Dra. Aline Radica

Dra. Aline Radica Leveza - Respeito - Estratégia
Pego na sua mão e te ajudo no divórcio com menos conflito.
+300 famílias atendidas | 15 anos de advocacia

Com o crescimento do filho, é comum surgir a dúvida sobre a pensão. O valor diminui? Aumenta? Continua igual?A pensão nã...
28/04/2026

Com o crescimento do filho, é comum surgir a dúvida sobre a pensão. O valor diminui? Aumenta? Continua igual?

A pensão não muda automaticamente com a idade, o que pode justificar a revisão são as mudanças nas necessidades do filho ou na condição financeira de quem paga. Em muitos casos, inclusive, as despesas aumentam com o tempo, principalmente na fase escolar e na adolescência.

Também existem situações em que a realidade financeira dos pais muda, e isso pode ser analisado para ajustar o valor. Cada caso é avaliado considerando dois pontos principais: a necessidade de quem recebe e a possibilidade de quem paga.

Ou seja, o crescimento do filho não significa, por si só, que a pensão deve diminuir, o que importa é a realidade atual da família.

Se você está com dúvidas sobre revisão de pensão, buscar orientação ajuda a entender o que pode ou não ser pedido no seu caso.

27/04/2026

Muita gente acredita que união estável só existe quando o casal mora junto, mas não é bem assim.

Um namoro pode, sim, ser reconhecido como união estável quando a relação passa a ter características de vida em comum, intenção de constituir família, rotina compartilhada e dependência mútua, mesmo sem casamento formal.

Viagens frequentes juntos, contas divididas, planejamento de vida, apoio financeiro e uma relação pública e duradoura podem ser analisados nesse contexto. Não existe uma regra única, cada caso é avaliado pela forma como a relação acontece na prática.

Por isso, muita gente só descobre que estava em uma união estável quando surge uma separação e começam as discussões sobre direitos e patrimônio.

Entender a diferença entre namoro e união estável é uma forma de evitar surpresas e se proteger juridicamente.

24/04/2026

Visitas não são um favor, são um direito da criança.

A convivência com ambos os pais faz parte do desenvolvimento emocional, da construção de vínculos e da sensação de pertencimento. Quando esse contato é tratado como algo opcional ou usado como forma de punição entre os adultos, quem mais sente é a criança.

Não permitir visitas, dificultar horários ou criar obstáculos constantes não atinge apenas o outro genitor, isso afeta diretamente o filho, que passa a lidar com ausência, insegurança e ruptura de vínculos.

A convivência não é um prêmio e nem uma moeda de troca, é um direito que deve ser preservado sempre que não houver risco para a criança.

Organizar essa rotina de forma clara e respeitosa ajuda a reduzir conflitos e protege o que realmente importa: o bem-estar do filho.

Ninguém começa um casamento pensando em separação, a maioria das pessoas entra na relação acreditando que será para semp...
23/04/2026

Ninguém começa um casamento pensando em separação, a maioria das pessoas entra na relação acreditando que será para sempre, mas, ainda assim, é importante pensar em proteção.

Falar sobre organização patrimonial, regime de bens ou acordos não significa falta de amor. Significa maturidade para entender que a vida pode mudar e que decisões feitas com clareza evitam conflitos no futuro.

Quando tudo está bem, é mais fácil conversar, alinhar expectativas e definir o que é justo para os dois, depois, quando surgem mágoas e desgaste, esse diálogo costuma se tornar muito mais difícil.

Se proteger não é prever o fim, é cuidar para que, independentemente do que aconteça, o processo seja mais tranquilo, justo e menos doloroso para ambos.

22/04/2026

A separação muda a dinâmica da família, mas a criança continua precisando de estabilidade, e isso não significa que tudo precisa ser igual como antes, e sim que ela saiba o que esperar.

Rotina, combinados claros, horários definidos e convivência organizada ajudam a criança a se sentir segura mesmo com os pais separados. Quando cada semana é diferente, quando regras mudam o tempo todo ou quando há conflitos constantes, ela sente essa instabilidade.

A criança consegue lidar com a separação, o que é mais difícil para ela é não saber como a vida vai funcionar dali pra frente.

Manter previsibilidade, respeito entre os pais e uma rotina minimamente estruturada faz toda a diferença nesse processo.

Se você está passando por uma separação e quer entender como organizar isso da melhor forma, buscar orientação pode ajudar a evitar conflitos e proteger seu filho.

Quando só um quer se separar, é comum surgir a dúvida: o outro pode impedir? A resposta é não.O divórcio não depende da ...
21/04/2026

Quando só um quer se separar, é comum surgir a dúvida: o outro pode impedir? A resposta é não.

O divórcio não depende da concordância dos dois, se uma das partes decidiu encerrar a relação, o casamento pode ser dissolvido. O que pode gerar discussão são os termos da separação, como guarda dos filhos, pensão, convivência e divisão de bens.

Muitas vezes, a resistência vem do impacto emocional, do medo das mudanças ou da tentativa de adiar o processo, mas prolongar esse momento costuma aumentar os conflitos e tornar tudo mais difícil, principalmente quando há filhos envolvidos.

