Dra. Júlia Morelli d'Avila

Dra. Júlia Morelli d'Avila Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dra. Júlia Morelli d'Avila, Firma de advogados, Avenida Doutor Manoel Afonso Ferreira, 584, Campinas.

⚖️ Advogada familiarista | Transformando dores familiares em força e justiça real
💬 Escuta ativa, acolhimento e coragem pra recomeçar
Aqui, o Direito também empodera. 💪🏻

08/08/2026

“Eles não faziam nada.”
Essa frase, dita por vítimas que buscaram ajuda e não foram ouvidas a tempo, é um dos maiores alertas sobre como lidamos com a violência doméstica no Brasil.

O que acontece dentro de casa não é assunto privado quando envolve agressão.

É crime. E o silêncio, muitas vezes, funciona como cúmplice.

Se você presencia sinais de violência, seja como vizinho, familiar ou amigo, sua atitude pode ser decisiva. Uma denúncia, uma escuta atenta, um encaminhamento correto podem interromper um ciclo que, sem intervenção, tende a se agravar.

E se você é quem está vivendo isso, saiba: existe caminho de proteção. Medida protetiva, acompanhamento jurídico especializado e rede de apoio são direitos seus, não favores.

Não se cale. E não deixe quem está ao seu redor se calar também.

📞 Em caso de emergência: 190. Para denúncia: 180.

🎥 Vídeo: Jornal da EPTV e Bom Dia Cidade - Central | Série Dona Penha

Dra. Júlia Morelli d’Avila | OAB/SP 465.703 | Sócia e Advogada no escritório MORELLI & D’AVILA SOCIEDADE DE ADVOGADOS - OAB/SP 22.232 | Especialista em Direito de Família e Sucessões

07/08/2026

Ele pede perdão. E, por um instante, tudo parece voltar ao normal.

Essa é a fase da “lua de mel” no ciclo da violência: o momento em que o agressor demonstra arrependimento, promete mudança e faz a vítima acreditar que aquilo não vai se repetir. É também o momento mais perigoso para quem quer romper o ciclo, porque a esperança de uma vida diferente muitas vezes fala mais alto do que o medo.

O problema é que esse padrão tende a se repetir. Tensão, agressão, arrependimento, lua de mel, e o ciclo recomeça, às vezes por anos, dificultando cada vez mais a saída.

Reconhecer essa fase é o primeiro passo para quebrar o padrão. Se você se identificou com isso, ou conhece alguém que está vivendo essa realidade, saiba que existe caminho de proteção jurídica. Medida protetiva, acompanhamento especializado e apoio são possíveis, e necessários.

Você merece uma relação de verdade, não de ciclos.

🎥 Vídeo: Jornal da EPTV e Bom Dia Cidade - Central | Série Dona Penha

Dra. Júlia Morelli d’Avila | OAB/SP 465.703 | Sócia e Advogada no escritório MORELLI & D’AVILA SOCIEDADE DE ADVOGADOS - OAB/SP 22.232 | Especialista em Direito de Família e Sucessões

Há 20 anos a Lei Maria da Penha mudou a forma como o Brasil enxerga a violência doméstica. Isso é fato, e é conquista de...
07/08/2026

Há 20 anos a Lei Maria da Penha mudou a forma como o Brasil enxerga a violência doméstica. Isso é fato, e é conquista de muita luta.

Mas 20 anos depois, ainda atendo mulher que registrou boletim de ocorrência e ouviu que aquilo era "briga de casal". Que pediu medida protetiva e teve o pedido demorado. Que contou sua história e foi desacreditada antes de ser protegida.

Não escrevo isso pra diminuir a lei. Escrevo porque a prática me ensinou uma coisa que ninguém fala o suficiente: nenhuma lei protege sozinha. Ela depende de quem registra, de quem investiga, de quem acolhe, de quem julga.

Celebrar os 20 anos da Lei Maria da Penha também é cobrar que ela chegue de verdade em cada mulher que precisa dela.

Precisa de orientação ou quer denunciar? Ligue 180. Em emergência, ligue 190.

📲 Para mais informações, nossos contatos estão no link da bio.

Conteúdo de caráter meramente informativo, não substituindo a consulta jurídica com um especialista.

Dra. Júlia Morelli d'Avila | OAB/SP 465.703 | Sócia e Advogada no escritório MORELLI & D'AVILA SOCIEDADE DE ADVOGADOS - OAB/SP 22.232 | Especialista em Direito de Família e Sucessões

O menino Gustavo tinha apenas 3 anos. A repercussão do seu caso, em Palmas (TO), ainda sob apuração das autoridades, rea...
06/08/2026

O menino Gustavo tinha apenas 3 anos. A repercussão do seu caso, em Palmas (TO), ainda sob apuração das autoridades, reacendeu uma discussão que insisto em trazer para cá: a violência doméstica não protege só a mulher que denuncia, ela protege a família inteira.

