;
❌ necessidade de alterar o nome;
❌ perda do investimento feito em comunicação;
❌ limitações para usar e expandir a marca.

Uma marca não é apenas um nome.

Ela reúne reputação, reconhecimento e parte do valor construído pela empresa ao longo do tempo.

Por isso, crescer sem pensar na proteção é deixar um ativo importante vulnerável.

Se a sua empresa está evoluindo, a estratégia de proteção também precisa evoluir.

Acesse : www.inomapi.com e conheça a atuação da INOMAPI em Propriedade Intelectual.

Você escolheria o nome da sua empresa de novo se descobrisse hoje que pode ter problemas para registrá-lo?Essa é uma per...
10/08/2026

Você escolheria o nome da sua empresa de novo se descobrisse hoje que pode ter problemas para registrá-lo?

Essa é uma pergunta que muitos empreendedores só fazem tarde demais.

Primeiro vem o nome.
Depois o Instagram.
A identidade visual.
O site.
As embalagens.
Os clientes começam a reconhecer a marca.

E só então alguém pergunta:

“Mas vocês pesquisaram essa marca antes?”

É aí que uma decisão que parecia simples pode se tornar cara.

Registrar uma marca não deveria começar pelo protocolo. Começa antes: com pesquisa, análise preliminar de riscos e estratégia.

Porque não estamos falando apenas de um nome.

Estamos falando de tudo o que você está construindo em torno dele.

Sua marca merece crescer sobre uma base segura.

Antes de investir ainda mais nela, descubra se você está seguindo o caminho certo.

Quer analisar sua marca? Fale com a INOMAPI.

Ou comente MARCA que entramos em contato com você.

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