Mesmo quando só um quer se separar, é possível conduzir o processo com mais clareza, organização e menos desgaste.

Se você está vivendo essa situação e não sabe por onde começar, buscar orientação jurídica ajuda a entender seus direitos e os próximos passos.

20/04/2026

Casais que não moram juntos também podem ter dúvidas jurídicas, e muitas vezes só percebem isso quando o problema já apareceu.

Namoro longo, cada um na sua casa, contas divididas, rotina construída juntos, tudo isso pode gerar questões sobre patrimônio, responsabilidades e até reconhecimento de união estável, dependendo do caso.

Não é apenas morar junto que define direitos, o que importa é a forma como a relação acontece na prática, a intenção de constituir família e a organização da vida em comum.

Por isso, mesmo sem convivência no mesmo endereço, é importante entender como a lei enxerga essa relação e o que pode ser feito para evitar conflitos no futuro.

Se você vive uma relação assim e tem dúvidas sobre seus direitos, buscar orientação antes é sempre o caminho mais seguro.

17/04/2026

Dividir despesas não é a mesma coisa que pagar pensão, e essa confusão é mais comum do que parece.

Quando se fala em pensão alimentícia, não estamos tratando apenas de contas específicas. A pensão envolve tudo o que faz parte da vida da criança: alimentação, moradia, escola, saúde, lazer, vestuário e necessidades do dia a dia.

Pagar metade da escola ou comprar algo pontual não substitui a pensão, porque a criança tem custos contínuos, não apenas despesas isoladas.

A divisão das despesas pode até existir em alguns casos, mas isso não elimina automaticamente a obrigação da pensão, cada situação precisa ser analisada considerando a realidade da criança e a possibilidade de cada responsável.

Se você tem dúvidas sobre como isso funciona no seu caso, vale buscar orientação antes de tomar qualquer decisão.

Proteger o filho não é só cuidar da rotina, da escola ou do bem-estar, também é cuidar da forma como você fala do outro ...
16/04/2026

Proteger o filho não é só cuidar da rotina, da escola ou do bem-estar, também é cuidar da forma como você fala do outro genitor.

Quando a criança escuta críticas, ironias ou comentários negativos, ela não entende como um adulto entende. Ela sente como se precisasse escolher um lado, como se amar um significasse trair o outro, e isso gera culpa, insegurança e confusão emocional.

Mesmo quando existem mágoas, a criança não precisa carregar esse peso. O fim do relacionamento é do casal, o vínculo com o filho continua sendo dos dois.

Proteger seu filho também é preservar a imagem do outro diante dele, isso faz diferença no desenvolvimento emocional e na forma como ele constrói suas próprias relações.

Se você está passando por uma separação e tem dúvidas sobre como agir nesse momento, a orientação certa ajuda a evitar erros que podem marcar a criança⚖️

15/04/2026

Muita gente acredita que guarda compartilhada só funciona quando os pais têm uma boa relação. Mas não é assim.

A guarda compartilhada não depende de amizade entre os pais, e sim da participação dos dois na vida da criança. Mesmo que não haja diálogo direto, é possível organizar decisões, rotina e responsabilidades de forma estruturada e com menos conflito.

O que não funciona é transformar a criança em mensageira, usar o filho como forma de provocação ou impedir a convivência com o outro. Isso, sim, prejudica o modelo e, principalmente, a criança.

Guarda compartilhada não exige proximidade entre os pais. Exige maturidade para separar o fim do relacionamento da continuidade da parentalidade.

Se você tem dúvidas sobre como isso funciona na prática, me acompanhe por aqui!

Nem sempre o sofrimento da criança vem da separação em si, muitas vezes, ele nasce da maneira como ela é exposta ao conf...
14/04/2026

Nem sempre o sofrimento da criança vem da separação em si, muitas vezes, ele nasce da maneira como ela é exposta ao conflito, ao peso das mágoas e às disputas que deveriam ficar entre os adultos.

Quando a criança é colocada no meio, ela tenta entender o que está acontecendo com a maturidade que ainda não tem. E isso pode gerar medo, culpa, confusão e marcas emocionais profundas.

O fim da relação conjugal não precisa significar o rompimento da segurança emocional de um filho, o cuidado com a infância continua sendo responsabilidade de ambos.

Se você está passando por uma separação e quer conduzir esse processo com mais responsabilidade e proteção para o seu filho, a orientação jurídica faz diferença.

Quer entender o que pode ser feito no seu caso? Continue me acompanhando!

13/04/2026

Em muitos términos surge uma disputa silenciosa: quem sofreu mais, quem foi mais prejudicado, quem tem mais razão.

Quando o relacionamento chega a esse ponto, o diálogo deixa de existir e o conflito passa a ocupar todo o espaço.

Mas transformar o fim de uma relação em uma competição de sofrimento raramente ajuda a resolver o que realmente precisa ser resolvido.

Em muitos casos, o que faz diferença é conseguir olhar para a situação com mais equilíbrio e buscar caminhos que permitam encerrar esse ciclo com menos desgaste para todos os envolvidos.

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