Marcelo Reis Alves de Oliveira

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Marcelo Reis Alves de Oliveira Marcelo R. Sou advogado militante, graduado em 2002, mestre em Direito Farmacêutico, professor e empreendedor do Direito.

Em julgamento, o STJ deverá decidir sobre a responsabilidade objetiva de um banco no caso de uma cliente que caiu no gol...
02/10/2026

Em julgamento, o STJ deverá decidir sobre a responsabilidade objetiva de um banco no caso de uma cliente que caiu no golpe do motoboy enquanto passava por tratamento contra o câncer.

Entenda mais neste post.

O caso teve origem com um criminoso fingindo ser funcionário do banco.

Ele foi até a casa da vítima de moto, convenceu-a a baixar um aplicativo para acessar seu celular remotamente e solicitou a sua senha bancária, concretizando o golpe.

A cliente buscou na Justiça o ressarcimento dos prejuízos, porém, foi afastada a responsabilidade da instituição financeira, levando o caso ao STJ.

Em decisão, o Superior Tribunal de Justiça teve divergência no entendimento.

Para aqueles que tiverem o entendimento favorável à autora, defendendo a responsabilidade do banco:

→ A vítima se encontrava em estado de hipervulnerabilidade;

→ O banco apresentou falha na sua segurança.

Já o entendimento favorável ao banco decidiu que:

→ Não houve vazamento de dados que configurasse falha do banco;

→ O golpista explorou a boa-fé da vítima, sem acesso prévio a informações bancárias sigilosas;

→ A doença da cliente não compromete automaticamente sua capacidade para os atos da vida civil.

Vale destacar que, apesar da divergência, os ministros concordaram que os bancos devem reforçar a segurança para proteger consumidores contra golpes, já que os alertas tradicionais podem ser insuficientes.

E você, o que acha? O banco deve ser responsabilizado ou a culpa é exclusiva da vítima?

Compartilhe nos comentários!

– Processo: REsp 2.155.065.

Em recente decisão, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo condenou uma instituição bancária a indenizar consumido...
01/10/2026

Em recente decisão, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo condenou uma instituição bancária a indenizar consumidor vítima do golpe do boleto de financiamento.

O golpe é realizado por ligações telefônicas para clientes da instituição que possuem contratos de financiamento ativos.

Os golpistas oferecem ao cliente a oportunidade de quitar o contrato por um valor significativamente reduzido, mediante o pagamento de um boleto.

No caso julgado, o Tribunal entendeu que o banco foi negligente em possibilitar o acesso de seu sistema interno por terceiros.

Essa falha na segurança possibilitou que os golpistas obtivessem os dados confidenciais dos clientes, necessários para aplicar o golpe do boleto de financiamento.

No Judiciário, cada caso é sempre analisado de forma individual, por isso as decisões podem variar com base nas circunstâncias específicas.

Portanto, busque sempre a orientação jurídica especializada para obter informações precisas sobre o assunto.

Ao receber ligações de instituições financeiras, desconfie!

Desligue o telefone e entre em contato direto com a instituição por meio dos canais oficiais e confirme se a ação é verdadeira.

Além disso, manter-se atualizado com as políticas de segurança bancárias é essencial para evitar golpes dessa natureza.

Compartilhe este post para que mais pessoas se informem e nos siga para mais!

Com a alta do mundo digital, diversos serviços tradicionais passam pela migração do espaço físico para o virtual, a fim ...
30/09/2026

Com a alta do mundo digital, diversos serviços tradicionais passam pela migração do espaço físico para o virtual, a fim de dar mais praticidade e comodidade aos consumidores.

E os bancos não ficam de fora dessas mudanças.

Contudo, essa migração também trouxe novos golpes, que podem causar sérios danos aos consumidores.

Os golpes podem variar entre falsas ligações da central de atendimento, mensagens, entre outros.

Por isso, devemos sempre ficar em alerta quanto a qualquer ato bancário no mundo digital.

Para amenizar esse tipo de dano aos consumidores, todas as instituições financeiras devem garantir a segurança das operações realizadas por seus clientes.

Mas em caso de falhas na segurança devido a golpes de terceiros, o banco pode ser responsabilizado?

A resposta é sim!

Um exemplo foi a condenação de uma instituição financeira ao pagamento de indenização à consumidora vítima de um golpe envolvendo falsa central de atendimento.

O caso teve início quando a mulher recebeu uma ligação de um suposto funcionário do banco alegando que sua conta foi hackeada.

