Dal Pasquale Advocacia Assessoria e Consultoria Jurídica

Dal Pasquale Advocacia Assessoria e Consultoria Jurídica Advogado

05/07/2026
05/07/2026

Fique com Deus....

05/07/2026

E.G. White, Racismo e Adventismo

Para os Adventistas do Sétimo Dia os livros e escritos da Sra. White são sagrados e por isso os adeptos desse movimento são incentivados à leitura desses “sacros escritos”. Ellen G. White é venerada pelos adventistas!

“O ministério e os escritos de Ellen White foram uma manifestação do dom de profecia. Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo, e seus escritos, o produto desta inspiração, têm aplicação e autoridade especial para os adventistas do sétimo dia… Negamos que: A qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas” (Revista Adventista, fevereiro de 1984, p. 37)

Parece-me que a maioria dos membros da instituição Adventista não conhece certas citações um tanto desconcertantes explicitadas pela Sra. White. Vejamos então alguns desses textos problemáticos.



Casamento entre Brancos e Negros

“Mas há uma objeção ao casamento da raça branca com a preta. Todos devem considerar que não têm o direito de trazer à sua prole aquilo que a coloca em desvantagem; não têm o direito de lhe dar como patrimônio hereditário uma condição que os sujeitariam a uma vida de humilhação. Os filhos desses casamentos mistos têm um sentimento de amargura para com os pais que lhes deram essa herança para toda a vida”.

“Nenhuma animação deve ser dada a casamentos dessa espécie entre nosso povo. Que o irmão negro se case com uma irmã negra que seja digna, que ame a Deus e guarde os Seus mandamentos. Que a irmã branca que pensa em unir-se em casamento a um irmão negro se recuse a dar tal passo, pois o Senhor não está dirigindo nessa direção”.

(Veja o Livro – “Mensagens Escolhidas – vol.2 CPB, Sto. André, SP – 1985 nas páginas 343 e 344). Link do Ellen White Books

Observem a contradição: Se todos devemos amar imparcialmente o próximo e na Bíblia já estava escrito que Deus não faz acepção de pessoas (Atos 10.34), como Ellen White levanta mais uma parede, proibindo o casamento inter-racial? Será que as declarações dela sobre a proibição do tal casamento, não ajudaram a “reforçar os muros” que ela mesma citou?



O negros não devem ocupar cargos de liderança

“Oportunidades estão sempre aparecendo nos Estados do Sul, e muitos homens de cor são chamados ao trabalho. Mas, por muitas razões, os brancos devem ser escolhidos como líderes. Todos nós somos membros de um corpo que é completo unicamente em Jesus Cristo, que vai elevar seu povo do baixo nível que o pecado degradou e então serão colocados onde devem ser reconhecido nas cortes celestiais como trabalhadores juntos a Deus.”(Testimonies for the Church volume 9, pg 202.)



No céu todos serão brancos

“Vocês são filhos de Deus. Ele adotou vocês, e Ele deseja que formem características aqui que lhes darão entrada na família celestial. Lembrando disso, você será capaz de suportar as provações que encontrará aqui. No céu não haverá nenhuma linha de cor, pois todos serão brancos como o próprio Cristo. Agradeçamos a Deus por podermos ser membros da família real.” (O Arauto do Evangelho, 01 março de 1901, n º 20)(The Gospel Herald, March 1, 1901, paragraph 20, Article Title: Trust in God.)

OBS: Ao declarar que “no Céu todos serão brancos como Cristo”, Ellen White só fez esmagar ainda mais os negros. Ainda que tal afirmação fosse verdadeira – o que não é – ela poderia ter poupado às pessoas negras de sofrer tamanha humilhação devido a tal asseveração. Ela não vivia num tempo fortemente ra***ta? Segundo seus defensores; ela não queria “proteger” os negros? Ao escrever tal coisa, muitos brancos com certeza ficaram “inchados de orgulho” e podem ter usado tal escrito para denegrir e arrasar ainda mais a raça negra. Por amor ao bom senso e a razão: É assim que se “protege” alguém? Aqui Ellen White exaltou a raça branca a altura do divino e rebaixou a negra ao nível do esquecimento, ou seja, deu mais “munição” aos ra***tas, isto é obvio, isso é inegável.



