01/10/2026
Ninguém vê a força que foi necessária para você chegar até aqui.
Talvez, olhando de fora, pareça que tudo aconteceu naturalmente.
Mas deixa eu te perguntar, Doutora Kele…
“Você se lembra de quando começou e não sabia se realmente conseguiria?”
Eu me lembro.
No começo, a gente tem sonhos, planos e muita vontade de fazer acontecer. Mas também tem inseguranças, dúvidas e aquele medo de não saber se os resultados vão chegar.
“E você já se perguntou se todo esse esforço realmente valeria a pena?”
Já.
Muitas vezes.
E talvez essa seja uma das partes que ninguém conta sobre a advocacia: nem todos os dias são de conquistas.
“Doutora Kele, quantas vezes você precisou continuar mesmo sem ter certeza de onde aquele caminho iria te levar?”
Muitas.
Porque a advocacia tem dessas coisas.
O início é desafiador. Construir autoridade leva tempo. Conquistar os primeiros resultados exige persistência.
E, quando eles finalmente chegam, surge uma nova pergunta:
“E agora? Como continuar crescendo sem perder a minha essência?”
E eu acho que essa é uma das maiores provas da nossa trajetória.
Porque talvez a maior prova não seja começar.
Talvez seja continuar.
Continuar estudando.
Continuar se posicionando.
Continuar acreditando no seu trabalho.
Continuar mesmo quando os resultados parecem pequenos.
E aí vem outra pergunta:
“Doutora Kele… e se tudo aquilo que hoje parece tão difícil estiver justamente construindo a profissional que você sempre quis ser?”
Talvez esteja.
Por isso, hoje eu olho para trás e penso:
A mulher que começou não tinha todas as respostas.
Mas ela teve coragem de dar o primeiro passo.
E é essa mesma força que precisa continuar existindo para sustentar tudo aquilo que foi conquistado.
Porque a advocacia não acontece de um dia para o outro.
É construção. É processo. É persistência.
E eu ainda estou escrevendo a minha história.
Se você também está vivendo esse processo, salve este texto para reler nos dias difíceis e compartilhe com uma doutora que precisa se lembrar da própria força.