Schuchowsky Advocacia

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23/04/2026
Na prática, a maioria das pessoas não assume um risco de forma consciente.Assume com base na sensação de que está tudo c...
22/04/2026

Na prática, a maioria das pessoas não assume um risco de forma consciente.

Assume com base na sensação de que está tudo certo.

Porque leu por cima, porque confiaram, porque parecia seguro.

O problema não é a escolha.

É ter feito uma escolha sem realmente entender o que ela envolvia.

Na prática, aplicar a lei é só uma parte.O que realmente define o caminho é a compreensão do cenário em que tudo acontec...
15/04/2026

Na prática, aplicar a lei é só uma parte.

O que realmente define o caminho é a compreensão do cenário em que tudo aconteceu.

Porque cada decisão, cada detalhe e cada escolha anterior influenciam diretamente no resultado.

Quando isso não é considerado, a solução até pode existir.

Mas dificilmente resolve o problema por completo.

Esse caso chama atenção por um detalhe que muita gente ignora.A fraude aconteceu dentro de operação com criptomoeda.E, c...
09/04/2026

Esse caso chama atenção por um detalhe que muita gente ignora.

A fraude aconteceu dentro de operação com criptomoeda.
E, como quase sempre, tentaram jogar toda a responsabilidade no cliente.

Mas o STJ foi em outra linha.

Reconheceu que a plataforma também responde quando há falha na segurança da operação.

Não importa se foi cripto.

Se existe intermediação, lucro e estrutura,existe também dever de proteção.

E quando esse dever falha,
o prejuízo não pode ser empurrado automaticamente pra vítima.

Esse tipo de decisão começa a mudar um cenário perigoso:
o de pessoas perdendo dinheiro
e achando que não existe nenhum tipo de proteção.

Na prática?

Dependendo de como aconteceu a fraude,
dá sim pra discutir responsabilização da plataforma.

Mesmo em operações que, à primeira vista, parecem “irreversíveis”.

Se você já viu ou viveu algo assim,vale olhar com mais atenção antes de simplesmente aceitar a perda.

Esse tipo de caso está ficando cada vez mais comum.A pessoa sofre um golpe…e em poucos minutos fazem vários PIX seguidos...
09/04/2026

Esse tipo de caso está ficando cada vez mais comum.

A pessoa sofre um golpe…
e em poucos minutos fazem vários PIX seguidos, limpando a conta.

E o banco?
Não bloqueia. Não estranha. Não faz nada.

Nesse caso, a Justiça foi clara:
o banco falhou, e teve que devolver o dinheiro.

Porque não é só sobre o golpe.

É sobre o que o banco faz (ou deixa de fazer) enquanto ele acontece.

Várias transferências fora do padrão, em sequência, e mesmo assim o sistema não reage?

Isso pesa, e muito, na decisão.

O problema é que muita gente ainda acredita que:
“ah, mas fui eu que fiz o PIX…”

E desiste antes mesmo de entender o cenário completo.

Só que dependendo de como aconteceu, não é só culpa da vítima.

Se você já passou por algo assim, ou conhece alguém que perdeu dinheiro em sequência de PIX,vale olhar isso com mais atenção.

Tem mais direito aí do que parece.

Raramente um caso começa quando chega.Ele já vem carregado de escolhas, caminhos e, muitas vezes, equívocos que poderiam...
08/04/2026

Raramente um caso começa quando chega.

Ele já vem carregado de escolhas, caminhos e, muitas vezes, equívocos que poderiam ter sido evitados.

E é isso que torna cada situação única.

Não pelo que aparece.

Mas pelo que já aconteceu antes.

Sabe aquele tipo de caso que o banco tenta jogar a culpa toda no cliente?Esse aqui não colou.A Justiça reconheceu que o ...
07/04/2026

Sabe aquele tipo de caso que o banco tenta jogar a culpa toda no cliente?

Esse aqui não colou.

A Justiça reconheceu que o banco errou ao permitir a abertura de conta usada em golpe, e isso fez toda a diferença no resultado.

Não adianta dizer que foi “culpa de terceiro” quando:
o próprio sistema falhou lá atrás.

E é exatamente aí que muita gente perde dinheiro sem saber que daria pra discutir na Justiça.

Já vi vários casos assim:
a pessoa acha que não tem o que fazer…
e simplesmente aceita o prejuízo.

Mas não é bem assim.

Dependendo do que aconteceu,
o banco pode sim ser responsabilizado.

Inclusive com devolução do valor e indenização.

Se você passou por algo parecido, vale pelo menos entender se seu caso tem caminho.

Me chama.

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Curitiba, PR

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