29/08/2026
Em muitas famílias, o inventário é adiado porque falar sobre patrimônio parece inadequado durante o luto.
O problema é que os bens continuam gerando despesas, documentos perdem a validade e decisões urgentes podem surgir antes que a família esteja preparada.
A primeira etapa não é decidir quem f**ará com cada bem. É levantar informações: certidões, matrículas, contas, dívidas, regime de casamento, herdeiros e eventual testamento.
Somente depois desse diagnóstico é possível avaliar o procedimento adequado e construir uma proposta de partilha.
Situação ilustrativa. O caminho judicial ou extrajudicial depende dos elementos de cada inventário.