Fabio Massuchin Advocacia Previdenciária

Fabio Massuchin Advocacia Previdenciária Advocacia especializada no Direito Previdenciário, com foco no benefício auxílio-reclusão.

Amplo conhecimento e experiência em benefícios previdenciários, especialmente nos benefícios pensão por morte, auxílio-reclusão e salário maternidade.

06/08/2026

Muita gente acredita que quem recebe auxílio-reclusão não pode trabalhar. Isso é um mito. ⚖️

Quem recebe o auxílio-reclusão pode ter emprego com carteira assinada e continuar recebendo o benefício. ✅

O trabalho do dependente não tira seu direito ao auxílio-reclusão.

❗ Infelizmente, muitas famílias deixam de exercer um direito por causa de informações incorretas.

Conhecer a lei faz toda a diferença.

👨‍⚖️ Dr. Fabio Massuchin - OAB/PR 70.533
Advogado Especialista em Benefícios Previdenciários

05/08/2026

🚨 O INSS negou o auxílio-reclusão? Isso não significa que a decisão está correta.

Muitas negativas são revertidas pela Justiça quando a análise é feita de forma mais completa.

Os motivos mais comuns de indeferimento que podem ter reversão judicial são:

1️⃣ Alegação de que o preso perdeu a qualidade de segurado, quando ainda estava no período de graça.

2️⃣ Indeferimento por suposta falta de baixa renda, devido a erro no cálculo da renda realizado pelo INSS.

3️⃣ Falta de comprovação do efetivo recolhimento a prisão, quando apresentado declaração do presídio que comprova.

Existem outros motivos.

⚖️ Cada caso precisa ser analisado individualmente. Se o direito à revisão for reconhecido, a Justiça reconhece o direito ao benefício mensal e determina o pagamento das parcelas atrasadas, com atualização monetária e juros na forma da lei.

📚 Essa informação pode fazer toda a diferença na defesa dos direitos da sua família.

Dr. Fabio Massuchin - OAB/PR 70.533
Advogado Especial em Benefícios do INSS

04/08/2026

O auxílio-reclusão representa dignidade para muitas famílias. 👨‍👩‍👧‍👦

💙 Esse benefício garante que filhos e dependentes tenham uma compensação pela falta do segurado que contribuiu com a Previdência Social e preencheu os requisitos. É um direito previsto em lei, destinado principalmente aos filhos da pessoa presa.

⚖️ Conhecer esse direito pode fazer toda a diferença na vida de uma criança.

Dr. Fabio Massuchin OAB/PR 70.533
Advogado Especialista em Benefícios do INSS

03/08/2026

Você sabia que uma pessoa não precisa estar trabalhando no dia da prisão para ter direito ao auxílio-reclusão? 🤔

Mesmo sem registro em carteira, ela pode continuar segurada pelo INSS durante o chamado período de graça. ⏳

📅 Dependendo da situação, esse período pode durar 1, 2 ou até 3 anos.

🔒 E tem mais: em alguns casos, prisões anteriores, fuga, livramento ou recaptura também podem influenciar na análise e aumentar o período em que a qualidade de segurado é mantida.

❌ Por isso, muitos benefícios são negados pelo INSS de forma equivocada.

⚖️ Cada caso precisa ser analisado com atenção, porque quem parece não ter direito pode, na verdade, preencher todos os requisitos.

Dr. Fabio Massuchin
Advogado especialista em benefícios do INSS

25/07/2026
07/07/2026

🔒 Poucas contribuições ao INSS não significam, automaticamente, que o auxílio-reclusão não é devido.

Muitas famílias desistem de buscar o benefício porque o pai da criança trabalhou pouco tempo com carteira assinada ou porque o INSS informou que ele não tinha contribuições suficientes.

⚖️ Mas o direito depende de uma análise muito mais cuidadosa.
📌 Para prisões que iniciaram até 18/01/2019, uma contribuição pode garantir o direito.
📌 Para prisões que iniciaram após essa data, é necessário preencher a carência de 24 contribuições com o INSS.

Aqui vai uma dica, diferente do INSS, a Justiça tem considerado contribuições abaixo do salário mínimo para aquele que trabalhou registrado.

Cada caso deve ser analisado individualmente, com base na legislação vigente na data da prisão e em toda a vida contributiva do segurado.

👨‍⚖️ Informação correta evita que direitos sejam perdidos.
Dr. Fabio Massuchin
Advogado Previdenciarista | OAB/PR 70.533

03/07/2026

👶 Muitas famílias deixam de buscar o auxílio-reclusão porque acreditam que, se o pai nunca conviveu com a criança ou nunca prestou auxílio financeiro, o filho não terá direito ao benefício.
❗Mas esse pensamento pode estar fazendo a criança perder o direito de receber um salário mínimo por mês de prisão.

