Leide Gonçalves Advocacia

Leide Gonçalves Advocacia Transformando vidas pelo Direito de Família, Sistêmico e Cível ⚖️ | Mentora de advogados que querem ir além 🌟 | Presidente da Comissão de Direito Sistêmico

Quando o assunto é pensão, a lei não escolhe um lado...Não se trata de defender pai ou mãe. A obrigação alimentar existe...
07/08/2026

Quando o assunto é pensão, a lei não escolhe um lado...

Não se trata de defender pai ou mãe. A obrigação alimentar existe para proteger o direito de quem precisa dos alimentos e, quando envolve filhos menores, o melhor interesse da criança deve estar no centro da discussão.

Por isso, afirmações soltas como “com homem acontece, com mulher não” podem transformar uma questão jurídica séria em uma disputa entre lados.

E Direito de Família não funciona assim, cada situação precisa ser analisada dentro do seu contexto e conforme o que determina a lei.

Antes de tomar como verdade um corte visto na internet, procure entender como a legislação realmente funciona.

E, se essa é uma situação que faz parte da sua realidade, busque orientação jurídica para compreender quais caminhos são possíveis no seu caso.

28/07/2026

Meu avô nos deixou muito mais do que um patrimônio, ele nos deixou uma lição!

Quando ele organizou o patrimônio ainda em vida, muitas pessoas diziam que ele já havia “deixado a herança”. Mas isso não existe, porque herança só existe após o falecimento e o que ele fez foi um planejamento sucessório.

Essa decisão trouxe uma economia superior a R$ 500 mil para os herdeiros. Mas, ainda assim, para mim, esse não foi o maior legado…

Enquanto muitas famílias enfrentam o luto e, ao mesmo tempo, conflitos, dúvidas e desgastes com o inventário, nós pudemos viver esse momento com mais tranquilidade graças à organização que ele teve anos antes.

Planejamento sucessório não é apenas sobre patrimônio, é sobre cuidar de quem f**a.

É transformar um momento inevitável em um processo mais organizado, respeitoso e menos doloroso para toda a família.

Você já conhecia essa diferença entre herança e planejamento sucessório? Conte nos comentários.

Uma lei que existe há 15 anos pra proteger crianças pode deixar de existir.Em dezembro de 2025, uma comissão da Câmara a...
27/07/2026

Uma lei que existe há 15 anos pra proteger crianças pode deixar de existir.

Em dezembro de 2025, uma comissão da Câmara aprovou a revogação da Lei de Alienação Parental e o tema pode ir ao Senado.

De um lado, quem diz que a lei virou arma nas mãos de acusados de violência, de outro, quem alerta que revogá-la deixa crianças sem proteção. O debate é sério demais pra um simples "a favor" ou "contra".

Eu quero te ouvir: revogar, corrigir ou manter?

26/07/2026

Alienação parental nem sempre acontece com grandes atitudes, às vezes, ela começa em pequenas frases ditas na frente da criança.

"Seu pai nunca liga para você" "Sua mãe não se importa"

Comentários como esses colocam a criança em um lugar que nunca deveria ocupar: o de julgadora dos próprios pais.

Proteger os filhos signif**a preservar o direito deles de amar pai e mãe, sem culpa, sem pressão e sem interferências.

Você já tinha percebido que falar mal do outro genitor na frente da criança também pode configurar alienação parental? Deixe sua opinião nos comentários.

24/07/2026

Uma frase que muda completamente a forma de enxergar a parentalidade:

"Se você não se dá bem com o pai ou com a mãe do seu filho, a criança pode começar a duvidar que ela é fruto de amor."

Nem sempre será possível existir amizade, mas respeito é diferente de afinidade. Quando os conflitos do casal ultrapassam a relação e chegam até os filhos, quem mais sofre é quem não escolheu estar no meio dessa história.

Separar o papel de ex-companheiro do papel de pai ou mãe é um dos maiores desafios da coparentalidade.

O que você pensa sobre isso?

22/07/2026

Uma criança pode amar o pai e, ao mesmo tempo, sentir alívio quando a violência dentro de casa acaba.

Esses sentimentos não são contraditórios, são humanos! Quando existe violência doméstica, o fim da convivência pode representar segurança, estabilidade e recomeço para toda a família.

Proteger uma criança também signif**a proteger quem cuida dela, pois uma separação pode ser dolorosa, mas permanecer em um ambiente de violência costuma deixar marcas ainda mais profundas.

Como você enxerga esse tema?

20/07/2026

"Se eu procurar meus direitos, ele vai piorar tudo."

Essa frase é mais comum do que parece.

Muitas mulheres permanecem em acordos informais, mesmo vivendo ameaças, medo e insegurança, porque acreditam que buscar ajuda só vai aumentar o conflito.

Mas viver com medo não pode ser o preço da tranquilidade.

Quando existem filhos, guarda, convivência ou pensão, a segurança jurídica também protege a família.

Cada caso merece ser analisado com cuidado, estratégia e responsabilidade.

Você já ouviu alguém dizer essa frase ou viveu uma situação parecida? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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18/07/2026

Alienação parental nem sempre acontece de forma evidente, às vezes, ela começa com pequenas atitudes que colocam a criança contra o outro genitor.

Criar falsas expectativas, fazer a criança acreditar que foi esquecida ou estimular sentimentos de rejeição pode causar impactos emocionais profundos.

Os conflitos entre os adultos não devem ser transferidos para os filhos, toda criança merece crescer sentindo que pode amar pai e mãe sem culpa.

Você já conhecia esse tipo de situação?

16/07/2026

Existe um segredo para uma boa coparentalidade?

Talvez exista uma resposta:

Colocar o filho acima dos próprios conflitos! Nem sempre haverá concordância, nem sempre haverá amizade.

Mas quando as decisões são tomadas pensando no bem-estar da criança, o relacionamento entre os pais deixa de ser uma disputa e passa a ser uma parceria na criação dos filhos.

A pergunta que vale para todos é:

Nas decisões do dia a dia, o foco está no filho... ou no conflito?

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09/07/2026

No escritório, acompanho muitos casos em que o relacionamento termina, mas as dores continuam conduzindo as decisões dos pais.

E existe um desafio importante: não basta apenas um dos dois desejar uma convivência respeitosa. Quando não há diálogo e maturidade de ambos, a separação pode se transformar em uma disputa e os filhos acabam sendo os mais afetados.

Por isso, durante esse processo, é essencial contar com uma rede de apoio, acompanhamento emocional e orientação jurídica.

A relação do casal pode chegar ao fim. A responsabilidade de proteger os filhos, não.

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