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Se o seu bebê vai nascer em agosto, setembro ou outubro, atenção ao momento da contribuição ao INSS.Depois das mudanças ...
08/08/2026

Se o seu bebê vai nascer em agosto, setembro ou outubro, atenção ao momento da contribuição ao INSS.

Depois das mudanças recentes sobre o salário-maternidade, uma contribuição feita corretamente antes do parto pode fazer diferença na análise do direito. Mas cuidado: não basta simplesmente emitir uma guia e pagar de qualquer forma.

A categoria escolhida, a competência, a data do pagamento e a sua situação previdenciária precisam ser verificadas. Um recolhimento feito de forma errada pode não produzir o efeito esperado.

Por isso, antes de contribuir, procure orientação e analise o seu caso.

Seu bebê nasce em agosto, setembro ou outubro? Entre em contato e verifique sua situação antes do parto.

Seu salário-maternidade foi negado? O motivo apresentado pelo INSS pode não contar toda a história.Em 3º lugar estão os ...
28/07/2026

Seu salário-maternidade foi negado? O motivo apresentado pelo INSS pode não contar toda a história.

Em 3º lugar estão os dados ou documentos incompletos. Uma informação ausente pode impedir o reconhecimento do direito, mesmo quando a mãe possui documentos para comprovar sua situação.

Em 2º lugar está a análise incorreta da categoria contributiva. Facultativa, contribuinte individual, MEI, empregada e desempregada em período de graça possuem situações diferentes. Um enquadramento equivocado pode alterar completamente o resultado.

Antes do 1º lugar, comente “NEGADO” ou envie uma mensagem para entender quais informações devem ser verificadas no seu pedido.

Em 1º lugar está a qualidade de segurada não reconhecida. O INSS pode deixar de considerar um vínculo, uma contribuição válida ou o período em que a segurada ainda mantinha a proteção previdenciária.

Isso não significa que toda negativa esteja errada. Significa que você não deve desistir antes de compreender exatamente por que o benefício foi negado.

Teve o salário-maternidade negado e contribuiu para o INSS antes do parto? Solicite uma análise do seu caso.

Você pode estar pagando o INSS da forma errada e nem imagina.Tem guia, boleto e comprovante de pagamento. Mas isso, sozi...
20/07/2026

Você pode estar pagando o INSS da forma errada e nem imagina.

Tem guia, boleto e comprovante de pagamento. Mas isso, sozinho, não significa que a contribuição esteja correta para o salário-maternidade.

Muitas gestantes acreditam que basta pagar qualquer guia para garantir o benefício. O problema é que o recolhimento pode ter sido feito no código errado, na categoria incorreta ou em um momento que não produz o efeito esperado.

E, muitas vezes, o erro só aparece quando o salário-maternidade é solicitado.

Antes de pagar, é preciso conferir sua inscrição, sua categoria previdenciária e o código correspondente à sua situação. Não contribua apenas porque alguém disse que fez da mesma forma e “deu certo”. Cada histórico previdenciário é diferente.

Uma análise antes do pagamento pode evitar gastos desnecessários e reduzir o risco de o benefício ser negado.

Está grávida ou teve bebê recentemente e tem dúvidas sobre a contribuição? Você pode entrar em contato com advogado especializado

Se minha melhor amiga estivesse grávida, eu diria uma coisa com toda clareza:Não deixe para entender sua situação previd...
15/07/2026

Se minha melhor amiga estivesse grávida, eu diria uma coisa com toda clareza:

Não deixe para entender sua situação previdenciária no final da gravidez.

Também não saia pagando qualquer guia pensando que o salário-maternidade estará garantido.

Para quem contribui como segurada facultativa, a inscrição e o pagamento correto precisam ser feitos no momento adequado.

Deixar para depois do parto, usar o código errado ou contribuir na categoria incorreta pode fazer você gastar dinheiro e não conseguir constituir a proteção previdenciária necessária.

Cada detalhe importa.

A data da inscrição, o código de pagamento, a categoria escolhida e o momento da contribuição podem interferir na análise do benefício.

Por isso, antes de pagar, verifique sua situação.

Está grávida e pensando em contribuir?

Busque orientação antes de fazer qualquer recolhimento.

Não espere o bebê nascer para descobrir que algo foi feito errado.

DireitoDasMães

🚨 Atenção: não basta pagar uma guia do INSS.Com a proximidade do dia 15, muitas mães pensam:“Vou pagar qualquer GPS e de...
11/07/2026

🚨 Atenção: não basta pagar uma guia do INSS.
Com a proximidade do dia 15, muitas mães pensam:

“Vou pagar qualquer GPS e depois pedir o salário-maternidade.”

⚠️ Mas não é assim que funciona.

O código de pagamento, o valor da contribuição, a categoria da segurada e a competência informada na guia podem fazer toda a diferença.

Infelizmente, muitas mães gastam dinheiro acreditando que qualquer recolhimento resolverá o problema e, depois, descobrem que aquela contribuição não produziu o efeito esperado para o seu caso.

