07/04/2021
Bom dia, amigos e colegas!
Uns 10 dias atrás, fiz uma, solitária, manifestação nos portões do que, dizem, seria a minha casa, a OAB.
A minha irresignação foi, e é, muito grande.
Recebi o apoio de muitos colegas. E criticas de outros. Sem problema. Faz parte do jogo.
A minha ação foi a forma que encontrei para externar a minha irresignação contra a omissão da OAB em tempos de pandemia.
Sendo certa ou errada, foi a forma que encontrei para externar o meu sentimento.
Passado esse tempo, o silencio da OAB é ensurdecedor.
Aqueles que me criticaram, sendo alguns membros da Diretoria da casa, se limitaram a isso: CRITIAR. E a, inutilmente, retirar as faixas.
Nenhum deles se dignou a me responder.
Mas os problemas continuam se agravam. Naquela ocasião, questionei a posição da OAB sobre a oitiva de testemunhas por telefone.
FICARAM, E ESTÃO, SILENTES E INERTES. Hoje, os problemas se multiplicaram.
Um deles, a grande dificuldade no recebimento dos créditos dos clientes, já disponível, esbarra no pífio trabalho dos bancos, que demoram a efetuar as transferências. E, quando o fazem, é sem identificação. Nenhuma identificação.
Quando isso ocorre, perde-se um precioso tempo para fazer uma varredura em vários processos para tentear descobrir de quem é aquele valor (muitos colegas lutam sozinho, como é o meu caso). Enquanto isso, o advogado é culpado pelo atraso, levando a fama de picareta.
É uma pena que não ocorra nenhum efeito borboleta na OAB. Evidente que não. Na OAB, A BORBOLETA MÍOPE.