Em seguida, foi solicitado que a consumidora instalasse um aplicativo, o qual resultou em movimentações em suas contas bancárias, trazendo um prejuízo de R$ 31 mil.

Logo após ter notado que teria sido vítima de um golpe, a consumidora entrou em contato com o banco.

Porém, as medidas tomadas pela instituição financeira não foram eficientes.

Para a justiça, o banco não adotou as medidas necessárias para reduzir os prejuízos sofridos, condenando ao pagamento de indenização em mais de R$ 36 mil.

Vale lembrar que nenhuma instituição financeira entra em contato solicitando dados pessoais como CPF e senha.

Por isso, fique sempre atento!

Está passando ou passou por uma situação parecida?

Procure auxílio jurídico qualificado!

Você perdeu seu celular e, de repente, pagamentos não autorizados começaram a aparecer na sua conta?Calma! Mesmo em situ...
25/09/2026

Você perdeu seu celular e, de repente, pagamentos não autorizados começaram a aparecer na sua conta?

Calma! Mesmo em situações complicadas, seus direitos estão resguardados.

Acompanhe!

Em uma decisão judicial realizada em São Paulo, foi decidido que o banco deveria reverter essas transações indesejadas.

Portanto, caso seja comprovado o roubo ou furto do seu dispositivo, o valor poderá ser devolvido.

Lembre-se: agir rápido é essencial!

Tem dúvidas sobre o assunto? Busque assessoria jurídica!

Profissionais especializados podem ajudar a recuperar seu dinheiro e proteger sua conta!

Os golpes praticados por falsos advogados cresceram, especialmente por WhatsApp e redes sociais. Geralmente, o contato i...
23/09/2026

Os golpes praticados por falsos advogados cresceram, especialmente por WhatsApp e redes sociais. Geralmente, o contato informa que a pessoa ganhou uma causa ou tem valores a receber, mas exige pagamento urgente para liberar o dinheiro.

O primeiro cuidado é desconfiar de contatos inesperados. Advogados não costumam abordar pessoas sem vínculo prévio, nem utilizar mensagens genéricas com pressão ou promessas de valores rápidos. A urgência excessiva é um forte indício de fraude.

O segundo ponto é nunca realizar pagamentos antecipados sem verificar a procedência. Golpistas solicitam PIX, taxas ou custas para liberar processos inexistentes. Antes de qualquer transferência, confirme todas as informações por canais oficiais.

Também é essencial verificar se o profissional está regularmente inscrito na OAB, consultando o nome e número de registro no site oficial da instituição. Além disso, evite enviar documentos pessoais ou dados bancários sem essa confirmação.

Informação e cautela são as principais formas de prevenção.

Compartilhe este conteúdo com quem pode estar em risco, salve para consultar quando necessário e, diante de dúvidas, busque sempre canais oficiais ou um advogado de confiança.

A fraude bancária acontece através de uma “fraude de identidade”!Isso porque o golpista conquista seu dinheiro ao se pas...
20/09/2026

A fraude bancária acontece através de uma “fraude de identidade”!

Isso porque o golpista conquista seu dinheiro ao se passar por você ou ao fingir ser um funcionário que te convence a pagar um boleto falso ou entregar seu cartão.

E o que fazer caso isso aconteça?

Ao descobrir que foi vítima desse golpe, entre em contato com o Banco e contestar a operação feita. Informe que se trata de uma fraude e, se for o caso, peça para bloquear sua conta a fim de evitar mais prejuízos.

Lembre-se de anotar todos os detalhes do atendimento, bem como do golpe.

Então, vá até a delegacia mais próxima e faça um Boletim de Ocorrência com todas as informações do acontecimento.

Em alguns casos, é possível pedir ressarcimento da Instituição Financeira!

Por isso, é válido procurar um advogado especializado capaz de analisar sua situação e prestar todo o auxílio jurídico necessário!

Busque um profissional!

Um banco digital terá que devolver quantia referente a transferências equivocadas via Pix para terceiro.A cliente fez du...
19/09/2026

Um banco digital terá que devolver quantia referente a transferências equivocadas via Pix para terceiro.

A cliente fez duas transferências, totalizando R$ 6.732, para o destinatário errado.

Após negociar diretamente com o beneficiário, que se prontificou a devolver a quantia, a cliente não teve sucesso!

Isso ocorreu porque aquele que recebeu o dinheiro tinha saldo negativo em sua conta, e o valor depositado foi automaticamente usado para abater a dívida.

