29/07/2026
A nova Lei de Licitações completou quatro anos e ainda tem Câmara aplicando a 8.666 com outro número na capa.
A Lei nº 14.133/2021 trouxe instrumentos que mudam a lógica da contratação. Planejamento como etapa obrigatória, estudo técnico preliminar, matriz de riscos, agente de contratação, diálogo competitivo, critérios de julgamento mais inteligentes. A norma está posta.
O problema é que instrumento novo não muda cultura antiga sozinho.
Continua se contratando às pressas, sem planejamento anual, com termo de referência copiado de outro processo, sem análise de risco e sem quem responda pelas decisões. A lei mudou, a prática não.
E é aí que mora o risco. Aplicar uma lei nova com a mentalidade da lei velha não protege ninguém, nem a instituição, nem o servidor que assina.
Construir uma nova cultura de gestão exige o básico bem feito: capacitação da equipe, fluxos escritos, planejamento de contratações e orientação jurídica antes da decisão, não depois do problema.
A boa notícia é que isso se constrói. E começa por uma decisão da Mesa Diretora.
Quer saber por onde a sua Câmara pode começar? Vem que te conto. 🦅