12/10/2026
Ao lado das minhas filhas, peço a Deus um Brasil onde elas e todas as crianças possam crescer sem medo, viver sua fé e construir seus sonhos. Mas minha oração não me permite cruzar os braços. O futuro que desejo para elas exige responsabilidade nas escolhas de hoje.
A inflação pesa nas compras, o endividamento compromete o orçamento das famílias, empresas enfrentam dificuldades e a insegurança limita a liberdade. Os feminicídios continuam em patamares alarmantes. As queimadas na Amazônia também exigem atenção e proteção efetiva. Não consigo olhar para tudo isso e aceitar que o sofrimento vire rotina. Economia, famílias, segurança, queimadas.
Como advogada, quero instituições que respeitem a Constituição, prestem contas e mereçam a confiança da população. Como mãe, quero que minhas filhas encontrem oportunidades, não apenas aprendam a sobreviver às dificuldades.
Por isso, minha posição vai além de querer mudança: precisamos dela. Para mim, o governo atual não pode permanecer. O país não suporta que problemas tão graves sejam normalizados. Minha fé sustenta a esperança, mas é o compromisso com esta geração que me faz dizer isso com firmeza. O amanhã das nossas crianças começa nas decisões que tomamos agora.