22/05/2026
Você morreria tranquilo sabendo que alguém poderia entrar nos seus directs?
O Tribunal de Justiça de São Paulo julgou um caso real:
uma mãe pediu acesso ao perfil do filho falecido.
E a Justiça disse não.
Porque existe uma diferença que quase ninguém percebe.
Uma coisa é herança.
Outra coisa é intimidade.
Milhas, criptomoedas, contas monetizadas, patrimônio digital…
isso pode ser transmitido.
Mas conversas privadas, fotos nunca postadas, pesquisas, arquivos pessoais e directs entram em outro lugar:
o da privacidade.
E o mais curioso?
Seu direito à intimidade pode continuar protegido mesmo depois da morte.
Na prática, isso signif**a que a sua família pode não ter acesso às suas redes sociais, mesmo existindo vínculo afetivo.
O carinho não muda a natureza jurídica daquilo que era privado.
Por isso, planejamento digital não é exagero.
É evitar que outras pessoas decidam por você depois que você partir.
Agora pensa comigo:
Se algo acontecesse hoje…
quem teria acesso à sua vida digital?