Almeida, Lopes e Moreira Advocacia e Consultoria Jurídica

Almeida, Lopes e Moreira Advocacia e Consultoria Jurídica Atendimento presencial em Belo Horizonte, Abaeté e Corinto. Atendimento on-line em todo o Brasil.

A chegada da adolescência marca uma fase de descobertas e, juridicamente, um aumento gradual de responsabilidades. No Di...
21/09/2026

A chegada da adolescência marca uma fase de descobertas e, juridicamente, um aumento gradual de responsabilidades. No Dia do Adolescente, é fundamental entender o que a lei brasileira diz sobre autonomia, emancipação e os limites da responsabilidade civil.

Muitos pais se perguntam: quando o jovem passa a responder por seus próprios atos? E a tão falada emancipação, como funciona e quais são os seus verdadeiros efeitos jurídicos?

A responsabilidade civil do adolescente é graduada conforme a faixa etária, observando-se seu grau de discernimento e capacidade de responder pelos próprios atos:

° Até 16 anos (absolutamente incapaz): responde pelos danos causados de forma indireta, sendo os pais ou responsáveis, em regra, os civilmente responsáveis pela reparação.

° Dos 16 aos 18 anos (relativamente incapaz): pode ser responsabilizado civilmente pelos prejuízos que causar, mas sua condição de menor de idade é considerada pela lei, podendo haver responsabilidade concorrente dos pais ou responsáveis.

° A partir dos 18 anos (plenamente capaz): responde integralmente pelos próprios atos e pelos danos que causar a terceiros.

No caso de emancipação (antes dos 18 anos), o menor passa a ter capacidade civil plena e, em regra, responde pessoalmente pelos atos da vida civil e pelos danos que causar. A emancipação pode ocorrer por:

° concessão dos pais (a partir dos 16 anos),

° por casamento,

° pelo exercício de emprego público efetivo,

° pela colação de grau em curso superior

° pelo estabelecimento civil ou comercial,

° pela existência de relação de emprego que lhe garanta economia própria.

Em regra, uma vez emancipado, deixa de se aplicar o regime de incapacidade civil próprio da menoridade.

Quer esclarecer dúvidas sobre esse tema ou planejar o futuro jurídico da sua família? Estamos à disposição para uma consultoria personalizada.

Crianças e adolescentes podem ganhar milhares de reais com publicidade, monetização e contratos digitais. Mas quem deve ...
14/09/2026

Crianças e adolescentes podem ganhar milhares de reais com publicidade, monetização e contratos digitais. Mas quem deve administrar esse patrimônio?


O crescimento expressivo de mini-criadores de conteúdo impõe um novo e importante desafio ao Direito de Família.

Atualmente a lei estabelece que os pais detêm o usufruto e a administração dos bens dos filhos menores. Porém, é preciso traçar uma linha clara entre o exercício regular do poder familiar e a devida proteção jurídica do patrimônio do menor.

Questões como a prestação de contas, a criação de reservas financeiras e o cuidado com os excessos na exposição devem ser endereçadas. Afinal, o planejamento patrimonial familiar garante que o esforço do presente se transforme em segurança e estabilidade para o futuro dos filhos.

A boa notícia é que, com orientação adequada, é possível estruturar essa administração com total segurança jurídica, prevenindo conflitos e protegento o futuro da família.



11/09/2026

É possível fazer um planejamento sucessório sem orientação especializada?

É possível tomar decisões sobre o patrimônio sem orientação. Mas isso não significa que essas decisões formarão, de fato, um planejamento sucessório adequado.

Doações, testamentos, escolha do regime de bens, constituição de uma holding e outras medidas podem produzir efeitos importantes na sucessão. Quando adotadas de forma isolada, sem uma análise da realidade familiar, patrimonial e tributária, podem não alcançar o resultado esperado — ou até gerar novos conflitos.

Planejamento sucessório não é simplesmente escolher uma ferramenta. É compreender a realidade de cada família e definir, com estratégia, quais decisões fazem sentido para aquele patrimônio e para aquelas relações.

Este é mais um episódio da série “Tudo o que te contaram sobre planejamento sucessório está errado.”

No vídeo, explicamos por que contar com orientação especializada pode fazer toda a diferença na construção de um planejamento sucessório seguro e adequado à realidade de cada família.

09/09/2026

Planejamento sucessório é pensar na morte?

Essa talvez seja uma das maiores razões pelas quais tantas pessoas adiam decisões importantes sobre o próprio patrimônio.

Mas planejamento sucessório não é sobre antecipar a morte. É sobre tomar decisões enquanto se tem autonomia para fazê-las, organizar o patrimônio, prevenir conflitos, proteger relações familiares e trazer mais segurança para quem ficará.

Falar sobre sucessão não significa pensar apenas no fim. Significa, muitas vezes, pensar no futuro.

Este é mais um episódio da série “Tudo o que te contaram sobre planejamento sucessório está errado.”

No vídeo, explicamos por que planejamento sucessório não é sobre a morte, mas sobre as escolhas que fazemos em vida.

E se você pudesse garantir hoje que as suas escolhas sobre saúde e dignidade sejam respeitadas amanhã, mesmo que você nã...
07/09/2026

E se você pudesse garantir hoje que as suas escolhas sobre saúde e dignidade sejam respeitadas amanhã, mesmo que você não possa mais falar por si?

