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Almeida Vieira Advogados Com atuação no sudeste goiano a Almeida&Vieira Advogados, possui mais de 05 anos de trabalho com profissionalismo, seriedade e comprometimento.

A melhor fonte de referência da credibilidade da Almeida&Vieira Advogados é a distinta Carteira de Clientes que confiam seus assuntos e soluções ao seu corpo profissional. A atuação em todos as áreas do direito faz da Almeida&Vieira Advogados ponto de referência na advocacia do interior Goiano, quer na construção de pareceres, planejamentos, respostas a consultas, na propositura de ações judiciais, quer no profundo conhecimento das leis e do funcionamento dos órgãos competentes.

Medida protetiva é uma ordem judicial e seu descumprimento pode gerar consequências criminais. Por isso, uma aproximação...
27/09/2026

Medida protetiva é uma ordem judicial e seu descumprimento pode gerar consequências criminais. Por isso, uma aproximação, mensagem, ligação ou qualquer outra conduta proibida pela decisão não deve ser tratada como algo sem importância.

Atualmente, descumprir uma medida protetiva de urgência é crime, com pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa. Se houver prisão em flagrante, a fiança somente pode ser concedida pela autoridade judicial.

E quando pode haver prisão preventiva? Ela não acontece automaticamente a cada descumprimento. O juiz pode decretá-la quando houver elementos concretos que demonstrem sua necessidade, especialmente para proteger a vítima e garantir o cumprimento da medida.

Descumprimentos repetidos, aproximações proibidas, perseguições ou situações que indiquem risco de novas violações podem justificar a prisão quando outras medidas forem insuficientes.

Por isso, mensagens, ligações, áudios, imagens, registros de aproximação e testemunhas devem ser preservados.

Se a medida protetiva foi descumprida, procure imediatamente os órgãos competentes e assessoria jurídica especializada para orientação e proteção dos seus direitos.

Impedir o acesso ao próprio dinheiro também pode ser uma forma de violência.A lei Maria da Penha reconhece como violênci...
26/09/2026

Impedir o acesso ao próprio dinheiro também pode ser uma forma de violência.

A lei Maria da Penha reconhece como violência patrimonial condutas como reter ou subtrair dinheiro, documentos pessoais, bens, valores, instrumentos de trabalho e outros recursos econômicos da mulher.

Isso pode aparecer de diferentes maneiras: impedir que ela trabalhe ou tenha acesso ao próprio salário, controlar todos os seus gastos, esconder documentos, destruir objetos ou se apropriar de bens e valores que pertencem a ela.

Quando o dinheiro é utilizado para limitar escolhas, criar dependência ou impedir que a mulher tenha autonomia, o controle financeiro pode fazer parte de uma dinâmica de dominação e violência.

A lei também prevê medidas para proteger o patrimônio da vítima, como a restituição de bens indevidamente subtraídos e outras providências determinadas judicialmente.

Portanto, a violência doméstica também pode atingir a autonomia financeira e reconhecer esses sinais é importante para buscar proteção.

Em situações assim, procure a rede de proteção e assessoria jurídica especializada para avaliar as medidas cabíveis.

O proprietário decidiu vender? Em determinadas situações, o inquilino tem direito de preferência para comprar o imóvel a...
25/09/2026

O proprietário decidiu vender? Em determinadas situações, o inquilino tem direito de preferência para comprar o imóvel antes que ele seja oferecido a terceiros.

Isso significa que o locador deve comunicar ao inquilino a intenção de venda, informando as condições do negócio, especialmente o preço, a forma de pagamento e outras condições relevantes. O locatário poderá manifestar seu interesse dentro do prazo legal, desde que aceite a compra nas mesmas condições oferecidas a terceiros.

Esse direito, porém, não significa que o proprietário seja obrigado a vender pelo preço que o inquilino considera adequado. A preferência existe justamente para permitir que o locatário tenha a oportunidade de adquirir o imóvel nas mesmas condições da proposta.

Se o procedimento for desrespeitado, podem existir consequências jurídicas, inclusive a possibilidade de o inquilino buscar medidas para preservar seu direito, conforme as circunstâncias e os requisitos previstos na lei do inquilinato.