⚖️Para os filhos menores de 21 anos, a lei estabelece presunção de dependência. Isso significa que não é necessário comprovar que a criança recebia pensão, ajuda financeira ou mantinha convivência com o pai para que exista o direito ao auxílio-reclusão.

📄 Além disso, a falta dos documentos da pessoa presa também não impede o direito. Esses documentos podem ser obtidos por meio de certidões e consultas aos órgãos públicos e processos.

👨‍👧Em outras palavras, a ausência de ajuda do pai, a falta de auxílio ou documentos do pai não afastam o direito da criança.

🔍Cada situação deve ser analisada individualmente, mas desistir apenas por esses motivos pode significar abrir mão de um benefício que a lei assegura às crianças que tem pais presos.

⚖️ Informação correta evita que direitos das crianças sejam perdidos.

Dr. Fabio Massuchin
Advogado Previdenciarista | OAB/PR 70.533

02/07/2026

📌 Nem toda negativa do INSS significa que o direito não existe.

Muitas pessoas acreditam que, se o INSS negou um benefício, não há mais nada a ser feito. Mas a realidade jurídica é mais complexa.

⚖️ O servidor do INSS exerce uma função essencial e, na maioria das vezes, está vinculado às normas internas e aos procedimentos administrativos do órgão. Em diversas situações, ele não possui liberdade para decidir de forma diferente, mesmo diante de um caso que possa gerar dúvidas.

📖 Já o Poder Judiciário possui outra forma de análise. O juiz pode interpretar a legislação de maneira mais ampla, examinando a Constituição Federal, as leis, os decretos, a jurisprudência dos tribunais e as provas produzidas no processo.
Por isso, é comum que um benefício negado pelo INSS seja posteriormente reconhecido pela Justiça.

💡 Isso não significa que toda negativa esteja errada. Cada caso depende de uma análise técnica dos requisitos legais e das provas existentes.

O importante é compreender que uma decisão administrativa não representa, necessariamente, a palavra final sobre o seu direito.

Antes de desistir, vale a pena consultar um advogado especialista para verificar se existe outra interpretação jurídica possível que está sendo aceita pela Justiça.

Dr. Fabio Massuchin
Advogado Previdenciário • OAB/PR 70.533

❌ O INSS negou o auxílio-reclusão?Muitas famílias acreditam que isso significa o fim da história.Mas a realidade é mais ...
01/07/2026

❌ O INSS negou o auxílio-reclusão?
Muitas famílias acreditam que isso significa o fim da história.
Mas a realidade é mais complexa.

A decisão do INSS é uma decisão administrativa. Em alguns casos, essa decisão está correta. Em outros, pode haver erros na interpretação da legislação, na análise dos documentos ou na aplicação das regras previdenciárias.
É justamente por isso que a Justiça prevê a possibilidade de revisão dessas decisões, pela atuação do Poder Judiciário.
Ao longo da minha atuação como advogado previdenciário, acompanhei centenas de situações em que benefícios inicialmente negados pelo INSS foram concedidos pelo Judiciário após uma análise mais correta das provas e da legislação aplicável.

Isso não significa que toda negativa esteja errada.
Significa apenas que uma negativa do INSS não é, por si só, a resposta definitiva sobre a existência ou não do direito.
Cada caso possui suas particularidades e precisa ser analisado individualmente.

Antes de concluir que você ou seus filhos não têm direito ao auxílio-reclusão, procure entender qual foi o verdadeiro motivo da negativa. Em algumas situações, ainda pode existir um caminho jurídico para discutir a decisão.

⚖️ Informação de qualidade evita que direitos sejam perdidos por falta de conhecimento.

Dr. Fabio Massuchin
Advogado Previdenciário – OAB/PR 70.533

30/06/2026

👧 Muitas crianças deixaram de receber o auxílio-reclusão porque suas famílias acreditaram que o benefício havia acabado, que a saída do segurado da prisão impedia qualquer pedido ou que a negativa administrativa era definitiva.

📑 Na realidade, existem situações em que o benefício poderia ter sido concedido e não foi, seja por erro na análise da qualidade de segurado, do período de graça, da renda do instituidor ou da própria legislação aplicável à época da prisão.

⏳ Em alguns casos, ainda é possível buscar o reconhecimento desse direito e o pagamento dos valores atrasados, desde que os requisitos legais estejam presentes.

🔎 Cada caso exige uma análise individualizada, considerando a data da prisão, o histórico contributivo do segurado, a legislação vigente naquele momento e a situação dos dependentes.

📲 Antes de concluir que não há mais nada a fazer, vale a pena realizar uma análise técnica do caso.

Dr. Fabio Massuchin – OAB/PR 70.533
⚖️ Advogado especialista em benefícios previdenciários

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