08/07/2026
Quando um familiar falece, a dor da perda costuma fazer com que muitas famílias adiem o inventário.
E isso é completamente compreensível.
O problema é que a legislação estabelece um prazo para iniciar esse procedimento e, após esse período, podem incidir multas e outros transtornos.
Além disso, o inventário não se resume à divisão dos bens.
Antes de definir a melhor estratégia, é necessário analisar cuidadosamente diversos aspectos, como:
✔️ os bens deixados pelo falecido;
✔️ quem são os herdeiros;
✔️ eventual seguro de vida;
✔️ valores de FGTS e PIS/Pasep;
✔️ direito à pensão por morte;
✔️ possíveis indenizações e outros direitos patrimoniais.
Cada família possui uma realidade diferente, e uma análise jurídica cuidadosa faz toda a diferença para conduzir o inventário de forma segura e eficiente.
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