A venda de imóvel alugado exige cuidados específicos.

Conte com assessoria jurídica especializada para avaliar o procedimento de venda e garantir que os direitos de proprietário e inquilino sejam respeitados.

A construtora atrasou a entrega? Isso pode gerar consequências para o comprador, mas a indenização não é automática.O pr...
24/09/2026

A construtora atrasou a entrega? Isso pode gerar consequências para o comprador, mas a indenização não é automática.

O primeiro passo é verificar o prazo previsto no contrato e se existe cláusula de tolerância válida. Também é importante analisar quanto tempo durou o atraso e as circunstâncias do caso.

A demora pode gerar prejuízos financeiros, como o pagamento de aluguel enquanto o comprador aguarda o imóvel, gastos extras com mudança ou armazenamento de móveis e outras despesas que não existiriam se a entrega tivesse ocorrido no prazo. Dependendo da situação, também podem ser discutidos lucros cessantes e outros danos.

Isso não significa que qualquer gasto será automaticamente indenizado. É necessário demonstrar o prejuízo e analisar sua relação com o atraso da obra.

Por isso, o contrato, o período de atraso e as consequências concretas da demora precisam ser avaliados em conjunto.

Conte com assessoria jurídica especializada para analisar o atraso e verificar os direitos do comprador diante dos prejuízos sofridos.

Receber advertências antes de uma justa causa é uma situação comum, mas não é uma regra obrigatória em todos os casos.A ...
23/09/2026

Receber advertências antes de uma justa causa é uma situação comum, mas não é uma regra obrigatória em todos os casos.

A justa causa pode ser aplicada após uma única conduta quando o ato praticado for suficientemente grave para romper a confiança necessária à continuidade da relação de trabalho. Situações como atos de improbidade, violência ou outras condutas de elevada gravidade podem, dependendo das circunstâncias, justificar uma punição imediata.

Por outro lado, um erro isolado ou uma infração de menor gravidade nem sempre autoriza a aplicação direta da penalidade máxima. A punição precisa ser proporcional à conduta e estar devidamente comprovada.

Também importa a forma como a empresa reage ao fato. Uma demora injustificada na aplicação da penalidade pode enfraquecer a alegação de que a conduta tornou impossível a continuidade do vínculo.

O histórico funcional do empregado e as circunstâncias em que o fato ocorreu também podem ser considerados na análise.

Nem toda justa causa exige várias advertências anteriores, mas a penalidade precisa ser bem fundamentada.

Antes de aplicar ou contestar uma justa causa, buscar auxílio jurídico especializado pode ajudar a avaliar as circunstâncias.

Em meio a conflitos familiares, é comum surgir a ideia de simplesmente "tirar" um filho da herança. A lei, porém, impõe ...
22/09/2026

Em meio a conflitos familiares, é comum surgir a ideia de simplesmente "tirar" um filho da herança. A lei, porém, impõe limites bem definidos para isso.

Os arts. 1.845 e 1.846 do Código Civil definem os herdeiros necessários, entre eles os descendentes, e garantem a eles a legítima, parcela mínima do patrimônio que não pode ser livremente disposta pelo autor da herança.

Isso significa que não é possível simplesmente excluir um filho da herança por vontade própria, fora das hipóteses previstas em lei.

A deserdação, prevista nos arts. 1.961 e seguintes do Código Civil, depende de causas específicas, como determinados atos graves contra o autor da herança, e exige expressa declaração em testamento, além de comprovação judicial.

Não se deve confundir a deserdação com a indignidade, tratada nos arts. 1.814 e seguintes, que trata de situações em que o próprio herdeiro pratica atos graves contra o falecido, independentemente de testamento.

Se você tem dúvidas sobre uma situação envolvendo exclusão de herdeiro, um advogado especializado em sucessões pode esclarecer qual instituto se aplica ao caso.

O art. 15 da Lei nº 8.036/1990 determina que o empregador deve depositar mensalmente, em conta vinculada, o equivalente ...
21/09/2026

O art. 15 da Lei nº 8.036/1990 determina que o empregador deve depositar mensalmente, em conta vinculada, o equivalente a 8% da remuneração do trabalhador. Esse depósito deve constar no extrato do FGTS, disponível para consulta pelo próprio trabalhador.

