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Por quase 20 anos Maria da Penha Maia Fernandes buscou justiça. Após anos de relacionamento, ela sofreu duas tentativas ...
04/05/2020

Por quase 20 anos Maria da Penha Maia Fernandes buscou justiça. Após anos de relacionamento, ela sofreu duas tentativas do que hoje é chamado feminicídio:
A primeira. um tiro nas costas enquanto dormia que a deixou paraplégica.
A segunda, após ser mantida em cárcere privado, a tentativa de eletrocutá-la durante o banho.

O ciclo de violência que Maria da Penha passou é semelhante a muitos dos abusos que ocorrem no ambiente doméstico e intrafamiliar:
1. A tensão: brigas, discussões e ameaças;
2. A violência ocorre;
3. O agressor se mostra arrependido e carinhoso;
e assim se repete.

Além da violência doméstica, houve também o descaso institucional, que somente após anos efetivamente deu resposta à violência sofrida - o que dava aos agressores a certeza de que não haveria punição.

A Lei 11.340 de 07 de agosto de 2006 buscou garantir acesso à justiça, proteção e garantia dos direitos das vítimas ao reconhecer que a violência sofrida em ambiente doméstico tem como agravante a questão de gênero.

Muitas vezes o agressor é também o provedor, mantendo a vítima em dependência econômica. Além disso, não é difícil que as vítimas não tenham para onde ir buscando afastamento. Por isso são poucas as vítimas que buscam ajuda.
Diante do isolamento social, vítima e agressor estão mantidos no mesmo ambiente, ao que já foi possível notar aumento da violência doméstica neste período, não apenas no Brasil, mas no mundo.

Quem pode denunciar?
A vítima
Vizinhos
Familiares
Amigos
Conhecidos
Qualquer pessoa

Como denunciar?
Ligando ao 180 - serviço que funciona 24h por dia.
Ligando 190 - em caso de emergência.
Buscando Delegacias Especializadas (Delegacia da Mulher).

As vítimas podem requerer judicialmente a aplicação de Medida Protetiva independente de atendimento policial anterior, tal pedido deverá ser analisado pelo juízo competente no prazo de 48h.

A violência doméstica é gravíssima e deve ser denunciada.

O Direito do Trabalho nasce da necessidade de proteger o trabalhador contra abusos e exploração do empregador.Isto porqu...
01/05/2020

O Direito do Trabalho nasce da necessidade de proteger o trabalhador contra abusos e exploração do empregador.
Isto porque eram a regra as jornadas de trabalho exaustivas, salários baixíssimos, grande diferença salarial entre gêneros e a utilização de trabalho infantil, questões que ganharam atenção ao longo da história recente.
Com estes tratamentos desumanos e condições precárias, era comum a ocorrência de acidentes de trabalho sem que houvesse qualquer tipo de segurança ou compensação ao trabalhador, além do desgaste físico e emocional imposto irrestritamente aos empregados.
Neste contexto é que trabalhadores se organizaram e buscaram medidas Estatais para equilibrar os dois lados da relação - uma vez que o empregador sempre tem mais força nesta dinâmica.
No Brasil, a Constituição de 1988 garantiu ainda mais a proteção ao trabalhador, estabelecendo direitos mínimos para os tralhadores, não apenas econômicos, mas também quanto à preservação da saúde, da dignidade e da família.
Dentre as conquistas obtidas durante os anos, temos a limitação da jornada diária e semanal de trabalho, o estabelecimento de um salário mínimo e o pagamento de horas extras e do 13º salário.
Também foram alcançadas importantes ferramentas de proteção ao trabalhador, como o direito a férias, medidas de proteção contra condições insalubres, proteção às gestantes e adotantes, além de medidas atenuadoras para o fim da relação trabalhista, como o aviso prévio, o seguro-desemprego e o fundo de garantia por tempo de serviço (FGTS).
Mas apenas anseios dos trabalhadores são atendidos pela legislação trabalhista?
Não, principalmente se consideradas as recentes reformas, exigidas por parcelas patronais, que levou à desconstrução e até mesmo à extinção de direitos adquiridos ao longo da história.
Neste Dia Internacional do Trabalhador, celebremos todos aqueles que lidam com as dificuldades do dia a dia laboral em busca de seu sustento e de suas famílias, sem esquecer de que a luta por seus direitos é constante e nunca deve ser esquecida.

Olá,Somos Santos & Yamamoto, advocacia situada na cidade de Cambé/PR. • Amanda dos Santos, advogada Graduada no curso de...
29/04/2020

Olá,
Somos Santos & Yamamoto, advocacia situada na cidade de Cambé/PR.

• Amanda dos Santos, advogada
Graduada no curso de Direito pela Universidade Estadual de Londrina. Especialista em Direito Penal e Criminologia.
• Guilherme A. Yamamoto de Oliveira, advogado
Graduado no curso de Direito pela Universidade Estadual de Londrina.
Especialista em Direito e Processo Penal.

Aqui disponibilizaremos informações em linguagem simplificada. Acreditamos que conteúdos jurídicos devem estar ao alcance de todos.
A educação sobre seus direitos (e deveres) e como exercê-los pode fazer a diferença.

Prezados,Para fins de esclarecimento, informamos que continuamos a trabalhar normalmente durante esse período, somente s...
19/03/2020

Prezados,

Para fins de esclarecimento, informamos que continuamos a trabalhar normalmente durante esse período, somente suspendendo o atendimento presencial.
Continuaremos a cumprir prazos e demais diligências necessárias ao bom andamento de todos os processos de nossos clientes.
E para quaisquer dúvidas, esclarecimentos e até mesmo atendimentos de novas demandas, estamos à disposição por telefone e WhatsApp:

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