06/05/2026
Você passou meses codando. Noites sem dormir, versão 1, versão 2, pivô, mais noite sem dormir… até chegar em algo que funcionou de verdade.
Aí um concorrente lança um produto idêntico ao seu. Ou um ex-sócio resolve dizer que o software era dele. Ou um funcionário que saiu da empresa reusa o código em outro lugar.
Você vai ao jurídico. E a primeira pergunta que vem é: onde está a prova de que isso é seu?
Esse momento é onde muita gente trava. Porque código no computador não é prova. Repositório no GitHub não é prova jurídica. Data de criação em arquivo não é prova. Contrato com cliente usando o software não é prova de autoria.
Prova é registro.
O registro de software no INPI e na Biblioteca Nacional cria um marco temporal oficial… uma data que o Estado reconhece como sua.
A partir dali, você tem um documento que diz: esse software, nessa versão, pertence a essa empresa, desde esse dia.
Não é só proteção contra cópia. É proteção contra disputa societária. É proteção na hora de vender a empresa ou captar investimento. É o que separa “eu afirmo que é meu” de “eu posso provar que é meu.”
E o processo é mais simples do que parece. Não exige publicação do código fonte. Não expõe sua tecnologia. Você protege sem revelar.
A pergunta não é se vale registrar. A pergunta é por que você ainda não registrou.
👉 Clica no link da bio e fala com a Eixo… nota máxima em avaliações dos clientes e referência em registro de software em Santa Catarina. A gente cuida disso pra você.