23/04/2026
Essa dúvida aparece quando a cobrança muda de tom e a sensação é de que o próximo passo já está decidido. A verdade é que não existe um prazo único, porque o caminho até o leilão depende do tipo de garantia, do contrato e da medida que o banco escolhe usar.
Em garantias reais, como hipoteca ou alienação fiduciária, o roteiro costuma ser rápido: atraso, notificações, tentativa de “renegociação” com termos mais pesados e, depois, a execução ou consolidação da garantia até chegar aos atos de expropriação. Quando o contrato foi estruturado para dar vantagem ao credor, o risco acelera.
O erro mais caro é esperar a intimação para só então revisar o contrato, organizar documentos e definir uma estratégia jurídica. Quando vira processo, o tempo deixa de ser seu aliado.
Se o banco parou de negociar e começou a pressionar, trate como sinal de fase avançada.
Acompanhe o perfil para entender os sinais e agir com segurança antes do ponto sem retorno.
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