Depois de várias tentativas sem sucesso, a cliente ingressou com ação judicial que determinou que o banco digital devolvesse a quantia integralmente.

Fonte: processo n° 0724535-05.2022.8.07.0003.

Fez uma transferência via Pix e se arrependeu? Saiba que você tem direitos e pode procurar um escritório de advocacia para ajudá-lo a resolver a questão.

Recentemente, um caso surpreendente ocorreu na esfera do consumidor. Leia para conhecer!Uma cliente de banco alegou ter ...
18/09/2026

Recentemente, um caso surpreendente ocorreu na esfera do consumidor. Leia para conhecer!

Uma cliente de banco alegou ter sido vítima de fraude, com transações não autorizadas em sua conta, incluindo um empréstimo, um Pix e uma transferência, somando R$ 12.444,65.

A instituição financeira, ao não responder formalmente à reclamação, enfrentou a decisão judicial de restituir o valor do Pix, totalizando R$ 4.944,65.

Sempre procure um ESPECIALISTA para verificar a possibilidade de ser indenizado!

Esse caso deixa em evidência alguns tópicos:

1 - Segurança digital em questão: esse incidente destaca a importância de protocolos de segurança robustos nas transações digitais.

2 - Resposta do banco: a ausência de uma resposta formal do banco intensificou a situação, levando à intervenção judicial.

3 - Decisão judicial: ao determinar a restituição do Pix, a Justiça reforçou a necessidade de precaução contra danos financeiros à clientes.

Se você enfrenta um problema similar, não hesite em buscar orientação jurídica.

Um escritório de advocacia especializado pode oferecer suporte necessário em casos de transações bancárias não autorizadas.

A Justiça condenou um homem a restituir valor que foi transferido por engano para a sua conta bancária via Pix.O caso oc...
17/09/2026

A Justiça condenou um homem a restituir valor que foi transferido por engano para a sua conta bancária via Pix.

O caso ocorreu quando o autor do processo fez um Pix no valor de R$ 1.316,35 a um destinatário desconhecido por engano.

Diante do acaso, foram realizadas diversas tentativas de solucionar o impasse entre as partes, porém, sem sucesso.

Em análise ao caso, a Justiça confirmou que os documentos apresentados afirmaram que a transação era equivocada.

Além disso, ficou apontado que a falta de resposta da outra parte impossibilitou qualquer alegação de boa-fé.

A decisão seguiu o entendimento de outros tribunais, que garantem o direito de reaver valores transferidos por engano, com base na posse indevida e na obrigação do receptor de devolver o montante ao legítimo proprietário.

Vale destacar que a parte ré não compareceu à audiência e nem apresentou defesa, o que agravou a sua revelia.

Por fim, a Justiça condenou o destinatário errôneo da transferência à restituição do valor integral.

O que achou da decisão?

Compartilhe nos comentários!

Transferências por Pix têm facilitado muito a vida das pessoas, mas muitas dores de cabeças acabam por acontecer também!...
17/09/2026

Transferências por Pix têm facilitado muito a vida das pessoas, mas muitas dores de cabeças acabam por acontecer também!

Talvez você já tenha até realizado alguma transferência para a pessoa errada ou conhece alguém que tenha feito.

Neste momento, é comum se desesperar, especialmente quando a situação envolve valores altos.

Ainda mais quando a pessoa que recebeu por engano, resolve não restituir o valor.

Nestes casos, saiba que a pessoa praticou um crime!

O crime é chamado de apropriação de coisa alheia por erro e consiste em:

“Apropriar-se de coisa alheia, vinda ao seu poder, por erro, caso fortuito ou força da natureza.”

A pena é de 1 mês a 1 ano de detenção ou aplicação de multa.

Por isso, caso você seja a vítima desta situação, busque, imediatamente, uma Delegacia de Polícia para registrar um boletim de ocorrência.

No boletim, repasse todas as informações constantes no comprovante de Pix, entre outros que você tiver sobre a pessoa que recebeu seu dinheiro por engano.

Agora, caso você seja a pessoa que recebeu o dinheiro de forma errônea, restitua imediatamente pela mesma chave Pix da transferência ou procure uma Delegacia para entregar o dinheiro.

Mas e aí: já sabia dessa informação? Compartilhe!

E se precisar de ajuda, busque por advogados de confiança para te orientar.

Endereço

SHIS QL 06, Conjunto 10, Casa 10 E 12, Lago Sul
Brasília, DF
71655-120

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