27/01/2024
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VIRAM ESSA? 😳 Em um desfecho surpreendente, o plenário do Tribunal do Júri na comarca de Bauru, São Paulo, foi palco de uma reviravolta judicial na última terça-feira, 16 de janeiro de 2024. O caso, marcado por uma acusação de tentativa de homicídio com quatro qualificadoras – motivo torpe, emprego de asfixia, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio, sob o artigo 121, §§ 2º e 2ºA do Código Penal –, culminou em uma decisão que vem repercutindo entre advogados e operadores do Direito.
O acusado, preso em flagrante em 29 de junho de 2021, respondeu ao processo enquanto detido. A alegação central da acusação era a de que o réu teria tentado assassinar a vítima com agravantes específicos, delineando um cenário de extrema gravidade.
Contudo, o que se viu durante o plenário do Tribunal do Júri foi uma atuação notável da equipe de defesa, formada pelos advogados do escritório Pistelli, Martins & Silva (), Dr Leandro Pistelli, Dr Lucas Martins e Drª Vanessa Mangile (.vanessamangile), que apresentaram uma estratégia jurídica focada na negação de autoria. A defesa baseou-se em provas periciais oficiais e em laudos contratados que apontavam a ausência de vestígios de asfixia, elemento crucial da acusação.
O Ministério Público, em contrapartida, sustentou a condenação do acusado com base nos termos originais da denúncia. Após extensas argumentações, incluindo réplica e tréplica, a sessão plenária estendeu-se por mais de 11 horas, testemunhando um embate acirrado de narrativas e interpretações jurídicas.
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