20/08/2026
Você pode não ter um funcionário batendo ponto na empresa e, ainda assim, ter elementos suficientes para que a jornada dele seja considerada controlada.
GPS, sistemas, celular corporativo e outras ferramentas utilizadas no dia a dia podem revelar muito mais sobre a rotina do trabalhador do que a empresa imagina.
E é justamente aí que mora o risco: aquilo que foi implementado para organizar a operação pode acabar sendo utilizado como elemento de prova em uma discussão sobre jornada e horas extras.
Para quem possui equipes externas, entender os limites desse controle é essencial para evitar um passivo que poderia ter sido prevenido.
Confira o vídeo e entenda por que o controle indireto da jornada merece atenção e como o preventivo pode fazer diferença para a empresa.