Os negros não devem ser equiparados aos brancos

“Homens de cor estão inclinados a pensar que eles estão equipados para o trabalho para as pessoas brancas, quando deveriam dedicar-se a fazer trabalho missionário entre as pessoas de cor. Há muito espaço para inteligentes homens de cor para o trabalho para seu próprio povo. Que aqueles homens de cor que estão equipados para o cargo de superintendente de Escola Sabatina lembrem que eles podem fazer uma obra muito necessária, estabelecendo escolas dominicais e Escola Sabatina, entre as pessoas de cor. (Manuscript Releases, Volume Quatro, página 18 parágrafo 2 página-19 n º 3.)

“As pessoas de cor não devem pressionar para serem colocados em igualdade com os brancos.” ( Testimonies for the Church volume 9, pg 214).

“O trabalho de proclamar a verdade para este tempo não deve ser prejudicado por um esforço para ajustar a posição da raça negra.” (Testimonies Vol. 9., Página 214, parágrafo 4)



Estranha declaração sobre a cor de Adão

“Nossa imagem” – Gn 1.26. Ao sair Adão das mãos do Criador, era de nobre estatura e perfeita simetria. Tinha mais de duas vezes o tamanho dos homens que hoje vivem sobre a Terra, e era bem proporcionado. Suas formas eram perfeitas e cheias de beleza. Sua cútis não era branca ou pálida, mas rosada, reluzindo com a rica coloração da saúde. Eva não era tão alta quanto Adão. Sua cabeça alcançava pouco acima dos seus ombros. Ela, também, era nobre, perfeita em simetria e cheia de beleza.

Historia da Redenção, Pág. 21 – Link do Ellen White Books



Amálgama: A origens das raças

“Mas se há um pecado acima de todo outro que atraiu a destruição da raça pelo dilúvio, foi o aviltante crime de amálgama de homem e besta que deturpou a imagem de Deus e causou confusão por toda parte. Deus propôs-se a destruir aquela raça poderosa e longeva que corrompera os seus caminhos perante Ele”.

“Todas as espécies de animais que Deus havia criado foram preservadas na arca de Noé. As espécies mescladas que Deus não criou, e que foram o resultado de amalgamas (mistura de raças), foram destruídas pelo dilúvio. Desde o dilúvio, tem havido amalgama (mistura de raças) entre seres humanos e bestas , como pode-se ver … em certas raças de homens” (Ellen G White em Spiritual Gifts, Edição de 1864 e tornou a ser publicado em Spirit of Prophecy na Edição de 1870).

É importante citar que os texto causaram grande alvoroço na época de sua publicação, tanto que foram excluídos das próximas edições, mas a provas de sua existência ainda hoje pois a própria instituição adventista admite que existiram e tentam explicar nos link: Centro de pesquisa Ellen White.

Neste texto, Ellen G White diz que há mistura de raças entre seres humanos e BESTAS.

O QUE SERIAM ESTAS “BESTAS” que ‘cruzam’ com SERES HUMANOS? Será que ao declarar BESTAS Ellen G. White se referia a animais irracionais?

Se for este o caso, a Sra. White fez uma grave confusão, pois até hoje nunca se viu cruzamento de seres humanos com aves, répteis, felinos, equinos… Ou seja, animais. PELO MENOS A CIÊNCIA AINDA NÃO IDENTIFICOU TAL CRUZAMENTO!

Quem ou o quê seriam estas bestas com quem os seres humanos cruzaram? Será que seriam os negros? Ou haveria alguma “raça” nova entre seres humanos e os animais? Isso é muito estranho e sério! Essas afirmativas deveriam ser revistas, pois são descontextualizadas e cheias de ranço e preconceito!

