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Quem ou o que vale a pena levar de 2025 para o seu 2026?Esse primeiro registro foi feito por mainha no dia em que recebi...
03/01/2026

Quem ou o que vale a pena levar de 2025 para o seu 2026?

Esse primeiro registro foi feito por mainha no dia em que recebi o Prêmio Camélia, entregue pela Prefeitura de Betim.

Um momento bonito, simbólico, público.
Mas o que realmente mora nessa imagem vai muito além do prêmio.

Mainha estava ali, como sempre esteve: cuidando, apoiando, fazendo as fotos.
E, em determinado momento, eu pedi para parar tudo.
Pedi que ela saísse dos bastidores e viesse para o registro. E ela registrou o momento em que a convidei para as fotos oficiais

Talvez pareça simples.
Para mim, foi profundo.
Porque ela esteve presente quando não havia palco.

Quando não havia reconhecimento.
Quando só existiam esforço, dúvidas, dívidas e fé.
Ela caminhou comigo quando o caminho ainda estava sendo construído.

Quando ninguém aplaudia.
Quando tudo era silencioso, invisível, mas absolutamente real.

Algumas pessoas não passam apenas por um ano da nossa vida.
Elas atravessam fases, sustentam processos e permanecem quando não há certezas.

Por isso, ao pensar em 2026, eu não penso apenas em metas ou conquistas.
Penso em presença.

Penso em quem me lembra quem eu sou quando o mundo pede performance.
Penso no que merece continuar comigo, com verdade, gratidão e amor.

E você?
Quem você escolhe levar para o seu 2026?

dona do melhor sorriso obrigada❤️




31/12/2025

2025 me colocou diante de escolhas que não cabem em um currículo.

Entre a segurança e o propósito. Entre o caminho esperado e o caminho coerente.

Foi o ano em que meu trabalho ganhou reconhecimento:

• Palestras
• Prêmio Carmélia
• Dois livros lançados
• Um caso no TRT-3 que escancarou o debate sobre inclusão e dignidade no trabalho.
• Aperfeiçoei os conhecimentos com Cursos, Congressos e Mentorias.
• Recebi Convite para dar aula.
• Consegui tratamentos, divórcios e outros Direitos.

Mas, acima de tudo, foi o ano em que eu confirmei algo essencial:
advogar, para mim, nunca foi só sobre processos.

É sobre pessoas.
Sobre escuta.
Sobre não normalizar injustiças.

Enfim, escolhi seguir. Mesmo em meio às incertezas.

Porque viver alinhada com quem eu sou também é uma forma de segurança.

Seguimos para 2026 com fé, coragem e um Direito que acolhe.

🤍⚖️

Propósito ImpactoSocial EscolhasQueConstroem

Hoje, para nós cristãos, é a véspera de uma data que marca o nascimento de Jesus.É diferente da imagem do Papai Noel: um...
24/12/2025

Hoje, para nós cristãos, é a véspera de uma data que marca o nascimento de Jesus.
É diferente da imagem do Papai Noel: um personagem que chega trazendo presentes.

No Natal, nasce Deus.
Mas nasce como um bebê humano.
Pequeno. Frágil. Dependente.

Mesmo sendo o Deus em quem cremos, Ele escolheu vir assim:
precisando de colo,
de cuidado,
de alimento,
de amor.

Nesta noite que antecede o seu nascimento,
o meu desejo é que possamos nos colocar diante dele da mesma forma:
como bebês.
Sem máscaras.
Sem autossuficiência.
Totalmente dependentes da Sua presença.

Que esta espera nos ensine que a verdadeira força nasce da entrega
e que confiar também é um ato de fé.

Uma santa e acolhedora véspera de Natal.

24/12/2025

Às vezes, tudo o que a gente precisa no Natal
não é de respostas prontas,
mas da certeza de que Deus está perto.

Perto das orações feitas em silêncio.
Perto de quem segue, mesmo sem forças.

Que a fé seja abrigo,
que a esperança seja renovada
e que a presença de Deus traga paz ao seu coração.

Feliz Natal.

22/12/2025

Enquanto tem gente ocupada em cancelar a Havaianas,
existem cancelamentos bem mais graves acontecendo:
e esses, quase ninguém quer discutir.

Planos de saúde cancelando contratos
de pessoas autistas, idosos e famílias inteiras,
como se fossem apenas números
ou “riscos” no balanço.

Cancelamento de plano de saúde não é sentença.
Não é automático.

E, em muitos casos, não é legal.

Se isso aconteceu com você ou com alguém da sua família,
não normalize, não se cale e não enfrente sozinho(a).

Informação é proteção.

