19/05/2026
Eu sei, ninguém gosta de pensar no pior…
Que o parceiro pode se apaixonar por outra pessoa.
Que o companheiro pode afundar em vícios e acabar com o patrimônio.
Ou até falecer de forma inesperada.
Mas a realidade é que essas coisas acontecem, e delas, ao menos a morte é uma certeza.
E quando acontece algo, muita mulher descobre da pior forma que nunca esteve realmente protegida.
🚨 Principalmente por três motivos:
1️⃣. Na união estável sem registro, depois vai caber ao juiz decidir QUANDO aquela relação realmente começou. E isso leva tempo.
Até quando era namoro?
Quando virou união estável?
Qual patrimônio entra na divisão?
Enquanto no casamento existe uma data clara dizendo a partir de quando aquele regime de bens passou a valer.
2️⃣. Na união estável, uma das partes PODE VENDER bens sem que a outra sequer seja avisada.
É muito comum a omissão da união estável em negociações e vendas de patrimônio. Já no casamento, dependendo do regime de bens, existe a necessidade de autorização do outro cônjuge, o que traz mais proteção e dificulta fraudes patrimoniais.
3️⃣. Quando acontece uma separação ou até um falecimento, muitas mulheres ainda precisam entrar na Justiça para COMPROVAR que aquela relação existia.
E é justamente nesse momento, já delicado emocionalmente, que começam disputas sobre patrimônio, herança e direitos.
Em muitos casos, até a própria família do companheiro passa a questionar o lugar que aquela mulher ocupou durante anos naquela relação.
Isso não signif**a que casamento impede problemas, mas cria mais segurança, e poupa muito tempo no futuro.
O maior problema está em construir uma vida inteira acreditando que “depois resolve”!
✨ Compartilha esse vídeo com aquela amiga que vive como esposa há anos, mas nunca formalizou nada. ✨
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Yasmin Lima Freitas - Advogada Familiarista
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