Quando o extrato mostra meses sem depósito, ou valores que não correspondem ao salário recebido, vale conferir esse histórico com atenção.

Uma falha isolada não costuma gerar, sozinha, as mesmas consequências de um padrão repetido de ausência de depósitos. Por isso, entender a extensão do problema é importante antes de qualquer conclusão.

Também vale conferir se os valores depositados correspondem ao salário efetivamente recebido, incluindo horas extras e adicionais habituais, já que essas parcelas também compõem a base de cálculo do FGTS.
Se notou essa falha no seu extrato, vale buscar orientação jurídica especializada antes que o problema se acumule.

Nem todo juro elevado é automaticamente ilegal, mas isso não significa que qualquer cobrança seja permitida, taxas altas...
20/09/2026

Nem todo juro elevado é automaticamente ilegal, mas isso não significa que qualquer cobrança seja permitida, taxas altas podem ser questionar.
No Brasil, não existe um teto fixo geral para juros bancários em todas as operações. Porém, as instituições devem respeitar parâmetros de mercado, como as taxas médias divulgadas pelo Banco Central, além dos princípios do código de defesa do consumidor.
Quando os juros estão muito acima da média praticada ou há falta de transparência no contrato, pode ser caracterizada abusividade.

Situações com encargos excessivos, capitalização irregular ou cobranças pouco claras também podem ser questionadas.
Nesses casos, é possível buscar a revisão judicial do contrato para reequilibrar a relação e afastar cobranças indevidas.
A análise sempre depende do caso concreto, considerando o tipo de contrato e as condições pactuadas.
Se houver dúvida sobre os juros cobrados, busque orientação jurídica e salve este post para referência.

O art. 74, parágrafo 2º, da CLT exige que estabelecimentos com mais de vinte trabalhadores mantenham o registro da hora ...
19/09/2026

O art. 74, parágrafo 2º, da CLT exige que estabelecimentos com mais de vinte trabalhadores mantenham o registro da hora de entrada e saída dos empregados. Esse controle deve refletir a jornada realmente cumprida.

Quando o ponto aparece idêntico todos os dias, mesmo com variações naturais na rotina de trabalho, esse padrão de marcação uniforme, conhecido como ponto britânico, pode ser questionado. A Súmula 338 do TST trata da presunção de veracidade da jornada alegada pelo trabalhador quando os registros não são apresentados ou não refletem a realidade.

Isso não significa que todo ponto uniforme seja automaticamente inválido: o contexto de cada empresa e função também é considerado.

Vale observar também se a empresa altera manualmente os registros ou pede que o trabalhador assine folhas de ponto em branco, situações que também podem ser levadas em conta nessa análise.
Reconhece essa situação no seu trabalho? Um advogado trabalhista pode ajudar a interpretar corretamente esses registros.

Existe uma crença espalhada de que, depois de um certo período morando junto, o relacionamento se transforma automaticam...
18/09/2026

Existe uma crença espalhada de que, depois de um certo período morando junto, o relacionamento se transforma automaticamente em união estável perante a lei. Essa ideia simplifica demais uma análise que, na realidade, é bem mais ampla.

A união estável se caracteriza pela convivência pública, contínua e duradoura entre duas pessoas, com o objetivo de constituir família. Não existe um número exato de meses ou anos que, sozinho, defina essa transformação. O que se avalia é o conjunto da relação: vida em comum, divisão de responsabilidades, apoio mútuo e a intenção real de formar família, e não apenas um namoro mais longo.

Elementos como dividir despesas, ter endereço em comum e se apresentar socialmente como casal entram nessa análise, mas nenhum deles, isoladamente, é suficiente.

Um contrato de convivência pode ajudar a organizar direitos e deveres patrimoniais, mas não impede, por si só, o reconhecimento da união quando os demais requisitos estiverem presentes.

Se você tem dúvidas sobre a sua situação, vale conversar com um advogado de família.

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Catalao, GO
75701010

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