21/09/2026
Tamara Klink já conquistou muita gente com suas travessias, seus livros e a forma tão particular como conta suas experiências pelo mundo.
Por isso, foi uma surpresa muito feliz encontrar, em meio à sua história, algo que conversa diretamente com o nosso trabalho: Tamara descobriu ser descendente de judeus sefarditas expulsos de Portugal durante a Inquisição e, a partir dessa história familiar, conseguiu o reconhecimento da cidadania portuguesa.
No livro, ela resume de um jeito muito concreto o que aquela cidadania passou a representar para ela: a possibilidade de invernar na Groenlândia.
E talvez seja justamente isso que mais gostamos nas histórias de cidadania: o documento é o mesmo, mas o significado nunca é.
Para alguém, pode ser estudar fora. Para outro, morar perto da família, aceitar uma oportunidade profissional, resgatar uma história familiar ou simplesmente ter mais liberdade para escolher onde viver.
Para Tamara, significou Groenlândia.
E para você, o que a cidadania europeia significou — ou pode significar — na sua vida? Conta pra gente nos comentários.