Em um vídeo gravado no fim de semana da morte, Gustavo disse à mãe que não queria ir para a casa do pai porque “ele me bate”. A defesa da mãe afirma que ela já relatava que o filho retornava machucado das visitas, mas temia denunciar por medo de ameaças.

Isso não é um detalhe. É exatamente o tipo de sinal que a rede de proteção precisa levar a sério, de forma integral, antes que o pior aconteça. A fala de uma criança sobre o próprio medo é prova, não é birra, e muito menos indício de alienação parental.

Ainda existe a ideia equivocada de que a violência termina quando o casal se separa. Não termina. Ela muda de forma: continua no controle, nas ameaças veladas e, muitas vezes, na disputa pela convivência com os filhos usada como instrumento de poder.

Como advogada de família, vejo isso de perto: mulheres que têm medo de restringir o convívio do agressor com os filhos porque temem ser acusadas de alienação parental, mesmo diante de sinais concretos de risco. Esse instrumento foi criado para proteger crianças da manipulação afetiva, não para expor crianças ao perigo.

Diante da gravidade do caso, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva do pai e da madrasta, e a OAB suspendeu cautelarmente a inscrição profissional do pai. São respostas institucionais importantes, mas que chegam depois. Toda denúncia precisa ser analisada em sua totalidade, e os filhos precisam ser vistos, ouvidos e protegidos como as vítimas que também são.

Se você vive uma situação parecida, não está sozinha, e existe caminho jurídico para proteger você e seus filhos. Meus contatos estão no link da bio.

Dra. Júlia Morelli d'Avila | OAB/SP 465.703 | Sócia e Advogada no escritório MORELLI & D'AVILA SOCIEDADE DE ADVOGADOS - OAB/SP 22.232 | Especialista em Direito de Família e Sucessões

06/08/2026

Essa semana, a internet foi tomada por uma polêmica que me deixou reflexiva: um perfil que se apresentava como advogada, mas nunca teve sequer a carteira da OAB.
E isso me fez pensar sobre um assunto que considero essencial: a responsabilidade de quem fala publicamente sobre Direito.
O vídeo postado aqui, foi gerado por inteligência artificial, mostra uma versão minha segurando a carteira da OAB.

Já a foto é real, do dia em que recebi minha carteira de fato, um marco que representa anos de estudo, dedicação e um esforço que só quem passou por essa caminhada entende.

Ser advogada não é um personagem que se cria nas redes sociais. É um título conquistado com prova, exame, formatura, e principalmente, com responsabilidade.

Cada informação que compartilho aqui carrega o peso da minha ética profissional e do meu compromisso com quem me acompanha.

Por isso, meu convite hoje é: sempre confiram a veracidade de quem fala sobre direito na internet. Verifiquem o registro na OAB, pesquisem, questionem. Informação errada, vinda de quem não tem respaldo técnico, pode custar caro na vida de alguém que está buscando ajuda em um momento vulnerável.

Advocacia é responsabilidade. E é assim que pretendo seguir exercendo a minha, com verdade e compromisso.

⚠️ Vídeo gerado por IA, com fins ilustrativos. Foto real do dia da minha colação/entrega da carteira da OAB.

Dra. Júlia Morelli d’Avila | OAB/SP 465.703 | Sócia e Advogada no escritório MORELLI & D’AVILA SOCIEDADE DE ADVOGADOS - OAB/SP 22.232 | Especialista em Direito de Família e Sucessões

05/08/2026

Todo término carrega um luto. E quando existe traição envolvida, esse luto ganha uma camada a mais: a de reconstruir a confiança em si mesma, não só o fim da relação.

A responsabilidade afetiva é sobre isso. É entender que, ao se envolver emocionalmente com alguém, assumimos o compromisso de cuidar do que construímos juntos, inclusive na hora de terminar. Trair, mentir, ou manter alguém em uma relação sem transparência não é só uma escolha pessoal, é uma quebra de confiança que tem consequências reais na vida emocional do outro.

Juridicamente, essa responsabilidade também aparece. Discussões sobre partilha de bens, guarda de filhos e até indenização por dano moral em casos de traição pública e humilhante já são pauta nos tribunais brasileiros.

Mas para além do direito, existe a vida que continua. O luto pós término não tem prazo certo para acabar, e cada pessoa vive isso no seu tempo. O importante é permitir sentir, buscar apoio, e confiar que um recomeço é possível.

