21/08/2026
🩺 Estar doente não signif**a, por si só, que o benefício por incapacidade será concedido. Na análise do INSS, um dos pontos centrais é demonstrar que a doença ou lesão realmente causa incapacidade para o trabalho ou para a atividade habitual.
Por isso, a documentação médica faz muita diferença na perícia. Um atestado isolado pode não demonstrar toda a situação. Laudos, relatórios, exames, receitas e demais documentos médicos ajudam a apresentar o histórico da doença, os tratamentos realizados e, principalmente, as limitações que ela provoca no dia a dia profissional. O próprio INSS orienta a apresentação de documentos médicos que comprovem a incapacidade.
No caso de atestados e relatórios, é importante que estejam legíveis e contenham informações adequadas, como identif**ação do paciente, data de emissão, período estimado de afastamento, identif**ação do profissional e informações sobre a doença.
Também é recomendável organizar a documentação de forma clara e cronológica, facilitando a compreensão da evolução do quadro de saúde.
Sentir dor é relevante, mas, para fins previdenciários, é necessário demonstrar como aquela condição interfere na capacidade de exercer o trabalho.
Teve o benefício negado ou ainda vai passar pela perícia? Cada situação deve ser analisada individualmente, considerando tanto a documentação médica quanto os demais requisitos previdenciários.
🏛️ FERNANDO JUSTEN – ADVOGADO & ASSOCIADOS
📍 R. Pinheiro Machado, 1157 – sala 201 – Centro – Cruz Alta – RS, 98010-750
🌐 Atendimento online no RS e SC
📧 [email protected]
📱 (55) 3303-5430 | (55) 99941-5015