01/10/2026
Reconhecimento facial, biometria e controle de acesso já fazem parte da rotina de muitos condomínios. Mas existe um ponto que merece tanta atenção quanto a segurança física: a proteção dos dados dos moradores.
Dados biométricos, como características da face e impressões digitais, são considerados dados pessoais sensíveis pela LGPD. Por isso, sua utilização exige cuidados específicos.
Antes de adotar esse tipo de tecnologia, a gestão precisa olhar além da praticidade: é importante avaliar a finalidade da coleta, quais informações serão armazenadas, quem terá acesso a elas, quais medidas de segurança serão utilizadas e por quanto tempo esses dados serão mantidos.
A discussão está cada vez mais atual. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) mantém o tratamento de dados biométricos em sua agenda regulatória e vem aprofundando o debate sobre o uso responsável dessas tecnologias.
Tecnologia pode ser uma grande aliada da segurança condominial — desde que venha acompanhada de governança, transparência e proteção de dados.
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Fonte: Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
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