Christiane Lima Advocacia e Consultoria Jurídica

Christiane Lima Advocacia e Consultoria Jurídica - Assessoria e Consultoria Jurídica
- Civil
- Consumidor
- Família e Sucessões
- Trabalho

26/06/2026

“Vivemos juntos por 17 anos. O apartamento está no nome dele. Tenho direito?”

Essa é uma dúvida muito comum em casos de separação e união estável.

Via de regra, quando não existe contrato definindo outro regime, aplica-se a comunhão parcial de bens. Isso significa que os bens adquiridos durante a convivência podem ser partilhados, mesmo que estejam registrados no nome de apenas uma das partes.

O ponto principal não é só o nome que aparece no documento, mas quando aquele bem foi adquirido e dentro de qual contexto familiar.

Por isso, antes de abrir mão de qualquer direito, procure orientação jurídica. Em muitos casos, aquilo que parece “não ser seu” também pode integrar a partilha.

direitodassucessoes

19/06/2026

Antes mesmo do casamento, muitos casais já constroem uma vida juntos.

E quando existe convivência pública, contínua, duradoura e com intenção de constituir família, podemos estar diante de uma união estável.

O ponto é: muita gente só lembra de provar essa união quando precisa de algum direito — como herança, pensão, partilha de bens ou reconhecimento em uma dissolução.

E aí tudo pode ficar mais complicado.

Documentos, testemunhas, planos em comum, contas, fotos e registros podem ajudar nessa comprovação. Mas uma alternativa muito mais segura é o contrato de convivência, que deixa essa relação mais clara e organizada juridicamente.

União estável também gera direitos. E quanto antes você entende isso, menos dor de cabeça lá na frente.

12/06/2026

Alienação parental não é disputa entre adultos.

É quando a criança passa a ser colocada no meio de conflitos, ouvindo frases, atitudes ou situações que prejudicam o vínculo com o pai, a mãe ou algum familiar.

Mesmo quando a separação é difícil, o cuidado com os filhos precisa vir antes da mágoa.

Criança não deve carregar dor de adulto.
Deve receber proteção, afeto e estabilidade.

Postar uma foto do seu filho pode parecer apenas um registro de carinho.Mas, na internet, cada imagem também carrega exp...
05/06/2026

Postar uma foto do seu filho pode parecer apenas um registro de carinho.

Mas, na internet, cada imagem também carrega exposição, dados e uma parte da identidade daquela criança.

O cuidado não está em deixar de guardar memórias. Está em entender que nem toda memória precisa virar conteúdo.

Proteger a imagem de uma criança hoje também é respeitar a história que ela vai carregar amanhã

Guarda compartilhada não significa dividir o filho como se fosse uma conta exata.Significa que pai e mãe continuam parti...
29/05/2026

Guarda compartilhada não significa dividir o filho como se fosse uma conta exata.

Significa que pai e mãe continuam participando das decisões importantes da vida da criança, mesmo depois da separação.

Escola, saúde, rotina, convivência e escolhas relevantes devem ser pensadas com responsabilidade dos dois lados.

O maior equívoco é achar que guarda compartilhada é sobre vencer uma disputa.

Na verdade, é sobre proteger quem mais importa.

O Código Civil está passando por uma proposta de reforma que pode impactar temas muito próximos da vida familiar.União e...
21/05/2026

O Código Civil está passando por uma proposta de reforma que pode impactar temas muito próximos da vida familiar.

União estável, herança, regime de bens, sucessão, patrimônio e novos formatos de família estão entre os pontos em discussão.

Na prática, isso mostra uma coisa importante: família também precisa de planejamento jurídico.

Porque quando a lei muda, quem se antecipa consegue proteger melhor sua história, seu patrimônio e as pessoas que ama.

Tem gente que chama de cuidado.Tem gente que chama de proteção.Mas, muitas vezes, o Direito enxerga de outra forma: alie...
15/05/2026

Tem gente que chama de cuidado.
Tem gente que chama de proteção.
Mas, muitas vezes, o Direito enxerga de outra forma: alienação parental.

Quando um pai ou uma mãe impede, dificulta ou manipula o contato da criança com o outro genitor, o problema deixa de ser apenas uma briga entre adultos. Passa a atingir diretamente o direito da criança de conviver, amar e construir vínculo com ambos os lados da sua história.

Alienação parental não acontece só quando alguém fala mal do outro pai ou da outra mãe. Ela também pode aparecer em pequenos bloqueios: dificultar visitas, esconder informações importantes, criar medo, inventar obstáculos, desqualificar o outro genitor ou transformar a criança em mensageira de ressentimentos.

A separação pode encerrar uma relação conjugal.
Mas não encerra a responsabilidade parental.

Filho não é instrumento de vingança.
Não é território de disputa.
Não é moeda emocional.

Viver junto por anos pode construir uma história. Mas, quando essa história não está formalizada, o afeto pode acabar en...
08/05/2026

Viver junto por anos pode construir uma história. Mas, quando essa história não está formalizada, o afeto pode acabar entrando em uma zona cinzenta jurídica.

A união estável não depende apenas de um papel para existir. Ela pode ser reconhecida pela forma como o casal vive, se apresenta socialmente, divide responsabilidades e constrói uma vida em comum.

O problema é que, sem contrato, sem escritura e sem definição clara sobre patrimônio, regime de bens e direitos sucessórios, tudo aquilo que parecia simples enquanto havia harmonia pode se transformar em conflito quando existe separação, falecimento ou disputa familiar.

Na prática, não formalizar a união estável não significa necessariamente ausência de direitos. Significa ausência de clareza.

E no Direito das Sucessões, a falta de clareza costuma chegar tarde, quando a família já está fragilizada, o patrimônio precisa ser organizado e cada detalhe passa a ter peso jurídico.

O amor constrói a convivência.
A formalização protege a história.

20/04/2026

Dúvida de muita gente 👆

Seus filhos estão na internet. E agora a lei também está.A Lei 15.352/2026 fortaleceu a proteção de crianças e adolescen...
17/04/2026

Seus filhos estão na internet. E agora a lei também está.

A Lei 15.352/2026 fortaleceu a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, trazendo regras mais claras sobre privacidade, exposição e uso de dados de menores.

Para quem está em processo de guarda ou divórcio, isso muda muita coisa. Decisões sobre tempo de tela, redes sociais e exposição online dos filhos passam a ter respaldo legal mais forte.

Na prática, pais e mães precisam estar atentos: compartilhar fotos dos filhos sem o consentimento do outro genitor, expor a rotina das crianças ou permitir acesso irrestrito à internet pode gerar consequências jurídicas.

A proteção digital dos seus filhos é uma responsabilidade de ambos os pais — e agora, mais do que nunca, é também uma questão legal.

Se você tem dúvidas sobre como isso impacta o seu caso, procure orientação especializada.

Endereço

Belo Horizonte, MG
30628030

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
Sexta-feira 08:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Christiane Lima Advocacia e Consultoria Jurídica posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria