29/05/2025
28 de maio é um marco crucial para nós, mulheres e advogadas, pois celebramos o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.
Mais do que uma data especial, é um lembrete urgente de que o acesso à saúde é um direito humano fundamental e, para as mulheres, essa garantia está intrinsecamente ligada à sua autonomia e dignidade.
É um dia para reforçamos a importância de políticas públicas que assegurem a saúde integral da mulher, que vai muito além da ausência de doenças. Inclui o direito à informação, ao planejamento familiar, à saúde sexual e reprodutiva, e a serviços de qualidade que respeitem suas escolhas e particularidades.
A mortalidade materna, um indicador vergonhoso em pleno século XXI, é reflexo de desigualdades sociais e de gênero. Lutamos incansavelmente para que cada mulher tenha uma gestação segura e um parto respeitoso, sem violências e com o suporte necessário. É sobre garantir que nenhuma vida seja perdida por negligência ou falta de acesso.
28 de maio, portanto, é um dia de reafirmar nosso compromisso com a justiça reprodutiva, exigindo o reconhecimento e a efetivação dos direitos das mulheres sobre seus corpos e suas vidas. É um chamado à ação para que todas as mulheres, independentemente de sua raça, classe social ou localização geográfica, tenham o direito de decidir sobre sua saúde, seu corpo e seu futuro.