24/07/2026
Nos últimos dias, o tema da pejotização voltou a ganhar destaque após novas movimentações do STF, reacendendo um debate importante para empresas de todos os portes.
Um dos erros mais comuns é acreditar que basta o prestador possuir um CNPJ para que a contratação esteja juridicamente protegida. Não é assim que funciona.
Na prática, a Justiça analisa como a relação acontece no dia a dia. Se estiverem presentes requisitos típicos da relação de emprego, como subordinação, pessoalidade, habitualidade e remuneração, a contratação poderá ser questionada.
Por isso, além de um contrato bem elaborado, é fundamental que a execução da prestação de serviços esteja alinhada ao modelo de contratação escolhido.
Revisar contratos e procedimentos internos de forma preventiva é uma medida que pode reduzir riscos, evitar passivos trabalhistas e trazer mais segurança para a empresa.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a análise jurídica de cada caso concreto.