19/03/2018
👉 *A AACO/MG CRIA O OBSERVATÓRIO JUDICIÁRIO* 🔝
Com objetivo de agilizar o trabalho judiciário, beneficiando a classe advocatícia e a sociedade civil como um todo, a Associação dos Advogados do Centro-Oeste de Minas – AACO/MG, através da Comissão de Direito e Processo Civil e da Comissão de Direito Administrativo e Constitucional, iniciou hoje (13/03) a criação do “Observatório Judiciário”. A iniciativa busca uma interação maior com o Poder Judiciário, através de uma participação efetiva dos nossos associados e da sociedade civil em geral. O projeto foi discutido hoje (13/03) em uma reunião onde participaram o presidente da AACO/MG, Dr. Sérgio Martins, o presidente da Comissão de Direito e Processo Civil, Dr. Francis Vanine Andrade Reis, o representante da Comissão de Direito Administrativo e Constitucional, Dr. Adriano Ribeiro, e a associada, Dra. Gabriela Guimarães Albuquerque.
Nos próximos dias, será criado um formulário oficial da AACO (e será enviado via e-mail e whatzaap para todos os nossos associados), momento em que terão a oportunidade de se manifestarem com sugestões, críticas e apontar as boas práticas da Justiça Comum em Divinópolis.
Os formulários preenchidos serão avaliados pelo observatório e as informações serão organizadas e guardadas de forma sigilosas para devidas providências junto aos órgãos responsáveis.
A AACO/MG criará um Conselho interno, que envolverá diretamente todas as comissões, o poder judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Segurança Pública, OAB, entidades da área do comércio e a sociedade civil em geral, para que haja uma discussão contínua sobre os trâmites do judiciário. Este Conselho terá como objetivo principal estudos técnicos para criação e alteração de leis e normas do judiciário, e se reunirá periodicamente com datas predefinidas.
Outra ação que faz parte deste projeto será a criação, de forma permanente, de uma avaliação externa, inicialmente para juízes e tabeliões, a ser avaliada pelos advogados da AACO/MG. Essas avalições serão, posteriormente, examinadas e, se necessário, enviadas ao CNJ e demais Corregedorias.