E cuidado também é direito.

Ser mãe atípica muda tudo:a rotina, o trabalho, a forma de olhar o futuro.O que quase ninguém conta é que existem direit...
18/12/2025

Ser mãe atípica muda tudo:
a rotina, o trabalho, a forma de olhar o futuro.

O que quase ninguém conta é que existem direitos que impactam diretamente a sua vida:
no trabalho, na escola, na saúde e na mobilidade.

Informação não resolve tudo,
mas evita abusos, reduz desgaste
e fortalece decisões.

Salve este post.
Compartilhe com outra mãe que precisa saber disso.

A informação te fortalece.

16/12/2025

Isso é uma falha grave no cuidado com a saúde do paciente.

Quando uma paciente se prepara para uma cirurgia, faz exames, se afasta do trabalho, organiza a vida emocional e financeira... daí recebe a notícia, em cima da hora, de que o convênio não cobre a cirurgia. Nessa situação, estamos diante de algo que pode ir muito além de um “erro administrativo”.

Em situações como essa, é importante que você:

1️⃣ Guarde todas as provas
Exames, pedidos médicos, protocolos, e-mails, mensagens, data da cirurgia marcada e qualquer documento que comprove a demora ou a falta de resposta.

2️⃣ Exija a negativa por escrito
Hospital e plano de saúde precisam informar, formalmente, quem negou e por qual motivo.

3️⃣ Registre reclamação oficial
* Ouvidoria do plano de saúde
* Ouvidoria do hospital
* Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

4️⃣ Avalie a urgência do caso
Quando há risco à saúde, como em casos de endometriose profunda, pode ser possível buscar uma medida urgente para garantir o tratamento.

5️⃣ Não normalize o descaso
Empurra-empurra entre hospital e plano não pode recair sobre o paciente. Isso pode caracterizar falha na prestação do serviço.

No fim, a conseguiu a autorização do convênio para a cirurgia, mas deixo uma reflexão: se não se tratasse de uma figura pública, a paciente teria o acesso ao seu direito de forma tão rápida? Desejo excelente recuperação para a Melissa.

Como advogada da saúde, meu dever é levar informação para que mais pessoas tenham acesso aos seus direitos.

Endometriose não é frescura, não é exagero e não é drama.
É dor real, impacto real e risco real à saúde física e emocional.

Se você está passando por algo parecido e quer entender quais caminhos existem no seu caso, me envie uma mensagem. Informação também é cuidado.

Me envie uma mensagem no direct para saber mais.

Cuidar do direito à saúde é, muitas vezes, correr contra o tempo.Uma paciente oncológica precisava de tratamento contínu...
12/12/2025

Cuidar do direito à saúde é, muitas vezes, correr contra o tempo.

Uma paciente oncológica precisava de tratamento contínuo, mas, mesmo assim, teve consultas negadas e bloqueios administrativos no plano de saúde.

Quando o acesso ao cuidado foi ameaçado, atuei imediatamente.

Levamos o caso ao Tribunal e comprovamos a urgência e a necessidade de manter todas as etapas do tratamento oncológico, sem interrupções.

A Justiça reconheceu e garantiu a continuidade integral da assistência.

Essas decisões salvam não só processos, salvam vidas.
E é por isso que sigo firme na defesa das famílias que enfrentam batalhas tão difíceis.

Se você viveu algo parecido ou tem dúvidas sobre cobertura de tratamentos, me envie uma mensagem.
Informação e acolhimento também são formas de cuidado.

Quando uma criança começa a mudar o comportamento só na época da escola, muita gente corre para o mesmo rótulo: “é fase”...
08/12/2025

Quando uma criança começa a mudar o comportamento só na época da escola, muita gente corre para o mesmo rótulo: “é fase”, “é adaptação”, “é birra”.

Mas, para muitas mães atípicas, a verdade é outra e bem mais dolorosa.

Não é fase.

Não é falta de limite.

E definitivamente não é culpa da família.

É o peso invisível das cobranças e imposições que a escola joga sobre crianças atípicas, tentando moldá-las à força em um padrão que nunca foi delas.

É a tentativa de “corrigir” comportamentos pela via da punição, como se sofrimento fosse método pedagógico.

E enquanto a escola tenta ajustar a criança ao modelo, quem se desajusta é a criança.
E quem adoece também, é a mãe.

Crianças atípicas sentem na pele quando não são acolhidas.

O corpo fala antes de qualquer reunião pedagógica: regressões, ansiedade, silêncios, explosões, recusa escolar.

Sinais que gritam mesmo quando ninguém quer ouvir.

A exclusão escolar não acontece apenas quando negam matrícula.