Por isso, antes de emitir uma GPS ou fazer qualquer pagamento, é importante verificar:

✔️ Se você está utilizando a categoria correta;
✔️ Se o código de recolhimento é o adequado;
✔️ Se o valor está correto;
✔️ E, principalmente, se essa contribuição pode realmente ser considerada na análise do seu salário-maternidade.

Cada caso é único.

Uma contribuição feita da forma errada pode gerar gastos desnecessários e ainda dificultar a compreensão da sua situação previdenciária.

📅 Com o dia 15 se aproximando, informe-se antes de pagar qualquer guia.

📲 Se o seu bebê nasceu recentemente e você está em dúvida sobre como contribuir corretamente, procure orientação antes de fazer o recolhimento.

Receber uma negativa do salário-maternidade não significa, necessariamente, que você não tem direito.Em alguns casos, o ...
10/07/2026

Receber uma negativa do salário-maternidade não significa, necessariamente, que você não tem direito.

Em alguns casos, o INSS pode ter analisado o pedido com base nas regras que existiam na época ou pode haver espaço para uma nova análise, dependendo do motivo da negativa.

Mas existe um requisito que continua sendo essencial:

👉 Você precisa ter contribuído para o INSS antes do parto.

Essa contribuição pode ter sido como:
✔️ Carteira assinada (CLT)
✔️ MEI
✔️ Contribuinte individual (autônoma)
✔️ Facultativa
✔️ Empregada doméstica

Se você nunca contribuiu ao INSS antes do nascimento do bebê, a situação é diferente e precisa de outra orientação.

Agora, se você já fez pelo menos uma contribuição antes do parto e teve o salário-maternidade negado, vale a pena entender o motivo informado pelo INSS antes de desistir.

Cada caso possui particularidades e deve ser analisado de forma individual.

📲 Entre em contato e descubra se o seu caso pode ser reavaliado.

Toda MEI grávida me pergunta a mesma coisa de formas diferentes. “Posso estar em atraso?” “Preciso ter 10 meses de contr...
03/07/2026

Toda MEI grávida me pergunta a mesma coisa de formas diferentes. “Posso estar em atraso?” “Preciso ter 10 meses de contribuição?” “E se eu tiver outro emprego junto?”

Todas essas perguntas têm a mesma resposta. E ela cabe numa frase: o que importa é se você é segurada no dia do parto. Só isso.

De manhã você abre o CNIS e vê uma guia atrasada e já entra em pânico. No almoço uma amiga jura que perdeu o direito porque “não completou carência”. À tarde alguém no grupo do WhatsApp comenta que MEI não tem direito nenhum. À noite você já decidiu que não vale a pena nem tentar. E aí a Páscoa passa, o bebê nasce, e ninguém foi buscar o que era certo.

Eu já te falei aqui que a exigência de carência para salário-maternidade caiu. O STF decidiu isso e a decisão vale pra empregada, pra MEI, pra autônoma, pra quem tá desempregada dentro do período de graça. Agora vou te mostrar o que isso muda na prática: não importa quantos meses você contribuiu. Importa se, no momento em que a criança nasceu, você ainda tinha qualidade de segurada.

Se você acha que perdeu o prazo, o hack é simples: confere a data do seu último pagamento e conta o período de graça a partir dali, não a partir de quando parou de trabalhar. Isso muda tudo.

Se não acredita, testa: pega seu CNIS agora e olha a data da sua última contribuição.

Menos mito, mais direito. Menos achismo, mais CNIS. Manda este post para quem está grávida ou já teve o bebê .

Salário-maternidade negado não significa, automaticamente, falta de direito.Em muitos casos, o problema está na análise ...
03/07/2026

Salário-maternidade negado não significa, automaticamente, falta de direito.

Em muitos casos, o problema está na análise do INSS, na leitura das contribuições ou na documentação apresentada.

Antes de desistir, vale entender se a negativa está correta.

Avalie seu caso com orientação jurídica

30/06/2026

Pode acreditar: uma única contribuição já pode te garantir o direito ao Salário-Maternidade! 💕

A nova decisão do STF reconheceu que basta uma contribuição válida antes do parto para ter direito ao benefício especialmente para MEIs, autônomas e mulheres de baixa renda.

⚖️ O objetivo é proteger a mãe e o bebê, mesmo que a mulher ainda não tenha o tempo mínimo de contribuição.

💡 Se você contribuiu ao menos uma vez antes do parto, procure orientação jurídica pode ter um benefício esperando por você!

Recebeu salário-maternidade pela CLT e também trabalhava por fora antes do parto?Esse tema merece atenção.Muitas mães re...
26/06/2026

Recebeu salário-maternidade pela CLT e também trabalhava por fora antes do parto?

Esse tema merece atenção.

Muitas mães recebem o benefício pela empresa e acreditam que a análise termina ali.

Mas, se além da carteira assinada você também exercia outra atividade como Natura, Avon, Shopee, vendas por encomenda ou trabalho por conta própria, essa situação pode merecer análise.

O ponto principal é este:
essa outra atividade só pode entrar na análise se havia contribuição ao INSS por ela.

Ou seja:
não basta vender por fora.
É preciso verificar se existia contribuição vinculada a essa atividade.

Não é automático.
Não é promessa.
Mas pode ser um caso que merece revisão.

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