28/09/2026
1️⃣ O diagnóstico recente não signif**a, necessariamente, que você só pode olhar para frente.
O fato de o diagnóstico ter sido realizado recentemente não encerra automaticamente a possibilidade de analisar períodos anteriores.
Dependendo das circunstâncias e da documentação disponível, pode ser necessário verif**ar declarações anteriores e eventual possibilidade de restituição de valores pagos indevidamente, observando os prazos legais — inclusive os últimos cinco anos, quando aplicável.
2️⃣ Ter recebido restituição não signif**a necessariamente que você recebeu tudo o que poderia.
A declaração ter sido processada e a restituição ter sido liberada não signif**a que todas as possibilidades previstas na legislação tenham sido analisadas.
Existem situações que precisam ser avaliadas individualmente, considerando a condição do dependente, as despesas, os documentos e a forma como as informações foram declaradas.
3️⃣ O contador fazer a declaração não substitui uma análise jurídica.
O contador tem um papel fundamental na elaboração da declaração e no correto cumprimento das obrigações fiscais.
Mas existem situações em que, além da parte contábil, é importante compreender quais são os direitos da família e como a legislação pode ser aplicada ao caso concreto.
E esse é um ponto que muitas famílias acabam deixando passar: não necessariamente porque não têm direito, mas porque não sabem que aquela possibilidade existe.
Se você é pai ou mãe de uma pessoa com deficiência, vale a pena olhar para além da declaração já entregue e verif**ar se existe alguma possibilidade que não foi considerada.
Cada caso precisa ser analisado individualmente, com base na legislação e na documentação da família.
👉 Salve este conteúdo e compartilhe com outro pai ou mãe atípico que pode precisar dessa informação.
Procure orientação especializada para entender se essa possibilidade realmente se aplica ao seu caso.