Ela acontece quando tratam a criança como problema, quando culpabilizam a família, quando dizem que adaptação é privilégio, quando usam punição tentando padronizar, quando esperam da mãe aquilo que a escola se recusa a fazer.

E isso não é apenas injusto.

É ilegal.

A LBI proíbe qualquer prática que dificulte a permanência, participação ou desenvolvimento da criança.

A escola tem obrigação de ajustar as práticas, acolher a criança e construir inclusão. Nunca afastar.

Nenhuma mãe deveria voltar para casa carregando a culpa que a escola não quer assumir.

Nenhuma criança deveria aprender, tão cedo, que para existir precisa sofrer.

Se algo disso está acontecendo com o seu filho, não normalize.

Pertencimento não é favor. É direito.

Se quiser entender melhor seus direitos ou conversar sobre o que está acontecendo, me envie mensagem no direct.

Estou aqui para te orientar com acolhimento e firmeza.

05/12/2025

Viver o lançamento desse livro foi como testemunhar um novo nascimento.
Em cada página, cada conversa e cada abraço, eu senti a força de uma obra que não é só minha: é de todos que acreditam em uma inclusão possível, urgente e necessária.

Reunir profissionais que dedicam suas vidas a estudar o autismo é uma honra.
Ver esse projeto ganhando voz, corpo e caminho… transformou algo dentro de mim.

Agradeço à Literary Books, à Marjorie Jasper, aos colegas escritores, à minha família, amigos e a cada pessoa que celebrou esse momento comigo, de perto ou de longe. Eu senti cada energia, cada oração, cada gesto de amor.

Seguimos caminhando com fé, propósito e a certeza de que a informação salva, acolhe e transforma.

Se quiser conhecer essa obra tão especial, o link está na bio. 📚✨

Obrigada por caminharem comigo. 💛

Hoje, no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, não celebramos apenas uma data. Lembramos uma luta diária por dign...
04/12/2025

Hoje, no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, não celebramos apenas uma data. Lembramos uma luta diária por dignidade, respeito e pertencimento.

A deficiência não limita vidas.

O que limita são as barreiras: as físicas, as comunicacionais e, principalmente, as atitudinais.

A Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência nos lembra que não existe inclusão sem acessibilidade, participação e protagonismo.

Direito não é favor. É reconhecimento.

Compartilhe este conteúdo para que mais pessoas entendam:

toda pessoa com deficiência é sujeito de direitos e merece viver em um mundo que não imponha obstáculos para existir.

Ainda sobre a Consciência Negra...Ser uma mulher negra cristã é, muitas vezes, caminhar entre o sagrado e o incômodo.É p...
22/11/2025

Ainda sobre a Consciência Negra...

Ser uma mulher negra cristã é, muitas vezes, caminhar entre o sagrado e o incômodo.

É professar uma fé que cura, mas frequentemente precisar se proteger de ambientes religiosos que ferem.

É amar Jesus com toda a alma, mas se deparar com pessoas que acreditam que esse amor pode ser usado para silenciar, julgar ou impor.

A minha fé é viva. É profunda. Mas também é consciente.

Tenho buscado, com sinceridade, viver uma espiritualidade que respeite o outro, que reconheça a existência e a dignidade de todos os povos e crenças, sem hierarquizar experiências espirituais ou tratar o diferente como ameaça.

Não estou dizendo que não exista quem use a espiritualidade para manipular ou ferir.

Mas o que me entristece é perceber como muitos cristãos se colocam em posição de superioridade, usando a Bíblia como ferramenta de controle, como se o outro precisasse ser “corrigido” para caber no molde da sua fé.

Mas Jesus nunca forçou ninguém a segui-lo. Até para curar, Ele perguntava: “Queres ser curado?”

Se a resposta fosse “não”, Ele respeitava e seguia seu caminho.

Onde foi que nos perdemos disso?

A minha fé é sobre amor, escolha, liberdade. E não sobre imposição, julgamento e opressão disfarçada de zelo espiritual.

Sinto pesar quando ouço que "crente é chato". Mas também me questiono: será que, muitas vezes, não somos mesmo?

Será que temos nos tornado aquilo que o próprio Cristo rejeitaria?

Não tenho todas as respostas. Ainda estou tentando encontrar um caminho que não me violente, que não me exija apagar minha identidade, minha ancestralidade ou minha consciência social.

Um caminho onde eu possa ser inteira: negra, cristã, crítica e compassiva.

Enquanto isso, sigo orando. Pedindo a Deus sabedoria para não me perder de mim, nem Dele.

Endereço

Betim, MG
32672-300

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