Você merece ser tratada com verdade. E merece, também, se permitir recomeçar.

🎥 Vídeo: GNT

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Nem toda violência aparece em fotos. O controle do dinheiro, a proibição de trabalhar, as ameaças sussurradas perto dos ...
05/08/2026

Nem toda violência aparece em fotos.

O controle do dinheiro, a proibição de trabalhar, as ameaças sussurradas perto dos filhos, o isolamento de família e amigas.

Isso tudo é violência patrimonial e psicológica e é crime previsto na Lei Maria da Penha, Lei 11.340/2006.

Muitas mulheres que atendo não se reconheciam como vítimas. Achavam que, porque não havia agressão física, não tinham direito a proteção.

Têm e muito.

Se você se reconhece em alguma dessas situações, começa por aqui: você não está sozinha e existe saída legal para isso.

Me manda uma mensagem no direct, conversa sigilosa, sem julgamento.

Dra. Júlia Morelli d'Avila | OAB/SP 465.703 | Sócia e Advogada no escritório MORELLI & D'AVILA SOCIEDADE DE ADVOGADOS - OAB/SP 22.232 | Especialista em Direito de Família e Sucessões

03/08/2026

O ciclo da violência quase sempre segue um padrão: tensão, agressão, arrependimento, lua de mel. E, quando ninguém intervém a tempo, esse ciclo pode escalar até o desfecho mais trágico de todos, o feminicídio.

Por trás de cada estatística existe uma história, uma família, uma vida que poderia ter sido protegida.

A boa notícia é que existem instrumentos legais e institucionais para romper esse ciclo antes que seja tarde. Medidas protetivas, denúncia, acolhimento e acompanhamento jurídico fazem toda a diferença.

Se você reconhece esse padrão na sua vida ou na vida de alguém que você ama, não espere. Busque ajuda. Denuncie. Ligue 180 ou 190 em caso de emergência.

💜 Agosto Lilás é mês de conscientização, mas a proteção da mulher precisa ser rotina o ano inteiro.

Conteúdo e vídeo: Ministério Público de Goiás | MPGO

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Seu ex ameaçou parar de pagar a pensão porque não está vendo o filho? Isso não tem amparo nenhum na lei. Pensão alimentí...
03/08/2026

Seu ex ameaçou parar de pagar a pensão porque não está vendo o filho?

Isso não tem amparo nenhum na lei.

Pensão alimentícia e direito de visita são obrigações completamente separadas. Uma não depende da outra, e nenhuma pode ser usada como moeda de troca, por nenhuma das partes.

O Código Civil de 2002, no Art. 1.694, deixa claro: a obrigação de prestar alimentos nasce do vínculo familiar, não do convívio. Ou seja, se ele é o pai, ele paga, independente de qualquer coisa.

E se ele deixar de pagar? Você pode executar a dívida. Em casos de inadimplência reiterada, o Código de Processo Civil (Art. 528) permite até a prisão civil do devedor de alimentos.

Acordos informais, combinados por mensagem, sem homologação judicial, não valem nada no Judiciário. Proteja seus direitos do jeito certo.

Salva esse post. Muita mulher acaba aceitando uma situação ilegal por não saber que tem outro caminho.

Dúvida? Fala comigo no direct.

Dra. Júlia Morelli d'Avila | OAB/SP 465.703 | Sócia e Advogada no escritório MORELLI & D'AVILA SOCIEDADE DE ADVOGADOS - OAB/SP 22.232 | Especialista em Direito de Família e Sucessões

Usar o filho para mandar recado para o ex é mais grave do que parece.Parece pequeno: uma pergunta inocente quando a cria...
31/07/2026

Usar o filho para mandar recado para o ex é mais grave do que parece.

Parece pequeno: uma pergunta inocente quando a criança chega, um bilhete enviado com ela, uma solicitação para "só perguntar" ao outro genitor. Mas quando a criança se torna canal de comunicação entre os pais, ela é colocada no meio de um conflito adulto que não é dela.

A comunicação entre pais separados deve acontecer diretamente: WhatsApp, e-mail, aplicativo coparental. Qualquer assunto adulto precisa ser resolvido entre adultos.

Se você está em uma situação de coparentalidade difícil e quer estruturar isso de forma mais saudável, me chama.

Dra. Júlia Morelli d'Avila | OAB/SP 465.703 | Sócia e Advogada no escritório MORELLI & D'AVILA SOCIEDADE DE ADVOGADOS - OAB/SP 22.232 | Especialista em Direito de Família e Sucessões

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