A Igreja Adventista precisaria se posicionar diante desse quadro e assumir, se esse for o caso, que foi ra***ta ou que a sua profetisa falhou e foi infeliz em seus comentários. O fato que uma coisa ou outra aconteceu e não dá pra negar as evidências.

É preciso lembrar que pela Constituição Brasileira – Artigo 3 – IV, racismo é um grave crime. Entendo que ao sustentar esse tipo de postura medieval a referida igreja fere os direitos humanos e a constituição brasileira.

Será que não seria o caso dos adventistas virem em público para se desculparem junto à comunidade negra? Afinal de contas, se o Papa pode se humilhar e pedir desculpas pelos erros dos Papas do passado, os adventistas deveriam ter a mesma humildade e reconhecer os erros da sua profetisa. Ou será que os Adventistas concordam com EG White e acham que os negros são inferiores?

A grande incógnita nisso tudo é: A Sra. White conhecia o teor bíblico de amor, tolerância e misericórdia pregado por Jesus Cristo? Pois na Bíblia está escrito que: “Na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas” (At 10.34). Como encarar essas declarações arrepiantes e desprovidas de verdade como sendo inspiradas pelo Espírito de Deus? Como encarar isso como ensinamentos teológicos?

Será que já não basta o que a história nos registra de preconceitos e crimes contra os negros? Como pode a Igreja Adventista do Sétimo Dia, sendo uma igreja moderna, trazer em seu bojo doutrinário esse conceito estranho e tacanho?

Para mim, o preconceito racial é inaceitável! Como arrazoar que o branco, ao casar-se com o negro, traria uma carga hereditária desfavorável aos seus filhos? Isso é um impropério sem fundamento científico e muito menos teológico.

Fico feliz que na Bíblia o negro sempre foi respeitado e amado por Deus. Até na hora da crucificação o escolhido para ajudar o Senhor com a sua cruz foi um negro (Mc 15.21); quando o profeta Jeremias agonizava em um poço (Jr 38), Deus usou um negro para ajudá-lo; Salomão recebeu a Rainha de Sabá, que era negra, e Jesus Cristo elogiou a sua sabedoria (I Rs 10; Mt 12.42)… Assim vemos como o negro é importante para o nosso Cristo. Sem contar que o salvador da humanidade tinha em sua genealogia pessoas negras (Mt. 1).

O Senhor ama a todos, pois assim nos diz a palavra: Pois em um só Espírito fomos todos nós batizados em um só corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos quer livres (quer negros); e a todos nós foi dado beber de um só Espírito (I Co 12.13 – parêntese do autor).

Não importa a cor da pele, somos um em Cristo Jesus, mas jamais poderíamos ser um em concordância com os escritos de Ellen G. White.

———–

Colaboração: Roberto F. da Costa

05/07/2026

O católico que faz ou ajuda a fazer um ab**to não está apenas cometendo um erro comum. Ele se desliga da Igreja de forma automática. O nome disso é excomunhão "latae sententiae". A punição acontece no exato momento do ato, sem precisar de um julgamento ou de um anúncio do Papa. É um peso espiritual gigantesco. A pessoa perde o direito de receber a Comunhão, de se confessar e de participar da vida sacramental até que seja absolvida por quem tem essa autoridade.

Muita gente não entende o motivo dessa linha dura. Por que o ab**to excomunga na hora e outros crimes horríveis, como o tráfico de dr**as ou um homicídio comum, dependem de um processo longo no tribunal da Igreja?

A resposta está na fragilidade da vítima. O bebê no útero é o ser humano mais indefeso que existe na Terra. Ele não tem voz para gritar, não tem advogados, não tem como fugir e está escondido no lugar onde deveria estar mais seguro: o ventre da própria mãe. Quando a mãe, o médico e os familiares se unem para interromper essa vida, a quebra de confiança humana e espiritual é total. A Igreja pune com essa severidade máxima para criar uma muralha invisível de proteção ao redor dessa criança. É um grito de socorro legal da Igreja dizendo que ali ninguém pode tocar.

