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pedrogueiros.adv Advogado Civil/Empresarial
Especialista Dir. Civil
Mestrando em Direito Constitucional

01/06/2026

Cachorro pode ter pensão alimentícia sim, afinal é dever do tutor zelar pelo animalzinho que adquiriu.

Adquirir é opcional, cuidar é dever!

29/05/2026

No meio da correria, buzina, gente gritando, brigando, atravessando a rua, em meio às desigualdades sociais, ricos e pobre, moradores de ruas e aqueles que moram em mansões, São Paulo continua chamando a atenção como se existisse uma cidade para cada pessoa.

E essa situação, talvez, seja o que faz dela um lugar tão único, porque mesmo com tudo acelerado, a cidade, silenciosamente guarda locais que nos obrigam a olhar pra cima, diminuir o passo e prestar atenção aos detalhes.

O Teatro Municipal é uma delas, história, arquitetura e movimento, tudo em um só lugar ali, estático, mas como se sussurrasse na nossa mente dizendo: construa história, seja você o arquiteto da sua vida e movimente-se.

São Paulo tem disso, a cidade te atropela o tempo inteiro, mas não deixa de te impressionar em silêncio.

Os detalhes estão ali, o dia inteiro, por onde passar, basta estar atento.

Amo trabalhar nesse lugar. 🥰

27/05/2026

É difícil, mas os Tribunais têm decidido que precisa comprovar o dano emocional gerado e sua extensão. Traição, por si só, não gera dano moral!

26/05/2026

Muita gente acredita que mensagens trocadas no WhatsApp, Instagram ou Telegram sempre poderão ser usadas judicialmente. Só que não é tão simples assim.

Dependendo da forma como a conversa foi obtida e do contexto do processo, essas mensagens não podem virar prova no divórcio, especialmente em discussões sobre patrimônio, guarda, pensão ou até violência emocional.

O problema começa quando a tentativa de “descobrir a verdade” ultrapassa os limites da legalidade.

A linha entre prova legítima e violação de privacidade é mais delicada do que as pessoas imaginam.

No divórcio, o emocional costuma falar alto.
Mas nem tudo que é descoberto pode ser usado da maneira que as pessoas pensam.

Privacidade é Direito Constitucionalmente protegido. Procure sempre um advogado especialista para lhe acompanhar.

21/05/2026

Tem muita gente confundindo interesse com afeto.

A união estável gera efeitos patrimoniais sérios e, em muitos casos, a pessoa só percebe isso quando já perdeu patrimônio, imóveis, empresas e até herança familiar.

Nem toda relação é construída por amor. Algumas são estrategicamente construídas para obter vantagens financeiras.

Dormir junto, viajar, frequentar eventos em casal, postar fotos e conviver publicamente pode ser suficiente para uma disputa judicial sobre seus bens.

Proteja seu patrimônio antes que alguém transforme sentimento em oportunidade.

20/05/2026

Tem mulher vivendo há 15 anos em união estável… e ainda assim completamente desprotegida juridicamente.

Muita gente acredita que o tempo da relação resolve tudo sozinho.

Mas quando não existe organização patrimonial,
prova da união ou regularização adequada, os problemas começam justamente no fim do relacionamento.

E o mais curioso é que as pessoas têm medo de conversar sobre patrimônio enquanto existe amor…

Como se proteção significasse falta de confiança.

Mas reconhecer e organizar uma união estável não é pensar no fim.

É evitar que, quando o relacionamento acabar, alguém perca aquilo que ajudou a construir durante anos.

19/05/2026

Tem mulher casada que nunca teve acesso à realidade financeira em casa!

Controle financeiro excessivo pode ser violência doméstica psicológica e patrimonial oculta. Fique atenta!

18/05/2026

Mulheres fortes também entram em relações perigosas!

É quase nunca isso começa de forma agressiva. Começa com frases aparentemente normais, como: ‘deixa que eu resolvo’, ‘você não precisa se preocupar’, ‘confia em mim’.

Aos poucos você deixa de participar das decisões, de questionar e perde a própria autonomia financeira e emocional.

Lembre-se, relacionamento saudável não reduz a liberdade, fortalece a autonomia.

Como está o seu? Já fez essa análise?

14/05/2026

Eu paguei sozinho a casa… então ela não tem direito no divórcio?

A resposta depende principalmente do regime de bens adotado no casamento ou na união.

Muita gente acredita que apenas quem pagou financeiramente teria direito ao imóvel.

Só que no direito de família, a análise nem sempre funciona dessa forma. Enquanto um trabalha, mesmo que o outro seja do lar, dá suporte emocional e físico na conquista dos bens ao longo do tempo e, salvo exceções do regime de bens próprio, sim! Terá direito à partilha.


12/05/2026

Você pode comprar um imóvel achando que fez um ótimo negócio… e descobrir depois que existe um problema jurídico.

Pendências na matrícula, irregularidades e documentação mal analisada podem gerar dores de cabeça enormes no futuro.

E o mais preocupante é que muita gente só percebe isso depois da assinatura.

No direito imobiliário, o prejuízo quase sempre começa silencioso.

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