25/09/2026
A intolerância religiosa também existe quando a fé cristã é tratada como algo que pode ser ridicularizado, afrontado ou desrespeitado em nome da cultura, da arte ou de uma suposta liberdade sem limites.
Por muitos anos, parte da sociedade cristã escolheu o silêncio. Evitamos o confronto, recuamos dos espaços de debate e, muitas vezes, assistimos calados enquanto valores profundamente ligados à nossa fé eram transformados em objeto de escárnio.
Esse silêncio está nos custando caro.
Liberdade artística é fundamental.
Liberdade de expressão também.
Mas liberdade religiosa igualmente é e nenhuma delas deveria signif**ar que o respeito só vale para determinadas crenças.
Ainda há tempo de ocuparmos novamente os espaços da cultura, do Direito, da comunicação, da educação e do debate público. Não para impor a nossa fé a ninguém, mas para exercer plenamente o direito de professá-la, defendê-la e participar da construção da sociedade sem sermos constrangidos a escondê-la.
O cristão também tem lugar no debate público.
Talvez tenha chegado a hora de trocar o silêncio pelo posicionamento com coragem, inteligência e convicção.
Respeito religioso não pode ser seletivo.