Ao contrário das seitas e de outras denominações, onde a verdade muda de acordo com o humor do pastor e cada líder prega uma coisa diferente, com muitos deles defendendo abertamente o ab**to nos meios de comunicação, na Igreja Católica a questão é fechada e não deixa a menor margem para interpretações pessoais. Existe um Magistério único. Se existem pessoas que se dizem católicas, usam esse nome, mas apoiam ou financiam a prática, elas estão agindo diretamente contra a Igreja. Não importa o cargo ou a influência que tenham: ao defenderem o que a fé condena, essas pessoas romperam a comunhão com o Corpo de Cristo e estão todas excomungadas pelo próprio ato que praticam.

Esta postura não nasceu ontem de manhã. O Catecismo da Igreja Católica deixa claro no parágrafo 2270 que a vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta desde o momento da concepção. Desde o primeiro segundo, o embrião tem os direitos de uma pessoa, e o principal deles é o direito inviolável à vida.

O Código de Direito Canônico, que é o livro de leis da Igreja, oficializa isso no cânone 1398. A regra é curta e grossa: quem provoca o ab**to, conseguindo o efeito, incorre em excomunhão automática. E a lei penaliza todo mundo que coopera ativamente para que o ato aconteça, não só a gestante. Se o namorado paga, se o médico opera, se a amiga compra o remédio, todos entram na mesma sentença espiritual. Essa mesma teia de cumplicidade alcança o político e o partido que criam e promovem leis para legalizar a prática, assim como o eleitor católico que, consciente disso, dá o seu voto e o seu aval a esse projeto político abortista. A responsabilidade atinge também o juiz que, na ausência de uma lei que autorize o ato, decide ultrapassar suas funções e toma para si a prerrogativa de "criá-la" por meio de decisões judiciais. Diante de Deus, a caneta que assina a liberação carrega o mesmo peso do instrumento que executa o procedimento.

Se olharmos para o passado, a tradição é uma rocha que nunca saiu do lugar. Na Patrística, os primeiros pais da Igreja já batiam nessa tecla quando o Império Romano achava o ab**to algo normal. A *Didaché*, o manual de doutrina mais antigo dos apóstolos escrito ainda no primeiro século, diz textualmente: "Não matarás a criança no seio materno, nem a matarás após o nascimento". São João Crisóstomo ia além e dizia que o ab**to era algo pior que o homicídio, porque você tira a vida de alguém antes mesmo de ela ver o mundo.

A Bíblia fundamenta toda essa estrutura no respeito à soberania de Deus sobre a vida. No livro do profeta Jeremias, capítulo 1, versículo 5, Deus diz: "Antes que no seio materno fostes formado, eu já te conhecia". Para o católico, o útero não é um laboratório de tecidos descartáveis, mas um santuário onde Deus trabalha diretamente na alma de um novo ser.

Os santos sempre falaram disso com uma clareza que incomoda o mundo moderno. Santa Teresa de Calcutá repetia exaustivamente que o ab**to é a maior ameaça para a paz mundial, porque se uma mãe pode matar o seu próprio filho, o que impede as pessoas de matarem umas às outras?

A excomunhão parece uma crueldade para quem olha de fora, mas o objetivo dela é medicinal. A Igreja afasta o pecador para que ele sinta o impacto do vazio de Deus e corra para o arrependimento. Existe perdão para o ab**to, e a misericórdia divina é infinita, mas o caminho de volta exige que a pessoa reconheça a gravidade do sangue inocente que foi derramado.

05/07/2026
05/07/2026

Endereço

Avenida : Goioerê, Nº 989/Centro
Campo Mourão, PR
87302-070

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dal Pasquale Advocacia Assessoria e Consultoria Jurídica posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar