01/04/2026
Se você acha que mudar uma letra “salva” uma marca no INPI, o caso da Guday é o banho de realidade que todo empreendedor precisa.
Muitos focam apenas na escrita, mas o INPI analisa o conjunto marcário. E nesse caso, a fonética é idêntica ao da marca Gooday, ambas atuam no mercado de suplementos e, além de tudo, elas disputam o mesmo consumidor.
A lei de Propriedade Industrial é clara: marca não serve só para “enfeitar”, serve para distinguir. Se o nome induz o consumidor ao erro — seja pelo som, pelo significado ou pela semelhança visual — o registro tem grandes chances de ser indeferido.
O prejuízo de um rebranding forçado não é só a troca de uma logo, é perder a conexão que o cliente já tinha construído com a sua empresa, lembre-se que a sua marca é o seu maior ativo.
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