Muitas vezes evitamos pensar nisso, mas o planejamento para o futuro também envolve decisões médicas cruciais. É exatamente para isso que servem as Diretrizes Antecipadas de Vontade (DAVs), um instrumento jurídico que protege a sua autonomia e, acima de tudo, poupa a sua família de carregar um fardo pesado de decisões dolorosas sob forte pressão emocional.

Arraste para o lado para entender como esse instrumento funciona e por que ele é um verdadeiro ato de cuidado.

Quer saber como dar esse passo? Entre em contato e agende uma consultoria.

04/09/2026

“Planejamento sucessório é para famílias com grandes fortunas.”

Planejamento sucessório não depende do tamanho do patrimônio, mas da necessidade de organizar a forma como os bens serão administrados e transmitidos, de acordo com a realidade e os objetivos de cada família.

Patrimônios de diferentes proporções podem se beneficiar de um planejamento bem estruturado, especialmente quando existem questões familiares, diferentes tipos de bens ou preocupações sobre a sucessão.

Planejar não é apenas proteger grandes fortunas. É dar previsibilidade e segurança ao patrimônio e à família.

Este é mais um episódio da série “Tudo o que te contaram sobre planejamento sucessório está errado.”

No vídeo, explicamos por que o planejamento sucessório pode fazer sentido para famílias com diferentes realidades patrimoniais.

02/09/2026

“Planejamento sucessório sempre evita o inventário.”

Esse é um dos mitos mais comuns quando se fala em organização patrimonial e sucessória.

Um planejamento bem estruturado pode, em determinadas situações, reduzir a quantidade de bens que precisará passar pelo inventário ou até evitar o inventário em relação a parte do patrimônio. Mas não existe uma fórmula que elimine essa necessidade em todos os casos.

A estratégia adequada depende da composição do patrimônio, da estrutura familiar, das ferramentas utilizadas e dos objetivos de quem está planejando.

Por isso, planejamento sucessório não deve ser pensado apenas como uma forma de “não fazer inventário”. Ele é, acima de tudo, uma forma de organizar o patrimônio e estabelecer, com antecedência, como ele será administrado e transmitido.

Este é mais um episódio da série “Tudo o que te contaram sobre planejamento sucessório está errado.”

No vídeo, explicamos por que um bom planejamento pode facilitar a sucessão, mas não significa, necessariamente, eliminar o inventário.

28/08/2026

“Holding familiar sempre reduz impostos.”

Esse é um dos maiores mitos quando o assunto é planejamento patrimonial e sucessório.

A holding familiar pode, em determinadas estruturas e situações, produzir efeitos tributários relevantes. Mas isso não significa que sua constituição necessariamente resulte em redução de impostos.

A análise precisa considerar a natureza e a composição do patrimônio, a atividade desenvolvida, a forma de transferência dos bens, a tributação aplicável e, principalmente, os objetivos da família com a estruturação.

Por isso, criar uma holding apenas com a promessa de “pagar menos imposto” pode levar a uma decisão inadequada, e até gerar custos desnecessários.

Este é mais um episódio da série “Tudo o que te contaram sobre planejamento sucessório está errado.”

No vídeo, explicamos por que a holding familiar não é uma fórmula automática para reduzir a carga tributária e por que a estrutura precisa ser pensada de acordo com a realidade de cada família.

26/08/2026

“Doar os bens em vida é sempre a melhor estratégia.”

A doação pode, sim, ser uma ferramenta importante de planejamento sucessório. Mas isso não significa que seja a melhor solução para todas as famílias.

Antes de decidir pela doação, é preciso considerar aspectos como a composição do patrimônio, as necessidades do doador, a dinâmica familiar, os efeitos tributários e as condições que podem ser estabelecidas para preservar determinados direitos sobre os bens.

Além disso, planejamento sucessório não significa simplesmente transferir o patrimônio enquanto se está vivo. A estratégia precisa fazer sentido para quem transmite os bens e para quem os receberá.

Este é mais um episódio da série “Tudo o que te contaram sobre planejamento sucessório está errado.”

No vídeo, explicamos por que doar os bens em vida pode ser uma alternativa, mas não necessariamente a melhor estratégia para o seu planejamento sucessório.

Escolhemos fazer do Direito uma ponte, não uma barreira. Longe dos clichês da advocacia tradicional e fria, acreditamos ...
24/08/2026

Escolhemos fazer do Direito uma ponte, não uma barreira.

Longe dos clichês da advocacia tradicional e fria, acreditamos que a excelência técnica caminha lado a lado com o acolhimento e a proximidade. Para a nossa equipe, a clareza nas explicações e a transparência em cada etapa do processo são valores inegociáveis.

Afinal, no Direito das Famílias e das Sucessões, não estamos lidando apenas com papéis ou empresas: estamos cuidando de legados, patrimônios e vidas reais que merecem ser resguardadas com máxima atenção e sensibilidade.

Deslize o carrossel para entender os pilares que guiam o nosso atendimento todos os dias.

Se você também é advogado e acredita em uma atuação mais humana e transparente, deixe um comentário!



Endereço

Rua Antônio De Albuquerque, 330, Sala 901, Savassi
Belo Horizonte, MG
30112-010

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Almeida, Lopes e Moreira Advocacia e Consultoria Jurídica posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Almeida, Lopes e Moreira Advocacia e Consultoria Jurídica:

Atalhos

Compartilhar

Categoria