Franciele Azevedo Advogada

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Franciele Azevedo Advogada Advogada e Conselheira do Conselho Municipal da Mulher -
OAB/VG.

25/09/2026

A advocacia no seu dia mais tranquilo 🤣🤣

Em meio a conflitos familiares, a criança pode sentir medo, insegurança, tristeza e até culpa por situações que pertence...
23/09/2026

Em meio a conflitos familiares, a criança pode sentir medo, insegurança, tristeza e até culpa por situações que pertencem ao mundo dos adultos.

Ouvir o que ela sente é essencial. Mas escutar não signif**a colocar sobre seus ombros a responsabilidade de escolher ou solucionar conflitos familiares.

O cuidado deve estar em acolher, proteger e preservar sua infância, sempre considerando o que é melhor para o seu desenvolvimento e bem-estar.

Criança precisa ser ouvida, mas também precisa ter liberdade para continuar sendo criança.

21/09/2026

No Direito de Família, algumas decisões não podem ser tomadas de forma unilateral.

Mudanças importantes na rotina dos filhos, revisão de pensão e o direito de convivência precisam ser analisados com cuidado, sempre considerando o melhor interesse da criança.

Informação também é uma forma de proteger seus direitos e evitar conflitos desnecessários.

17/09/2026

Algumas curiosidades do Direito Civil podem surpreender e fazer toda diferença na vida prática.
Informação também é uma forma de proteger seus direitos.

Neste Dia do Cliente, agradeço cada um que confia no meu trabalho e me permite fazer parte de momentos tão importantes d...
15/09/2026

Neste Dia do Cliente, agradeço cada um que confia no meu trabalho e me permite fazer parte de momentos tão importantes da sua vida.

Mais do que clientes, construímos relações pautadas em confiança, respeito e compromisso.

Feliz Dia do Cliente!

Franciele Azevedo | Advogada

14/09/2026

A pensão por morte nem sempre é vitalícia. A duração do benefício pode variar de acordo com a idade do cônjuge ou companheiro na data do falecimento, além do cumprimento de outros requisitos previstos em lei.

Por isso, cada caso precisa ser analisado individualmente antes de concluir por quanto tempo o benefício será pago.

Ficou com dúvida sobre pensão por morte? Procure orientação especializada.

11/09/2026

Seu patrão recusou seu atestado porque você entregou depois de 48 horas?

A legislação trabalhista não estabelece, de forma geral, um prazo obrigatório de 48 horas para a entrega do atestado médico.

A empresa pode ter regras internas para organizar o recebimento desses documentos, mas isso não signif**a que um atestado válido possa ser automaticamente desconsiderado apenas porque foi apresentado depois desse período.

Cada situação precisa ser analisada com atenção, considerando as normas da empresa e as circunstâncias do afastamento.

Ficou com dúvida sobre seus direitos no trabalho? Procure orientação jurídica.

10/09/2026

O servidor público ocupante de cargo efetivo e amparado por Regime Próprio de Previdência Social, RPPS, em regra, não pode se filiar ao Regime Geral de Previdência Social, RGPS, na condição de segurado facultativo apenas com a finalidade de realizar contribuições ao INSS e constituir uma futura aposentadoria pelo Regime Geral.

Assim, enquanto estiver regularmente vinculado ao RPPS, não é adequado realizar recolhimentos como segurado facultativo pelos códigos 1406 ou 1473, pois essa forma de filiação não corresponde ao enquadramento previdenciário do servidor.

A legislação estabelece que o servidor ocupante de cargo efetivo, quando amparado por RPPS, f**a excluído do RGPS em relação a esse vínculo. Contudo, caso exerça, simultaneamente, outra atividade remunerada sujeita ao Regime Geral, como emprego regido pela CLT ou atividade profissional autônoma, passará a ser segurado obrigatório do INSS em relação a essa atividade específ**a, devendo realizar as contribuições conforme a categoria previdenciária correspondente. Essa possibilidade está prevista no art. 12, § 1º, da Lei nº 8.213/1991. (Presidência da República)

Há, ainda, situações excepcionais em que o servidor vinculado a RPPS poderá contribuir facultativamente ao RGPS, especialmente quando estiver afastado sem remuneração e não puder, durante o afastamento, permanecer contribuindo para o respectivo Regime Próprio. Por isso, a análise deve sempre considerar a situação funcional concreta do servidor.

Já o ocupante exclusivamente de cargo em comissão, sem vínculo efetivo com a Administração Pública, assim como outros agentes públicos que não estejam amparados por Regime Próprio, normalmente permanece vinculado ao RGPS e sujeito às contribuições previdenciárias destinadas ao INSS.

Portanto, antes de realizar qualquer contribuição ao INSS “por fora”, é necessário verif**ar se o servidor está vinculado ao RPPS ou ao RGPS, se existe outra atividade remunerada concomitante e qual é a categoria previdenciária aplicável. O simples recolhimento de contribuição como segurado facultativo, quando houver impedimento legal para essa filiaçã

09/09/2026

Quem nunca passou por isso 🤣🤣
Só para descontrair!

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